Os melhores locais para visitar
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Igreja Paroquial de Trindade / Igreja da Santíssima Trindade
- património
Largo da Igreja
5360-202, Vila Flor
Igreja maneirista e neoclássica, de planta longitudinal simples composta por uma nave, uma capela-mor mais estreita e uma sacristia adossada, com cobertura homogénea em telhado de duas águas. Na fachada principal, destaque para a sineira e para o portal axial de volta perfeita e, no interior, destaque para retábulo-mor neoclássico de talha policromada.
Igreja da Misericórdia de Mirandela
- património
Praça 5 de Outubro, 19
5370-284, Mirandela
Construída em 1671, sofreu obras de remodelação no século XIX, destacando-se a demolição das torres sineiras. Na fachada, evidenciam-se duas estátuas dos fundadores da Ordem da Santíssima Trindade (São João da Mata e São Félix de Valões). No interior, destacam-se o retábulo em talha dourada e os caixotões do teto da capela-mor.
Igreja da Penha Longa
- património
Quinta da Penha Longa
2710, Linhó
Templo quinhentista de uma só nave, com pórtico lateral maneirista e um magnífico zimbório encimado por estátua representando São Miguel Arcanjo. Na capela-mor, com planta em cruz grega, avulta um retábulo de talha barroca, dourada e pintada, com duplas colunas e arquivoltas torsas. Destaque também, no interior, para as telas, azulejos e estatuária.
Igreja de São Pedro / Igreja Matriz de Lourosa
- património
Largo do Monumento Nacional
3400, Lourosa
A sua origem pré-românica torna esta igreja num exemplar raro em Portugal. Este templo moçárabe reflete a diversidade de influências por que passou na época da primeira Reconquista. A singularidade desta igreja advém também dos materiais reutilizados, romanos, visigóticos e árabes, e da monumentalidade da galilé e das três naves com arcos em ferradura.
Igreja do Menino de Deus
- património
Largo do Menino de Deus, 25
1100-466, Lisboa
Mandada edificar por Dom João V, em 1711, apresenta um pórtico de colunas coríntias, caneladas, encimado por frontão quebrado de volutas concheadas. No interior, com traçado em octógono irregular, salientam-se as pinturas dos altares, o colorido dos embutidos em mármore, a decoração pictórica do teto e a pia de água benta, na sacristia, autêntico chafariz.
Mamoa 1 de Pereiro
- património
Cambeses do Rio
5470-041, Cambeses do Rio
Monumento megalítico parcialmente destruído, a apresentar cerca de 17 metros de diâmetro máximo, uma depressão central acentuada. Não são visíveis esteios. Na zona envolvente identificam-se algumas pedras de muros que poderão ter sido esteios. Acredita-se que data de entre finais do V Milénio a.C. e de inícios do III Milénio a.C..
Mamoa 1 do Penedo da Caldeira
- património
Vila da Ponte
5470-543, Vila da Ponte
Monumento funerário megalítico localizado numa colina sobranceira à ribeira da Cambela. Trata-se de uma mamoa de grandes dimensões, com cerca de onze metros, de fácil visibilidade na paisagem. Apresenta um “tumuli” alto, uma depressão central muito acentuada, uma extensa couraça lítica e um anel de contenção, não sendo visíveis vestígios de dólmen.
Mamoa 1 do Ramiscal
- património
EM513
5470-091, Covelães
Mamoa bem visível na paisagem, localizada no cruzamento do caminho com a estrada municipal. Apresenta cerca de 14 metros de diâmetro máximo e dois metros de altura, com uma depressão central muito acentuada. Não são identificados vestígios de dólmen, mas são visíveis restos de couraça lítica. Pertence à necrópole Megalítica do planalto da Mourela.
Mosteiro de Nossa Senhora da Assunção de Tabosa
- património
Largo do Convento
3640-030, Tabosa do Carregal
O Mosteiro de Nossa Senhora da Assunção de Tabosa foi o último mosteiro cisterciense a ser fundado em Portugal. Integrado no núcleo duriense dos mosteiros e conventos da Ordem de Cister, no extremo sul do vale do Varosa, e situado nas chamadas "Terras do Demo", mantêm o espírito de silêncio e de recolhimento da sua fundação.
Palácio de São Marcos
- património
Rua Dom Duarte Nuno
3025-637, Coimbra
O mosteiro deste palácio foi habitado por Monges a partir de 1451. Na igreja, destaque para um conjunto tumular datado dos séculos XV e XVI: túmulo de Fernão Teles de Meneses, datado de 1481, e túmulo de João da Silva e Aires da Silva, da autoria do escultor manuelino Diogo Pires-o-Moço.