Os melhores locais para visitar
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Planície Mediterrânica
- património
Rua da Esteva
7780-159, Castro Verde
Este monumento, inaugurado no âmbito do festival “Planície Mediterrânica”, invoca o homem na sua relação com a paisagem e a planície. Sendo a paisagem de Castro Verde representativa da cultura mediterrânica, esta peça, representando um homem e uma mulher, sobre as quais se encontra a planície e o perfil urbano de Castro Verde, pretende homenagear esta localidade.
Busto de Alberto Veiga Simões
- património
Avenida José Augusto Carvalho - EN342
3300, Arganil
Busto de homenagem a Alberto Veiga Simões, que nasceu a 16 de dezembro de 1888 em Arganil. Estudou Direito na Universidade de Coimbra e abraçou posteriormente a carreira de diplomata (Manaus, Pará, Viena, Praga, Budapeste e Bruxelas). Notabilizou-se ainda como escritor e jornalista. Viria a falecer em Paris em 1 de dezembro de 1954.
Capela de Nossa Senhora de Lourdes / Capela de São João Baptista / Capela da Senhora de São João
- património
Rua Fidalgos Manuel de Nápoles
3570-170, Mosteiro
Esta capela tardo-barroca, destaca-se pela decoração à volta dos vãos da fachada principal, nomeadamente a dupla cornija do portal, a superior interrompida em volutas e as molduras polilobadas das janelas. No interior, sobressai o retábulo de talha com elementos rococós e neoclássicos na decoração do espaldar e do altar em forma de urna.
Capela de Nossa Senhora dos Prazeres
- património
Rua Nova, 28-30
5160-292, Moncorvo
Capela construída em 1714 e integrada no solar dos Vasconcelos. Possui uma planta retangular e encontra-se coroada com a pedra de armas dos Melos, Castros e Vasconcelos. No interior, com pavimento em granito, destaca-se o altar, em honra de Nossa Senhora dos Prazeres, composto por quatro arcos plenos com decoração vegetalista.
Capela de Santa Cristina e Cruzeiro Adajcente
- património
Rua da Capela de Santa Cristina
2665-010, Malveira
Capela composta por nave única e capela-mor profunda. Na capela-mor realça-se o teto abobadado com frescos e, no trono, uma imagem de Santa Cristina, do século XV, em pedra policromada. O cruzeiro, em calcário, com forma de cruz latina e braços de perfil quadrado, ostenta a data de 1688.
Capela de Santo António e Calvário
- património
Rua de Santo António
6090-181, Penamacor
Capela barroca de planta longitudinal composta por uma nave, uma capela-mor mais estreita e baixa e uma sacristia adossada, com coberturas diferenciadas a duas águas. Foi provavelmente construída entre o século XVII e o século XVIII, sendo depois restaurada em 1950. Junto à capela existe um Calvário com cruzes molduradas.
Capela de São Miguel
- património
Rua Dona Maria Cândida
6290-632, Gouveia
Capela de planta longitudinal composta por uma nave, um alpendre e uma sacristia adossada, com coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na nave e três na capela-mor e sacristia. Não se sabe quando foi construída a capela primitiva, sabendo-se apenas que foi transferida para o atual local em 1936.
Capela do Senhor da Pedra
- património
Alameda do Senhor da Pedra
4405, Gulpilhares
Esta capela setecentista de planta hexagonal destaca-se por se localizar mesmo no areal da praia de Miramar. Foi construída em 1686 sobre um rochedo e é considerada um local de culto e peregrinação, nomeadamente através da Romaria do Domingo da Santíssima Trindade, uma das maiores e mais carismáticas do concelho.
Casa Vaz
- património
Rua José Relvas
2150-200, Golegã
Casa burguesa datada de 1865 e constituída por dois andares, com a fachada principal com vãos moldurados com vergas semicirculares e em arco apontado e pilastras toscanas. No piso térreo, destaque para o conjunto de azulejos de padrão oitocentista. A família Vaz Monteiro, a quem pertencia, doou a casa à Santa Casa da Misericórdia, em 1970.
Casa do Ribeirinho
- património
Rua do Ribeirinho, 3
3420, Midões
Nesta casa, datada do século XVIII e pertencente à família Abreu Abranches, destacam-se as típicas janelas retangulares e cimalhas. Tem ainda uma capela em honra de Nossa Senhora do Rosário, que, apesar de ter sido construída no mesmo século, sofreu alterações no século XIX. Aqui destacam-se as talhas e os azulejos setecentistas.