Capela de planta longitudinal simples, composta por um espaço único e com uma sacristia adossada. Foi, provavelmente, construída no século XVII, sofrendo remodelações nos séculos seguintes. No interior, destaca-se a pia de água benta e o retábulo-mor.
Pequena capela em estado arruinado, muito simples. De nave única, conserva um arco triunfal manuelino. Na fachada principal rasga-se um vão de entrada de moldura retangular encimado por uma janela retangular, terminando em empena encimada por uma cruz.
Capela vernácula que se acredita ter sido construída no século XV, a apresentar uma planta longitudinal, com uma nave e uma capela-mor mais estreita e com coberturas interiores diferenciadas de madeira em masseira. No século XVI, foi ampliada e foi construído o púlpito e, no século XVIII, a fachada foi remodelada e foi construído o retábulo-mor.
Capela maneirista e barroca de planta longitudinal composta por uma nave, uma capela-mor mais estreita e uma sacristia e um campanário adossados. Foi construído no século XVII no local onde existira um antigo templo que se acredita ter sido construído pelos templários.
Capela provavelmente construída no século XVIII, a apresentar uma planta longitudinal com dois espaços interiores diferenciados, correspondendo à nave e à capela-mor, separados por um arco triunfal. Foi reconstruída em 1932 e, em 1981, sofreu obras de remodelação.
Capela de planta longitudinal composta por uma nave e uma capela-mor mais estreita e com cobertura em telhado de duas águas. Foi construída no século XVI e completamente reconstruída em 1966. No interior, destaque para o painel em mosaico da capela-mor.