Os melhores locais para visitar

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Fábrica de Chá de Porto Formoso

  • lazer

ER1-1
9625-421, Porto Formoso

Ribeira Grande

Durante muito tempo a Ilha de São Miguel era o único ponto da Europa onde se fabricava chá. A Fábrica de Chá Porto Formoso foi fundada por Amâncio Machado Faria e Maia e laborou entre os anos 20 e os anos 80. Recentemente, tem passado por um processo de recuperação. Os visitantes podem apreciar os vastos jardins panorâmicos da herdade, visitar o espaço museológico e a própria fábrica de chá. Depois, podem relaxar e provar uma das especialidades da fábrica na sala de chá. Dispõe de parque privativo.

Forte de Nossa Senhora da Graça ou de Lippe

  • património

Monte Senhora da Graça
7350-410, Alcáçova

Elvas

Exemplar da arquitetura militar europeia do século XVIII, mandado construir por D. José no local onde outrora existira um fortim. Este forte abaluartado fica situado num impressionante monte rochoso. É formado por amplos espaços, jogos de linhas e volumes o que lhe confere potência e eficácia militar. Singulariza-se pela residência do Governador, edifício invulgar no contexto arquitetónico do forte. Também é designada de Fortaleza de Lippe, nome do autor da proposta da construção. No interior encontra-se uma capela em honra de Nossa Senhora da Graça.

Igreja Matriz de São Salvador / Antigo Colégio de São Francisco Xavier

  • património

Largo Duque D'Ávila e Bolama
9900-141, Horta

Horta

Inicialmente edificada como Igreja do Colégio dos Jesuítas, teve o lançamento da primeira pedra em 1652. No entanto, a construção apenas foi iniciada em 1680. Os edifícios que a ladeiam (Colégio) nunca chegaram a ser terminados e hoje em dia albergam o Museu da Horta e a Câmara Municipal. A igreja, por sua vez, tornou-se matriz em 1825, devido ao adiantado estado de degradação da anterior matriz. A fachada da igreja é composta por quatro pisos e o seu interior é composto por uma só nave e três capelas intercomunicantes.

Igreja Paroquial de Fiães do Tâmega

  • património

Rua da Raposeira
5460-431, Fiães do Tâmega

Boticas

A Igreja Paroquial de Fiães do Tâmega, dedicada a Santa Susana, encontra-se implantada no principal largo da aldeia. Construção em granito, orientada Nordeste/Sudoeste, na fachada principal, alongada por um campanário, tem uma porta rectangular ladeada por duas frestas horizontais. No interior da igreja, recentemente alvo de obras de restauro, destaca-se o altar-mor, em talha dourada, que ocupa parte central da cabeceira, decorado com painéis pintados. É nesta igreja que se celebram as missas dominicais e os ofícios religiosos da Festa em Honra de Santa Susana.

Igreja da Colegiada / Igreja Matriz de Ourém

  • património

Largo da Sé Colegiada
2490-462, Ourém

Ourém

Situado próximo da porta da vila medieval, este templo, que anteriormente acolheu a Igreja de Santa Maria de Ourém, foi remodelado e ampliado em 1445, passando a funcionar como a Colegiada de Nossa Senhora das Misericórdias, por iniciativa de D. Afonso, quarto Conde de Ourém. Destruída pelo terramoto de 1755, foi reconstruída no século XVIII, mantendo as dimensões e a planta do primeiro edifício. Da estrutura original, salvou-se apenas a cripta, onde se encontra o túmulo de D. Afonso. Na capela-mor destaca-se o coro e um quadro a óleo do século XVIII.

Igreja da Misericórdia de Mangualde/ Casa do Despacho

  • património

Rua Albertino de Macedo, 5
3530-219, Mangualde

Mangualde

A sua construção decorreu entre os anos de 1721 e 1724, num projeto do arquiteto Gaspar Ferreira. É composta por nave e ousia, sacristia e sala do despacho. O recheio que recebeu para o interior converteu-a num belo exemplar de arte barroca do período joanino. Destaque para os painéis azulejares de simbologia cristã, referentes a cenas do Novo Testamento, para as cenas da vida de Maria e Jesus retratadas no teto da ousia, para os azulejos da Fábrica do Rato da sacristia e para os detalhes do retábulo-mor.

Igreja de São Tiago

  • património

Praça do Comércio, 57
3000-116, Coimbra

Coimbra

Igreja românica datada do último quartel do século XII, altura em que acolhia os peregrinos que se dirigiam ao Santuário de Santiago de Compostela. O templo, de três naves, foi sagrado em 1206. Sofreu transformações nos séculos XVI, XVIII e XIX. No exterior, salientam-se o óculo e o portal com colunas e capitéis decorados. No interior, destacam-se o retábulo da capela-mor, do rococó coimbrão (oriundo da igreja de São João de Almedina), e o portal gótico da capela que se abre no tramo médio da nave lateral.

Palácio dos Sousa Câmara

  • património

Praça da República, 35
7160-207, Vila Viçosa

Vila Viçosa

Outra obra da autoria do arquiteto José Francisco de Abreu. José Bernardo de Sousa da Câmara foi vereador municipal em 1752 e reformou-se em 1798 do posto de sargento-mor de cavalaria, tendo falecido pouco depois. A casa foi deixada a uma sobrinha - D. Inácia Xavier Caetano de Aragã. É das maiores casas apalaçadas da vila e mantém a sua função residencial, em ótimo estado de conservação, exterior e interiormente. A fachada obedece a um estilo sóbrio e simétrico. No interior existe uma capela e várias pinturas murais neoclássicas.

Penedo da Forca

  • património

Bairro das Eiras
3460-452, São Miguel do Outeiro

Tondela

Penedo de grande dimensão para cumprimento das penas emanadas do tribunal que ainda é hoje conhecido Penedo da Forca que era onde enforcavam os condenados. Existe uma pedra erguida em cima de um penedo onde há vestígios de nele existir outra pedra ainda. Este penedo fica num ponto elevado da povoação avistada por toda a aldeia, para que os condenados a morte ficassem visíveis, servindo de exemplo aos malfeitores. Encontra-se em estado degradado, com algumas das pedras constituintes do local de execução fora do sítio.

Aqueduto das Águas Livres

  • património

Rua Dom Diniz
1685, Famões

Odivelas

Pertencente ao conjunto anexo ao aqueduto das Águas Livres, trata-se de um aqueduto extenso, em pedra, criado para levar água até ao Terreiro do Paço de Queluz para consumo das cavalariças reais. A obra foi criada no local de duas nascentes: a nascente da Gargantada e a do Pocinho e servia diversos chafarizes e fontes em Queluz. Mandado construir por D. João V, em 1731, só viria a ser terminado em meados do século XIX. O troço principal tem 14 quilómetros de comprimento, oito dos quais no município da Amadora.

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