Os melhores locais para visitar
Resultados para view now PROBLEMGO.COM buy a fake alibi video showing I wasn't at the crime scene em Portugal
Vouzela
- campo
- património
Vouzela
3670, Vouzela
Situada junto ao rio Vouga, em pleno coração de Lafões, é sede de concelho, tendo recebido, de D. Manuel I, carta de foral em 1514. A harmonia da sua arquitetura tradicional evidencia-se no centro histórico. Possui monumentais edifícios civis e religiosos dos quais se destacam: a Igreja matriz (templo românico-gótico, classificado Monumento Nacional), ponte sobre o rio Zela, Capela de S. Frei Gil, casas dos Távoras e dos Teles, Pelourinho da Forca, antigas casas da cadeia e da Câmara, Igreja da Misericórdia e Ponte dos Caminhos-de-Ferro.
Museu Nacional de Machado de Castro
- património
Largo Doutor José Rodrigues
3000-236, Coimbra
Museu inaugurado em 1913, que teve como acervo inicial as coleções que pertenciam ao Instituto de Coimbra e ao Museu das Pratas. É Museu Nacional desde a década de 60 e o seu nome pretende homenagear o escultor régio nos reinados de D. José, D. Maria I e D. João VI e o mais notável representante da escultura portuguesa do século XVIII. Após obras de remodelação, reabriu ao público em pleno em 2012. As áreas de exposição permanente e de acolhimento aos visitantes concentram-se no edifício requalificado, classificado Monumento Nacional.
Castelo de Alfaiates
- património
Praça Brás Garcia de Mascarenhas
6320-081, Sabugal
Acredita-se que este castelo foi construído em data anterior à nacionalidade, durante o reinado de Afonso IX de Leão. Mais tarde, o monarca Dom Dinis recuperou grande parte daquela região, ordenando obras de restauração e ampliação nas suas fortalezas. Dom Manuel I deu novo foral à povoação, tendo lugar novas obras de recuperação. Atualmente, subsistem duas torres de planta quadrangular, sendo que uma das portas de entrada ostenta a coroa real e o brasão de Dom Manuel. Da muralha que cercava a vila já nada resta.
Pelourinho de Castelo Mendo
- património
Castelo Mendo
6355, Vilar Formoso
No interior das muralhas de Castelo Mendo, o Pelourinho de estilo Manuelino do século XVI é outra referência. Com sete metros de altura, é um dos mais altos de toda a Beira Interior, sendo todo construído em granito. Assenta numa base de seis degraus, e tem um fuste octogonal monolítico que apresenta um capitel em gaiola e um catavento de bandeirola, em ferro, no topo. Está representado nos desenhos de Duarte D’Armas, autor do primeiro guia de viagem das Aldeias Históricas, que atestam a atribuição do Foral Novo a Castelo Mendo, pelo rei D. Manuel I.
Castelo de Belver
- património
Rua de São Pedro
6040-024, Belver
Castelo de forma circular virado para o rio Tejo, edificado em 1194 por Dom Afonso Pais e reconstruído em 1390 por Dom Nuno Álvares Pereira. Mantém os panos da muralha, em parte ameados e com vestígios de torreões. A porta de entrada foi construída no século XV e possui arco de volta redonda. No interior do castelo encontra-se a capela de São Brás que apresenta um agradável retábulo seiscentista. O castelo de Belver foi ponto de partida para diversas ações contra os mouros, tendo, também, servido de apoio a D. João I, durante a Guerra da Independência.
Edifício da Sociedade Amor da Pátria
- património
Rua Dom Pedro IV
9900-111, Horta
O atual edifício foi desenhado por Joaquim Norte Júnior e inaugurado a 30 de junho de 1934. Veio substituir o edifício que ardeu em 1930 no mesmo local, propriedade da sociedade maçónica "Amor da Pátria". O edifício, ao apresentar um estilo Art Déco, destaca-se dos restantes edifícios da cidade da Horta. Trata-se de uma construção de grande envergadura onde sobressai, na fachada principal, uma escadaria dupla ladeada por dois dragoeiros. Foi aqui que, em 1976, teve lugar o ato inaugural da I Legislatura do Governo Regional e, durante vários anos, funcionou a Assembleia Regional dos Açores.
Ermelo
- campo
- património
Ermelo
4880-132, Ermelo
Aldeia integrada no Parque Natural do Alvão, situa-se próxima do rio Olo. Esta aldeia, que parece ter ficado indiferente às mudanças que o tempo opera, conserva o seu belo casario rural, em granito e com telhados de ardósia. D. Sancho I outorgou-lhe foral em 1196 e foi sede de concelho desde 1514 até ao século XIX. Dessa altura subsistem o pelourinho e a velha Casa da Câmara. De salientar as Fisgas do Ermelo, uma das maiores quedas de água existentes em Portugal, despenham-se de 100 metros de altura.
Conjunto urbano da Baixa Pombalina
- património
Baixa Lisboeta
1100, Lisboa
A Baixa Pombalina é o resultado de um projeto urbanístico inovador, imbuído de uma clara preocupação de modernidade. Com um traçado rigorosamente geométrico, tem no Tejo e na estátua de D. José I as principais referências. Ali perto estão também as praças do Rossio e da Figueira. Totalmente reconstruída após o terramoto de 1755, esta zona converteu-se num dos melhores exemplos de planificação urbanística europeia. Ao percorrer as longas avenidas verifica-se que os imponentes edifícios neoclássicos acolhem, hoje, lojas comerciais. A via pedonal da rua das Portas de Santo Antão é a mais tranquila para se dar um passeio.
Via Romana de Currais
- património
Currais
5470-391, Montalegre
Troço de caminho que correspondia à antiga via romana XVII, obra monumental, construída no século I d. C, que ligava as cidades de Bracara Augusta (Braga) e Asturica Augusta (Astorga), passando por Chaves. Para Oeste de Currais, actualmente liga a aldeia a campos agrícolas, passando pela Lama do Carvalhal, Borrageiro e desemboca na albufeira. Para Este conduz também a campos agrícolas e Ladrugães. Ao longo dos séculos serviu para circulação de pessoas e bens e, principalmente, para o escoamento de metais preciosos, explorados em várias zonas de Trás-os-Montes, e levados para Roma.
Igreja de São Pedro de Abragão
- património
Rua do Paçal
4560-015, Abragão
De existência já referenciada desde 1105, esta igreja foi totalmente remodelada no século XIII, por iniciativa de D. Mafalda, filha de D. Sancho I, adquirindo traça românica. Em 1668 procedeu-se à demolição da nave original para dar lugar a uma outra mais ampla, pelo que os únicos elementos românicos hoje restantes são a cabeceira e o respetivo arco cruzeiro. No exterior, o friso de motivos geométricos recorda a decoração das épocas visigótica e moçárabe, enquanto na decoração interior se nota o estilo barroco. Ao lado da torre sineira, acrescentada em 1820, encontra-se um sarcófago não identificado. Foi declarada Monumento Nacional …