Os melhores locais para visitar

Património em Portugal

Igreja do Salvador de Ganfei

  • património

Largo do Convento
4930-349, Ganfei

Valença

Igreja de três naves onde se evidenciam as colunas e os arcos e capitéis românicos. Sofreu importantes alterações no século XVIII, com a substituição do primitivo portal românico e da abside.

Convento Beneditino de Ganfei

  • património

Largo do Convento
4930-355, Ganfei

Valença

Antigo convento beneditino, amplamente reformulado no século XVIII, onde são visíveis elementos românicos. É formado por três naves possantes de raiz românica. Para além do claustro conserva elementos pertencentes a fontes, chafarizes e repuxos.

Casa do Eirado

  • património

Rua Doutor Pedro Augusto Dias
4930-720, Valença

Valença

Também conhecida como Casa da Janela, este edifício quatrocentista apresenta uma planta retangular com fachadas de um ou dois pisos, em cantaria aparente, rasgadas por vãos retilíneos com decoração manuelina. Na fachada do lado esquerdo existem algumas roturas que, segundo os populares, são resultantes do terramoto de 1755.

Praça Forte de Valença

  • património

Fortaleza de Valença
4930-619, Valença

Valença

Estas fortificações datam do século XVII e foram construídas para fazer face às lutas pela independência. Era uma das mais importantes praças fortes do país. Atualmente subsistem quatro portas e doze baluartes, edificados em épocas distintas. Nos terraços é possível observar velhas peças de artilharia. Foi remodelada em 1640.

Igreja Românica do Convento de Sanfins

  • património

EM1048, 110
4930-440, Sanfins

Valença

A 200 metros de altura ergue-se a Igreja do Convento de Sanfins, românica, com uma só nave, parte do antigo convento beneditino. Merece destaque a decoração dos capitéis, das portas e frestas.

Centro Histórico de Valença

  • património

Valença
4930, Valença

Valença

É no interior da Praça-forte de Valença que pode admirar o seu belo centro histórico, desde a Ponte Velha Metálica, ao Marco Miliário, passando por inúmeros monumentos de cariz religioso, como a Igreja da Colegiada de Santo Estêvão, a Igreja da Misericórdia, ou a Igreja Matriz de Santa Maria dos Anjos. Valença começou por adquirir importância durante a Idade Média, altura em que foi passagem obrigatória nas peregrinações a Santiago de Compostela. Mas foi no domínio militar que Valença se notabilizou. Foi um importante baluarte defensivo, bastião da nacionalidade, inúmeras vezes assediado pelo vizinho espanhol. A fortaleza de Valença foi …

Museu de Póvoa e Meadas

  • património

Largo do Rossio, 14
7320-011, Póvoas e Meadas

Castelo de Vide

Está instalado num solar do século XVIII e mostra exposições da vida rural local e das atividades produtivas da freguesia. Também expõe objetos de Arqueologia, Etnografia e História local.

Núcleo Museológico da Sinagoga de Castelo de Vide

  • património

Rua da Judiaria
7390-190, Castelo de Vide

Castelo de Vide

Apesar da sua fundação não ser exata, sabe-se que, no século XIV, havia uma judiaria em Castelo de Vide. Uma visita ao Núcleo Museológico da Sinagoga de Castelo de Vide vai permitir que o visitante fique a conhecer o interior deste local de culto, nomeadamente, o tabernáculo, com as respetivas cavidades destinadas às lamparinas dos "Santos Óleos" e ao lado direito desta peça, uma apoiaria as sagradas escrituras, em que na base estão implantadas sete bolas indicadoras dos seis dias em que Deus criou o mundo e do último dia, o sétimo, descanso da obra.

Igreja e Antigo Hospital da Misericórdia / Igreja de Santo Amaro

  • património

Rua de Santo Amaro
7320-177, Castelo de Vide

Castelo de Vide

Igreja de arquitetura barroca com nave única, cruzeiro, sacristia e Hospital. A nave está decorada com gessos pintados em tons de rosa, azul, negro e branco, a imitar mármores. Os elementos apresentam-se com motivos vegetalistas.

Judiaria de Castelo de Vide

  • património

Rua da Judiaria
7320-190, Castelo de Vide

Castelo de Vide

Fica na zona medieval da vila de Castelo de Vide, junto ao Castelo, no outrora bairro judeu local, conforme asseveram documentos do século XIV e XV. O bairro era atravessado por um dos principais eixos de comunicação do castelo e a sua desagregação verificou-se a partir do reinado de Dom Manuel I, após o decreto que impunha obediência católica aos judeus que, para não serem obrigados a abandonar a vila, se foram convertendo em cristãos-novos. Em algumas ombreiras das portas é possível ver símbolos hebraicos.

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