Marco construído em 1844, durante o reinado de Dona Maria II, com o objetivo de assinalar a antiga estrada real. Destaca-se uma esfera com um relógio de sol.
Menir de grandes dimensões que representa arquitetura funerária, megalítica. É tido como o segundo maior monólito utilizado como menir em Portugal e o maior do Norte do país.
Esta Orca está bem sinalizada contudo encontra-se com um estado deteriorado e tomada pela vegetação. O acesso é possível a pé ou com um veículo todo-o-terreno.
Totalmente reconstruído após o terramoto, sofreu importantes obras nos séculos XIX e XX, que lhe modificaram o caráter original. Na classificação estão incluídos os azulejos do séc. XVIII.
Ponte sobre o Rio Paiva. Encontra-se em bom estado de conservação. Com apenas um arco e de pequena dimensão, o imóvel apresenta uma face de alguma monumentalidade.
Pequeno busto em bronze que presta homenagem a Simon Bolívar, o grande libertador da Venezuela. Localiza-se no centro da rotunda com o mesmo nome, assente num bloco de mármore.
Capela pertencente a um solar, apresenta uma fachada rematada por um frontão com quatro pináculos. No interior destacam-se a talha dourada do altar-mor, o púlpito e o coro alto.
Igreja barroca com decoração muito sóbria, apresentando uma capela-mor profunda e abobadada. A classificação de imóvel de interesse concelhio abrange o cruzeiro e o fontanário, de grande simplicidade.
Capela de planta longitudinal de nave única retangular. Destaca-se, no interior, o lavrado da pedra e o retábulo que mistura elementos decorativos eruditos, com outros de sabor popular.