Os melhores locais para visitar

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Forte de Santa Cruz

  • património

Rua Vasco da Gama
9900-017, Horta

Horta

Forte de planta pentagonal, outrora destinado à defesa da cidade da Horta e do seu porto dos ataques corsários. Terá sido denominado, inicialmente, de Forte de Santo António e foi construído na segunda metade do século XVI. Do sistema defensivo original apenas restam as muralhas exteriores. Foi cedido, em 1927, à Câmara Municipal da Horta para ser demolido e aumentar a avenida marginal. No entanto, a falta de verbas fez com que os planos não fossem cumpridos. Em 1947 foi classificado como Monumento Nacional e em 1969 foi construída uma estalagem no seu interior, hoje "Pousada de Portugal".

Igreja Paroquial do Botão / Igreja de São Mateus

  • património

Rua do Lagar
3020-521, Coimbra

Coimbra

Igreja datada do século XVI, a apresentar características de arquitetura manuelina, maneirista e barroca. Na fachada principal destaca-se a porta axial, com duas colunas sobrepujada por óculo quadrilobado e, no interior, destacam-se as duas capelas. Possui uma torre adossada à parede de topo da capela do corpo da igreja. Realça-se também a capela-mor retangular, cujo fecho central possui as armas pessoais de Dona Catarina de Eça. O frontal do altar é forrado de azulejos sevilhanos, de aresta, bem como a mesa do altar. Merece, ainda, um olhar atento o campanário manuelino.

Igreja de São Domingos / Sé Catedral de Aveiro

  • património

Rua Batalhão de Caçadores, 10
3810-064, Aveiro

Aveiro

Uma parede em pedra talhada com um nicho onde se vislumbra uma Nossa Senhora de feição gótica é o que resta, na atual Sé, da antiga igreja do convento dominicano (1423). Realce para as capelas laterais, uma com um retábulo em calcário, do século XVI, e outra com um retábulo em madeira esculpida onde surge uma estátua de Nossa Senhora do Rosário. Em 1719 foi construída uma nova fachada barroca e em meados do século XVIII foi edificado o coro alto e teto, tendo sido reformada a capela-mor. Em 1860 foi construída a torre sineira.

Igreja de São Francisco

  • património

Rua Padre Gaspar Roriz, 124
4810-429, Guimarães

Guimarães

Igreja gótica que sofreu inúmeras alterações, sobretudo no século XVIII. Na capela-mor destacam-se o mais notável retábulo joanino da cidade, os retábulos de talha dourada, sanefas de estilo rocaille e azulejos que retratam cenas da vida de Cristo. Merecem também um olhar atento a sacristia, com teto apainelado, o claustro de dois pisos, a sala do Capítulo gótica, do século XVI, e o chafariz central, datado do século XVIII. A classificação inclui a parte constituída pela abside e absidíolos, o claustro e o edifício barroco da Ordem Terceira que compreende a sacristia joanina do século XVIII.

Pelourinho de Castelo Mendo

  • património

Castelo Mendo
6355, Vilar Formoso

Almeida

No interior das muralhas de Castelo Mendo, o Pelourinho de estilo Manuelino do século XVI é outra referência. Com sete metros de altura, é um dos mais altos de toda a Beira Interior, sendo todo construído em granito. Assenta numa base de seis degraus, e tem um fuste octogonal monolítico que apresenta um capitel em gaiola e um catavento de bandeirola, em ferro, no topo. Está representado nos desenhos de Duarte D’Armas, autor do primeiro guia de viagem das Aldeias Históricas, que atestam a atribuição do Foral Novo a Castelo Mendo, pelo rei D. Manuel I.

Arcas Tumulares Românicas

  • património

Avenida Conselheiro José Maria Alpoim
5040-310, Mesão Frio

Mesão Frio

Trata-se de um conjunto de sete sarcófagos trapezoidais datados do final da Idade Média, colocados no adro da Igreja Matriz de Mesão Frio. Cada um deles é constituído por arcaz e tampa, dois dos quais descobertos, com a tampa ao lado, possuindo cavidade sepulcral de contornos antropomórficos. Cinco deles apresentam tampa de secção poligonal com seis planos e os outros dois possuem tampa de tipo diferente, de secção pentagonal com volume em duas águas. Três dos sarcófagos apresentam arcaz liso e tampa decorada, destacando-se outros dois pela decoração que preenche também as faces dos arcazes.

Castelo de São Romão (Vestígios)

  • património

Telhado
5470-527, Montalegre

Montalegre

No sopé da vertente SE da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude máxima encontra-se um morro escarpado que outrora foi um povoado fortificado de época pré-romana. Por todo o monte são visíveis restos de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. De Norte e Noroeste a defesa era natural. Povoado fortificado da Idade do Ferro, tendo em conta o espólio cerâmico encontrado.

Edifício do Teatro Nacional Dona Maria II

  • património

Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa

Lisboa

Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos e, unanimemente, considerado o pai do teatro nacional.

Ermida de Santo Estêvão / Ermida do Espírito Santo

  • património

Rua Dom Manuel I
7800-306, Beja

Beja

Trata-se de uma das ermidas mais antigas de Beja, tendo sido fundada em finais do século XIII para jazigo do cavaleiro Estêvão Vasques. Em 1915 foi doado à Santa Casa da Misericórdia de Beja, tendo acabado por funcionar como celeiro. Em 1940 foi restaurado e reabriu ao culto. É uma capela de uma nave e capela-mor, totalmente abobadada, característica do gótico da época de D. Dinis, com notória influência franco-borgonhesa. No período barroco a fachada principal foi enriquecida e, no início do século XX foram introduzidos diversos elementos de caráter neogótico, nomeadamente, mobiliário.

Teatro Nacional Dona Maria II

  • arte

Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa

Lisboa

Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos, considerado o pai do teatro nacional.

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