Os melhores locais para visitar

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Judiaria da Covilhã

  • património

Rua das Flores
6200-096, Covilhã

Covilhã

A comunidade judaica da Covilhã foi, entre o século XII e inícios do século XX, uma das mais fortes de Portugal. Muitos são os vestígios que restam dessa época, nomeadamente a nível arquitetónico na zona da antiga Judiaria, no centro histórico. Chegaram a existir dois núcleos hebraicos, que se caracterizam por vias estreitas, sem ordenamento e espaços públicos reduzidos. Há uma janela Manuelina dessa época que se encontra na parte de trás do município.

Mamoa da Portela da Mourela

  • património

Portela da Mourela
5470-091, Covelães

Montalegre

Mamoa bem visível na paisagem, localizada no início do caminho que sai da EM 513 e liga ao posto de vigia da Mourela. Apresenta cerca de onze metros de diâmetro e uma depressão central pouco acentuada, sendo visíveis vestígios de dólmen, nomeadamente cinco esteios que parecem ser da câmara. O tumulus é em terra e identificam-se restos de couraça lítica. Pertence à necrópole Megalítica do planalto da Mourela.

Mamoa de Marouco da Raposeira

  • património

Lamachã
5470-321, Negrões

Montalegre

Em pleno percurso pedestre do trilho do Alto Rabagão, no sítio "Marouco da Raposeira" encontra-se um monumento megalítico, parcialmente cortado pelo caminho. É uma elevação pouco proeminente, conserva ainda restos de couraça lítica e não se detecta depressão central significativa nem esteios à superfície. Tem cerca de 10 metros de diâmetro e está coberta por pinheiros. Trata-se efectivamente de mais um monumento megalítico funerário, que poderá estar quase intacto.

Muralhas de Setúbal

  • património

Centro Histórico de Setúbal
2900, Setúbal

Setúbal

A cidade de Setúbal encontrou-se outrora rodeada por duas cinturas de muralhas. A primeira, apelidada de Muralha Afonsina por ter sido iniciada no reinado de D. Afonso V, demarcava o termo de Setúbal. Esta muralha teria como principal tarefa a proteção da comunidade piscatória dos ataques dos piratas. A segunda cintura de muralhas teve o seu início no reinado de D. João IV e destinava-se a proteger a vila que se tinha expandido para lá das muralhas.

Núcleo de Marcos Miliários de Antas

  • património

Antas
4940-682, Rubiães

Paredes de Coura

Este é apenas um dos 14 marcos miliários que existem no concelho de Paredes de Coura. Estão situados no caminho que ia até Braga, então chamada de Bracara Augusta. Só em 5 marcos é possível ver o número das milhas, porque, se no início eram utilizados para contabilizar distâncias, depois serviram para registar os títulos honoríficos dos diversos imperadores, sua filiação e cargos públicos, explicando-se assim o aparecimento de vários miliários no mesmo local.

Pax Julia - Teatro Municipal de Beja

  • património

Largo de São João, 1
7800-416, Beja

Beja

A sua construção começou em 1866, tendo sido inaugurado apenas em 1928. Vários motivos justificam a demora na construção, mas o principal é relativo à falta de fundos, que viria a ser solucionada apenas quando a Social Teatral Bejense negociou com a Castelo Lopes. Hoje é das principais salas da espetáculo do sul do país, com capacidade para, em plateia e balcão, 622 lugares. É composto também por Sala Estúdio, cafetaria e foyer.

Paço Real da Vila / Paço dos Henriques

  • património

Praça da República
7090-026, Viana do Alentejo

Viana do Alentejo

É um edifício do século XIII que foi totalmente alterado no século XVI para a instalação da capela de São Jerónimo. Apresenta planta composta pela articulação de dois elementos de planta retangular dispostos perpendicularmente. Destaca-se o pórtico do terreiro e pequena fresta quadrada das caves e três janelas de molduras manuelinas, uma delas de sacada. Realça-se, também, a existência de uma escadaria de um só lanço que dá acesso a um pequeno pórtico.

Ponte Ferroviária Rainha Dona Amélia

  • património

Muge
2125, Muge

Salvaterra de Magos

O rei D. Carlos entregou este projeto ao francês Gustave Eiffel, célebre autor da famosa Torre Eiffel, e permite a ligação entre as duas margens do Rio Tejo, unindo os concelhos do Cartaxo e Salvaterra de Magos. A ponte foi inaugurada em 1904, tem 840 metros de comprimento e apenas cinco de largura, tendo sido encerrada ao tráfego ferroviário em 2001. Posteriormente, foi remodelada de modo a permitir a circulação de veículos ligeiros.

Capela de Nossa Senhora das Salvas ou das Salas

  • património

Largo de Nossa Senhora das Salvas
7520-147, Sines

Sines

Capela do século XVI que conserva, na fachada principal, o portal manuelino e lápides com inscrições. De ambos os lados encontram-se contrafortes, rematados por pináculos cónicos, que sustentam a abóbada artesoada que cobre a única nave da capela. As paredes são revestidas a azulejos do século XVIII. Possui nave única e capela-mor com abóbadas estreladas, assentes em mísulas, elementos decorativos manuelinos nos fechos, mísulas de descarga das abóbadas e ainda no portal.

Capela de Nossa Senhora de La Salette

  • património

Oliveira de Azeméis
3721-909, Oliveira de Azeméis

Oliveira de Azeméis

Este foi o primeiro templo construído em Portugal destinado ao culto desta santa. Encontra-se no cimo de uma colina inserida no Parque de La Salette, mancha arborizada com jardins românticos e um lago, coreto e chafariz. Edifício religioso, de cunho neomedieval, construído em finais do século XIX por António Correia da Silva (projeto de arquitetura), Henrique Moreira (escultura da fachada), Ricardo Leone (vitrais) e Jerónimo Monteiro da Costa (projeto do parque).

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