Igreja construída em finais do século XII, onde se destaca a capela-mor, erigida no reinado de Dom Manuel I. Realce, na fachada principal, para o portal gótico, com uma pia manuelina incrustada.
Igreja com uma nave, capela-mor profunda, galilé e dois corpos anexos. Destaque, na nave, para o medalhão representando a entrega do rosário a São Domingos pela Virgem Maria; para o púlpito; para os dois altares em talha dourada; e, nas paredes da capela-mor, para as pinturas.
Templo precedido por um amplo alpendre, encimado por um relógio de sol de 1738. Na porta principal é possível observar um escudo barroco com a mitra e o báculo alusivos ao orago. O interior encontra-se completamente revestido com azulejos do século XVII.
Templo reconstruído no século XVII, conservando ainda elementos quinhentistas e outros posteriores a 1755. O interior é constituído por uma nave coberta por abóbada de berço. Destacam-se as duas pias de água benta, do século XVI, e o silhar de azulejos do século XVII.
A igreja, de fundação quatrocentista, foi remodelada no século XVII. Apresenta revestimento azulejar do tipo "padrão", o púlpito e o teto de masseira de largos caixotões vazios. Da época medieval destacam-se os arcos ogivais das capelas do cruzeiro, cobertos por azulejos do século XVII e dois túmulos góticos. De salientar ainda duas pias de água benta, ambas quinhentistas. Do lado do Evangelho encontra-se uma capela dedicada a Nossa Senhora do Rosário com retábulo de talha dourada.
Igreja de uma só nave, com caixotões pintados no teto. As paredes são revestidas com silhares de azulejos azuis e amarelos. Realce para o retábulo, com colunas de fustes canelados e elegante sacrário em forma de templete. Realce também para o teto da sacristia, pintado com motivos "rocaille".
Pequeno forte defensivo construído entre 1670 e 1675, hoje em ruínas. Destinava-se a controlar o acesso marítimo à Ericeira e à baía vizinha, formada pela praia de Ribeira de Ilhas.