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Estátua de João de Deus

  • património

Rua Joao de Deus
8375, São Bartolomeu de Messines

Silves

Estátua em homenagem a João de Deus. Foi um eminente poeta lírico, considerado à época o primeiro do seu tempo, e o proponente de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal, dedicada à simplificação do ensino às crianças. Em vida teve muita popularidade, sendo que, após a sua morte, foi sepultado no Panteão Nacional. Ainda hoje é conhecido como o poeta do amor.

Fortaleza de Armação de Pêra

  • património

Largo da Fortaleza
8365, Armação de Pêra

Silves

A construção deste forte deveu-se essencialmente à defesa do lugar, como também das suas gentes, que se deslocavam da sede de Freguesia (Alcantarilha) para este lugar, para aqui se dedicarem à "arte da faina". Por volta de 1720 é construída dentro da Fortaleza, uma ermida em invocação ao padroeiro do forte. Hoje em dia é conhecida como Capela de Nossa Senhora dos Aflitos.

Praça Al'Mutamid

  • património

Rua da Cruz de Portugal
8300, Silves

Silves

Al'Mutadid, senhor de Sevilha, conquistou em 1053 a cidade de Silves vindo a ser ministrada pelo seu filho Al'Mutamid, com apenas 12 anos. Foi nesta época que, ao lado de Ibn Ammar, poeta natural da região de Silves, Al'Mutamid dedicou-se à poesia, à música e ao canto. Quando forçado a regressar a Sevilha, escreveu o famoso poema de saudação a Silves.

Ponte de Silves

  • património

Ponte Romana
8300, Silves

Silves

Ponte Romana que atravessa o rio Arade, no seu ponto mais largo. É pedonal e tem cinco arcos de volta perfeita. Ponte medieval, cuja construção se arrastou por vários anos e com várias intervenções de reconstrução.

Arco da Rebola

  • património

Rua Cruz da Palmeira
8300, Silves

Silves

O sistema defensivo que envolveu, em tempos, toda a cidade de Silves era bastante completo e sofisticado. Estava dividido em várias partes: a Alcáçova, as Muralhas da Almedina, a Couraça, as Muralhas do Arrabalde e a muito provável existência de fossos e barbacãs. Hoje em dia, das Muralhas do Arrabalde (parte mais baixa da cidade) resta o conhecido Arco da Rebola.

A Conquista de Silves

  • património

Largo Mártires da Pátria
8300, Silves

Silves

Estátua em homenagem à Conquista de Silves. No reinado de D. Sancho I, D. Mendo, o alferes-mor, planeou um ataque surpresa aos Mouros. O ataque foi tão forte que estes abandonaram as muralhas refugiando-se na almedina. Foram tempos de combates e chacina que, por fim, a 3 de setembro de 1189, consagrou a vitória aos Cristãos, após a capitulação por parte dos Mouros.

Cruz de Portugal

  • património

EN 124
8300, Silves

Silves

Localizada nos arredores de Silves, esta cruz gravada data do século XVI. Tem 3 metros de altura e é gravada em pedra sedimentar. Num dos lados está representada a Crucificação e no outro a Descida da Cruz. Daqui pode-se desfrutar de uma bela vista sobre a fortaleza.

Castelo de Silves

  • património

Rua do Castelo
8300-112, Silves

Silves

O Castelo de Silves é o maior do Algarve e uma das mais notáveis obras de arquitetura militar legada pelos árabes. A estrutura era composta por diversos elementos: a Alcáçova, as muralhas de Almedina, a Couraça, as muralhas do Arrabalde e alguns fossos. As muralhas apresentam uma forma de polígono irregular, constituído por onze torres de planta retangular. A Alcáçova é a zona de maior importância, onde se podem observar duas cisternas da época de origem, e o poço, chamado de Cisterna da Moura. Escavações arqueológicas colocaram a descoberto uma habitação muçulmana, designada por “Palácio das Varandas”, local de residência …

Casa com chaminé algarvia do século XVII

  • património

Rua do Castelo, 22
8375-262, São Marcos da Serra

Silves

Belo exemplar de arquitetura regional, onde sobressai a singular chaminé algarvia com decoração seiscentista.

Ermida de Nossa Senhora dos Mártires

  • património

Rua Dom Afonso III
8300, Silves

Silves

Do templo construído no século XII, já nada subsiste. A linha de ameias da torre e o arco da capela-mor são do século XVI. O retábulo é quinhentista e a fachada, com cantarias e janelas bastante trabalhadas, é do século XVI.

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