Os melhores locais para visitar
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Igreja Matriz do Rosmaninhal / Igreja de Nossa Senhora da Conceição
- património
Largo da Igreja
6060-435, Idanha-a-Nova
Igreja seiscentista com uma planta longitudinal composta por três naves divididas em cinco tramos, uma capela-mor mais estreita, um campanário, um batistério, uma sacristia e uma capela adossadas. O seu conteúdo foi muito alterado, mantendo os lambris de azulejo seiscentista no batistério e na capela lateral, assim como alguma imaginária barroca.
Igreja Paroquial de Murça / Igreja de Santa Maria / Antiga Capela de Nossa Senhora da Assunção
- património
Praça 5 de Outubro, 1
5090-112, Murça
Igreja de arquitetura barroca com nave e capela-mor, sacristia e torre sineira adossada. Apresenta no interior cobertura em falsa abóbada de berço, em estuque, coro-alto, púlpitos, e retábulos em talha dourada e policroma, maneiristas, de tipo edícula, os colaterais, barrocos os laterais e o mor e um outro lateral rococó.
Igreja de São Sebastião
- património
Praça Miguel Bombarda, 9
8200-146, Albufeira
Edifício do início do século XVIII, de aparência popular. Possui um portal principal com decoração barroca e um portal lateral manuelino. Retábulo em madeira, único no Algarve, com imagens dos séculos XVII e XVIII. Existe uma imagem da Senhora da Piedade mutilada. No seu interior funciona o Museu de Arte Sacra de Albufeira.
Igreja de São Vicente / Igreja da Misericórdia
- património
Largo de São Vicente
6355-051, Castelo Mendo
Dadas as sucessivas reformas de que foi alvo, esta igreja apresenta traços de vários estilos, com destaque para os traços de influência maneirista. É composta por nave, capela-mor retangular e capela lateral. No interior destacam-se: a pia batismal em forma de cálice e os retábulos pintados a talha dourada do estilo nacional.
Igreja de São Francisco
- património
Avenida General Bernardo Faria
2300, Tomar
O Convento de São Francisco foi mandado edificar por Filipe III junto à Várzea Grande, uma vez que era necessário estar junto ao hospital no caso de os frades ficarem doentes. Possui uma única nave, capela-mor, capelas laterais, claustro do século XVII e dependências conventuais. Fachada principal com três panos, tendo o central, três andares. Possui uma torre sineira que se ergue sobre o corpo lateral direito. Interiormente a nave é coberta por abóbada a berço, iluminada pelas janelas do clerestório e pelos vãos da fachada principal. Possui quatro capelas intercomunicantes abertas para a nave por arcos de volta perfeita. …
Palácio Alverca / Casa do Alentejo
- património
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268, Lisboa
Esta casa, restaurada em 1919, dispõe de interiores luxuosos e de um pátio neoárabe com fonte. Trata-se de um bom exemplo de palácio urbano maneirista, caracterizado por uma grande sobriedade e simplicidade, que revela exteriormente a usual divisão social do espaço. No interior, cujo ambiente romântico decorre da decoração revivalista efetuada na segunda década do século 20, surgem painéis de azulejos barrocos inspirados em gravuras. Note-se o contraste entre a linearidade das fachadas e a exuberância interior romântica. É também conhecido como Palácio de São Luis da Pena ou Palácio Pais do Amaral.
Castelo de Belver
- património
Rua de São Pedro
6040-024, Belver
Castelo de forma circular virado para o rio Tejo, edificado em 1194 por Dom Afonso Pais e reconstruído em 1390 por Dom Nuno Álvares Pereira. Mantém os panos da muralha, em parte ameados e com vestígios de torreões. A porta de entrada foi construída no século XV e possui arco de volta redonda. No interior do castelo encontra-se a capela de São Brás que apresenta um agradável retábulo seiscentista. O castelo de Belver foi ponto de partida para diversas ações contra os mouros, tendo, também, servido de apoio a D. João I, durante a Guerra da Independência.
Convento dos Capuchos
- património
Serra de Sintra
2710, Sintra
Construído no meio de penhascos e vegetação, este convento é também denominado de Convento de Santa Cruz da Serra ou da Cortiça. Singela construção de grande rusticidade foi fundada em 1560, por Dom Álvaro de Castro, como cumprimento de um voto que fizera a seu pai, Dom João de Castro. Neste espaço tudo é miniaturial, as celas, forradas a cortiça, o refeitório e a pequena igreja com altar de mármore, cuja abóbada foi esculpida na própria rocha. Supõe-se que tenha sido abandonado em 1834, na sequência da extinção das ordens religiosas determinada pelo regime liberal.
Edifício do Teatro Nacional Dona Maria II
- património
Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa
Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos e, unanimemente, considerado o pai do teatro nacional.
Teatro Nacional Dona Maria II
- arte
Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa
Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos, considerado o pai do teatro nacional.