Os melhores locais para visitar
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Igreja Matriz de Torre de Moncorvo
- património
Rua do Hospital, 14-24
5160-272, Moncorvo
Templo renascentista com frontaria integrada numa impressionante torre de cantaria. Possui um portal de arco pleno enquadrado e encimado por sete nichos com imagens. No interior é possível observar fragmentos de frescos e retábulos de talha joanina. Um dado curioso: demorou cerca de um século a ser construída, tendo início na primeira metade do século XVI.
Igreja de São João Baptista do Castelo
- património
Castelo de Montemor-o-Novo
7050, Montemor-o-Novo
Igreja erguida, possivelmente, no século XIV, de planta retangular com cobertura de duas águas e teto em abóbada de berço. Capela de planta quadrada com teto e cobertura em cúpula. Já existia em 1302, data em que foi doada ao Cabido da Sé. Foi sede de paróquia com o mesmo nome, encontrando-se, atualmente, em ruínas.
Igreja e Claustro da Serra do Pilar
- património
Largo de Aviz
4430-329, Vila Nova de Gaia
Datada do século XVI (1538) esta obra foi objeto de um número significativo de transformações, que modificaram por completo o projeto inicial de Diogo de Castilho e João de Ruão. A igreja construída em 1598 apresenta uma forma circular e é rodeada por um varandim e rematada num lanternim. O interior apresenta talha e esculturas setecentistas.
Mamoa de Chã de Trás da Fraga
- património
Chã de Trás da Fraga
5470-091, Covelães
Monumento megalítico bem visível na paisagem, localizado a cerca de 50 metros a Sul da casa florestal. Apresenta cerca de quinze metros de diâmetro, com uma depressão central muito acentuada e vestígios evidentes de dólmen, dos quais se destacam quatro esteios deslocados. Apresenta ainda vestígios de couraça lítica. Pertence à necrópole Megalítica do planalto da Mourela.
Azenhas de Dom Prior
- património
Rua da Argaçosa
4900-931, Meadela
Azenha datada de 1819, constituída por dois corpos retangulares e por quatro arcos de volta abatida. O interior encontra-se em mau estado, notando-se uma parede divisória em pedra com uma porta de comunicação encimada por um vão retangular. Trata-se de uma azenha de maré que funcionava pela força motriz da água.
Caminho da Liberdade
- património
Castro Verde
7780-295, Castro Verde
Este monumento pretende evocar os 30 anos de Poder Local Democrático, destacando-se, no centro, um paralelepípedo maior que simboliza o 25 de abril. No cimo, surge uma espiga de trigo que simboliza a luta do povo por melhores condições socioeconómicas. Paralelamente, procura-se associar a este simbolismo o “castro“ de Castro Verde, através das ameias de um castelo.
Casa da Pesca
- património
Estação Agronómica Nacional
2780, Oeiras
Esta casa pertence ao conjunto da antiga quinta do Palácio do Marquês de Pombal. Espaço ajardinado onde se destacam algumas obras, tais como o tanque com dois tritões esculpidos e alguns painéis de azulejos. São estes painéis de azulejo que, com os seus motivos de faina e de pesca, dão o nome a esta casa.
Casa de Sá
- património
Rua de Sá
4620-569, Santa Eulália
Casa tipo palacete, de estilo eclético, com planta retangular e capela no interior. Atualmente, para além de casa particular, é um centro de produção agrícola. Esta casa esteve ligada aos momentos mais significativos da História de Portugal e por ela passaram personalidades de grande prestígio, como Camilo Castelo Branco, José Régio ou o Bispo Trindade Salgueiro.
Castelo de Folgosinho
- património
Rua do Castelo
6290-081, Gouveia
Castelo revivalista reconstruído no século XX, de planta circular, onde subsistem vestígios da fortificação medieval. O castelo primitivo terá sido construído no século XII, durante o reinado de Dom Sancho I, sobre ruínas de um castro lusitano. Na primeira metade do século XX foi edificado o castelo atual por iniciativa da Junta de Freguesia de Folgosinho.
Convento de Sandelgas / Mosteiro de Nossa Senhora de Campos
- património
Rua do Convento, 8
3025-474, Coimbra
Antigo mosteiro de Nossa Senhora de Campos de Montemor-o-Velho, pertencente às religiosas da Ordem Terceira de São Francisco, que foi transferido para este local devido às enchentes do rio. Depois da extinção das ordens religiosas, o convento foi vendido, em 1865, à família Moura, que atualmente explora o espaço para realização de eventos.