Os melhores locais para visitar
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Moinho de Caixeiros
- património
Rua do Moinho, 1
2560-540, Caixeiros
O Moinho de Caixeiros foi construído em 1836 e restaurado em 1987. É um edifício composto por três pisos e dois casais de mós, sendo que é um moinho manual. Apesar de ter sofrido alterações, muitas das peças originais ainda aqui se encontram, exemplo da entrosa, dos fechos de madeira e do fechal de pedra. Ainda se encontra em funcionamento, fornecendo a farinha que serve de base ao pão quente de uma padaria nas imediações.
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta da Barca
- património
Chãs
5150, Chãs
Trata-se de um dos locais de arte rupestre do Vale do Coa, formando um raro conjunto deste tipo de arte, essencialmente composta por gravuras em pedra datadas do Paleolítico Superior. Este núcleo, constituído por cerca de 24 rochas, foi executado entre o Paleolítico Superior e o Calcolítico. Nos seus painéis verticais, na sua maioria virados ao curso do Coa, observam-se gravações de motivos zoomórficos picotados e abradidos e raros motivos incisos.
Núcleo de Arte Rupestre da Quinta do Fariseu
- património
Muxagata
5150, Muxagata
Trata-se de um dos locais de arte rupestre do Vale do Côa, formando um raro conjunto deste tipo de arte, essencialmente composta por gravuras em pedra datadas do Paleolítico Superior. Nos seus painéis de xisto observam-se gravados motivos representando figuras zoomórficas, identificados como bovídeos e capríneos. Recentemente foi descoberta a maior gravura do mundo ao ar livre, um auroque com 3,5 metros. O Museu organiza visitas de caiaque até ao Fariseu.
Palácio Nacional da Ajuda
- património
Largo da Ajuda
1349-021, Lisboa
Edificado para substituir a "Real Barraca", a sua construção teve início em 1795. O projeto inicial deve-se a Xavier Fabri, com profundas alterações introduzidas por M. Caetano de Sousa. Seguem-se-lhe os arquitetos Francesco Fabri e J. da Costa e Silva. Embora inacabada, é a maior residência real de Lisboa. Edifício de inspiração neoclássica, em cantaria lavrada. No vestíbulo, merecem destaque as 47 estátuas assinadas por vários artistas portugueses. Um monumento opulento onde podem ser visitados os salões
Palácio da Brejoeira
- património
Pinheiros
4950-660, Monção
Grandiosa moradia mandada edificar no início do século XIX, só ficando concluída quase trinta anos depois. Apresenta uma planta em L, com duas grandes fachadas e dois torreões rematados por balaustrada e pináculos. No interior salientam-se as salas com decoração neoclássica. Cá fora, um terraço ajardinado é ladeado por muros altos. O palácio, apesar de se encontrar em propriedade privada destinada à produção de um dos mais reconhecidos vinhos Alvarinho da região, é visitável.
Palácio dos Condes da Anadia
- património
Largo Conde de Anadia
3530-129, Mangualde
Palácio do século XVII, construído por Miguel Pais Amaral. Apresenta fachada cortada por largas pilastras e com duas filas de janelas com vergas decoradas com motivos de estilo "Rocaille". Possui uma porta brasonada encontrando-se, por cima, uma varanda de balaústres de pedra que servem de resguardo à porta do andar nobre. A fachada sul tem uma dupla varanda com arcos redondos e uma escadaria original. Destaca-se, ainda, a capela de invocação de São Bernardo.
Palácio e Quinta do Correio-Mor
- património
EN8
2670, Loures
O nome deriva do facto da quinta ter pertencido a Luís Gomes Mata, Correio-Mor no tempo de Filipe II. Edificado no século XVIII, o palácio tem, possivelmente, traça do italiano António Canevari, um dos arquitetos do Convento de Mafra. É antecedido por uma porta brasonada de acesso ao pátio. No interior evidenciam-se os azulejos e os tetos em estuque com pinturas de José da Costa Negreiros. Nos jardins destacam-se as cascatas e os azulejos com cenas mitológicas.
Capela de Nossa Senhora da Encarnação
- património
Rua Doutor Roberto Alves, 52
4520-220, Santa Maria da Feira
Esta capela encontra-se adossada à muralha do Castelo da Feira, tendo sido construída em 1656 por ordem da condessa da Feira, D. Joana Forjaz Pereira de Meneses e Silva. Trata-se de uma edificação erudita, de secção hexagonal, que revela a influência de importantes capelas de planta centralizada na região. No interior, o pavimento forma um desenho radial a partir do centro, e retábulos em talha dourada em cinco paredes. Anexa à capela, existe a casa do capelão.
Capela de Nossa Senhora do Desterro
- património
Largo do Rio da Fonte
2070-397, Pontével
A igreja primitiva terá sido construída no século XVI, da qual resta o portal manuelino. Em 1970 foi destruída, para dar lugar à que hoje se conhece. A fachada é arredondada e é composta por nave, capela-mor, torre sineira e sacristia. No interior podem ver-se azulejos do século XVII e uma bancada em madeira, à entrada, de 1635, reconstruída aquando da reedificação da nova igreja. Atualmente, em finais de agosto, recebe as festas de Nossa Senhora do Desterro.
Casa de Almendra / Solar dos Viscondes do Banho
- património
Largo da Amoreira - EN332
5150-014, Vila Nova de Foz Côa
Edificada no século XVIII, esta casa é considerada um dos melhores exemplos da arquitetura civil barroca. Construída em granito, apresenta uma decoração rococó concentrada nas janelas e na porta principal. Esta construção denota elementos da construção barroca do Douro, influenciada por Nicolau Nasoni. No início do século XIX, instalaram-se aqui as tropas napoleónicas, incendiando depois o edifício em 1810, quando se retiraram. A partir de 1895 sofreu uma reconstrução parcial, por iniciativa do 3º Visconde do Banho.