Os melhores locais para visitar

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Estátua de Pêro da Covilhã

  • património

Praça do Município
6200-151, Covilhã

Covilhã

Em lugar de destaque na Praça do Município, localmente conhecida por Pelourinho, está uma estátua de Pero da Covilhã, explorador natural da Covilhã, que foi o primeiro a partir à procura do caminho marítimo para a Índia. Não conseguiu lá chegar, mas reuniu dados que foram muito úteis para Vasco da Gama o conseguir sete anos depois. O monumento de granito tem 4,67 metros de altura e 1,12 metros de largura. Um pouco mais abaixo encontra-se a estátua do Rei D. Luís, que em 1870 elevou a Covilhã a cidade.

Ermida de Nossa Senhora da Glória ao Cardal da Graça

  • património

Rua da Senhora da Glória, 83
1170-352, Lisboa

Lisboa

Em 1766 tem início a construção da ermida mas, em 1796, só o exterior do edifício se encontrava concluído. Destaca-se a nave única coberta por falsa abóbada de madeira ostentando pintura ornamental em bicromia e com lambril azulejar monocromo de padrão. Dos lados observam-se falsos púlpitos com janelas. A capela-mor é coberta por abóbada de berço com pintura decorativa organizada em torno de um medalhão central de temática mariana, atribuído a Pedro Alexandrino de Carvalho (1730-1810). Os muros laterais apresentam painéis azulejares policromos recortados.

Casa da Amendoeira

  • hotéis

Rua do Relógio, 2
6440-031, Figueira de Castelo Rodrigo

Figueira de Castelo Rodrigo

Situada na aldeia histórica de Castelo Rodrigo esta casa recuperada está envolta de uma paisagem em que a natureza é protagonista. Zona de amendoeiras, tem na primavera e outono um encanto especial mas todo o ano pode desfrutar do património arquitetónico desta magnífica casa recheada de detalhes que conferem o máximo conforto. Tranquilidade, dentro e fora de portas, é outro atributo da casa. No coração da aldeia histórica Castelo Rodrigo, no interior da muralha, somos surpreendidos pela agradável recuperação desta habitação tradicional, perfeitamente enquadrada na magnificência do património envolvente.

Casas da Lupa

  • hotéis

Monte dos Currais de Baixo
7630-585, Zambujeira do Mar

Odemira

As Casas da Lupa ficam situadas no Parque Natural do Sudoeste Alentejano, entre a planície e a beira-mar, mais precisamente na Zambujeira do Mar. Os traços típicos da arquitetura regional estão à vista, mas é o interior que sobressai. São três casas unidas por um amplo jardim, quatro Suites Alpendres, três Quartos Standard e quatro Master Suites. Estas destacam-se pela existência de pátios privativos, onde está uma pequena piscina que faz as delícias dos hóspedes. Privacidade e conforto caracterizam este alojamento. Há programas e atividades diversas para todos os gostos.

Ecoland

  • hotéis

Caixa Postal 8481
7750-308, Mértola

Mértola

Casa de turismo rural pitoresca, situada no Parque Natural do Vale do Guadiana. É composta por quatro quartos, sala de estar e de jantar, decorados com cores fortes, que tornam os espaços ainda mais acolhedores. Tire proveito do alpendre e explore as plantas aromáticas e medicinais do jardim. Quando solicitado, preparam-se refeições de comida vegetariana ou tradicional alentejana, com toques caseiros. Descontraia, mas não deixe de integrar as atividades de Ecoturismo que esta casa organiza. Percursos pedestres, canoagem e BTT são alguma das atividades que tem ao seu dispor.

Fábrica do Chocolate Hotel

  • hotéis

Rua do Gontim, 70-76
4900-474, Viana do Castelo

Viana do Castelo

A Fábrica do Chocolate, em Viana do Castelo, é um surpreendente hotel de quatro estrelas que leva o seu conceito temático muito a sério: da decoração aos pratos do seu doce restaurante, com uma carta cuidadosamente pensada. São 18 quartos (5 suites), todos diferentes, mas de igual forma inspirados no chocolate. Dispõe ainda de uma loja e de um belo museu interativo de acesso gratuito para hóspedes, em que se mergulha na história e produção do chocolate. Ao longo do ano decorrem diversas provas, degustações, ateliers e harmonizações com chocolate.

Percurso Pedestre Olhar sobre a Foz (PR3)

  • campo

São Matias
6050, São Matias

Nisa

Percurso pedestre de 5,75 quilómetros e com a duração prevista de 2 horas. Tem início na Central Hidroelétrica da Velada, construída em 1935; segue a par com a Ribeira de Nisa. Depois de passar no ponto onde esta se cruza com o Tejo é chegado o ponto mais difícil do trajeto, pois os eucaliptos adensam-se e a subida acentuada, mas valerá o esforço, já que, no topo, estará uma vista panorâmica sobre a ribeira de Nisa e o Tejo de suster a respiração. O grau de dificuldade deste passeio é fácil.

Aldeia do Pontido

  • campo
  • património

Lugar do Pontido
4820, Fafe

Fafe

Distribuída pelas margens do rio Vizela, a Aldeia do Pontido proporciona uma experiência única de turismo no espaço rural. Após três décadas de total isolamento, a aldeia foi completamente reconstruída. Aqui, o apelo da Natureza é irresistível, sendo ideal para mergulhar nas límpidas e refrescantes águas da albufeira da Queimadela. A oferta de alojamento resume-se a cinco casas recuperadas, mas que ainda respeitam a traça e materiais originais. Conheça o Moinho e Pisão, que outrora os habitantes da aldeia utilizaram para a produção de bens essenciais. E muito mais há por descobrir.

Queijo de São Jorge

  • lazer

Canadinha Nova
9800-501, Velas

Velas

O Queijo de São Jorge, de consistência firme e pasta amarelada, é fabricado desde o século XVI, mas ainda hoje mantém o seu método tradicional de fabrico. O seu sabor único e inimitável deu-lhe fama, sendo hoje exportado internacionalmente. Classificado como queijo curado de pasta dura ou semidura, e de aroma forte, com o tempo adquire um sabor ligeiramente picante, revelando-se um delicioso aperitivo. É inclusive utilizado em alguns pratos típicos da cozinha tradicional. Quem o prova não fica indiferente ao seu paladar forte.

Atelier de Artesanato Linho

  • lazer

EN 526
4910, Alvariça

Caminha

São cada vez menos as pessoas que semeiam o linho, porque é um trabalho difícil e pouco compensador. Mas há, em algumas aldeias, quem se mantenha fiel à tradição, como em Argela. Depois de arrancado e atado aos molhos, o linho fica mergulhado em água durante uma semana. De seguida é estendido para secar, e, mais tarde, espadelado para libertar a fibra, o linho é passado pelos dentes, e fiado. Ao entrar nas rocas fica em fio e é no tear que se transforma em toalhas, camisas, lençóis, entre outros.

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