O templo romano de Diana é o verdadeiro ex-líbris da cidade de Évora. É constituído por 14 colunas de granito, sendo as bases e os capitéis em mármore de Estremoz. Foi erguido no século I, durante a época de Augusto e destruído durante o século V, aquando das invasões bárbaras. Contudo, as suas ruínas continuaram a ser aproveitadas ao longo dos tempos.
Esta igreja sofreu grandes alterações no século XVIII, sendo desta época a fachada principal com portal. É uma igreja de uma só nave, ampla e não tem capela-mor. Possui azulejos e pinturas a óleo de Francisco Xavier de Castro. É de realçar ainda o altar-mor do século XVII.
Obra do arquiteto Francisco José de Abreu, integra o conjunto de Passos desta região, que são dos maiores do país. As ombreiras estão decoradas com volutas de elementos vegetalistas. A abóbada e paredes cobertas de pinturas murais.
Deste pelourinho apenas ficou plinto o paralelepípedo de mármore. Também por isso, a data da sua edificação não é certa, embora se suponha que date do século XVI e, tendo em conta a sua base, terá havido uma quebra da sua coluna.
Conheça os encantos desta cidade-museu, classificada pela UNESCO, em 1986, como Património Mundial da Humanidade, tal é o seu legado e riqueza histórica. Deixe-se guiar por entre ruas e praças históricas, onde passado e presente se misturam; deleite-se com a beleza natural das paisagens circundantes, entregue-se à simpatia das gentes eborenses, sublime-se com a gastronomia, pasme-se com as tradições e o artesanato típico!
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