Os melhores locais para visitar
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Centro de Talassoterapia e Spa de Vilalara
- lazer
- praia
Praia das Gaivotas
8400-450, Lagoa
Integrado no resort Vilalara, este espaço está localizado na Praia das Gaivotas. O Centro de Talassoterapia foi inclusive considerado como um dos cinco melhores em todo o Mundo. Dispõe de vinte cabines para tratamentos de Talassoterapia, 22 cabines para tratamentos de SPA e três piscinas. Apresenta tudo o que há de melhor em termos de utilização do clima marinho atlântico e dos seus derivados, assim como equipamentos e tratamentos modernos. O cliente segue um tratamento especificamente adaptado às suas necessidades, após as serem detetadas as suas necessidades na consulta médica inicial.
Forno do Povo de Cerdedo
- património
Rua Central do Barreiro
5460-350, Cerdedo
O Forno do Povo de Cerdedo é uma construção rural vernacular em granito, cobertura de duas águas, em telha. No interior do edifício, à direita da porta da entrada encontra-se o tendal, estrutura maciça em granito e, na parte fundeira, encontra-se o forno onde a população local continua a cozer o pão tradicional. Este equipamento desempenhava, em tempos idos, um importante papel na sociabilidade aldeã, o chamado “café do povo”, era onde se reuniam durante os serões, era também o albergue dos pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam.
Forno do Povo de Fiães do Tâmega
- património
Avenida Principal
5460-431, Fiães do Tâmega
O Forno do Povo de Fiães do Tâmega é uma construção rural vernacular em granito, cobertura de duas águas, em telha. No interior do edifício, à direita da porta da entrada encontra-se o tendal, estrutura maciça em granito e na parte fundeira encontra-se o forno, onde a população local continua a cozer o pão tradicional. Este equipamento desempenhava, em tempos idos, um importante papel na sociabilidade aldeã, o chamado “café do povo”, era onde se reuniam durante os serões, era também o albergue dos pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam.
Igreja de Paradela do Rio
- património
Rua da Barragem
5470-362, Montalegre
É uma Igreja relativamente recente, data do século XVIII. Antes de ser Igreja era uma Capelania de São João da Ponteira, que era a Freguesia. No século XVII, devido ao crescimento populacional, a freguesia passou a ser Paradela do Rio. A aldeia da Ponteira é muito mais antiga do que a aldeia de Paradela do Rio, sendo que um dos mais antigos documentos que a ela faz referência é o testamento de São Rosendo, que data do século X. Tem o nome de Igreja de São João, embora o único São João que existisse na época fosse na Ponteira.
Igreja de São João Baptista / Igreja Paroquial de Lobrigos
- património
Rua de São João Baptista
5030-435, Lobrigos
Implantada num pequeno largo onde se situa, também, uma fonte de espaldar barroco com pedra de armas, a igreja paroquial de Lobrigos destaca-se pela fachada principal que é, simultaneamente, a base da torre sineira. De planta quadrada, aqui se abrem, nas suas três faces, arcos de volta perfeita, formando uma galilé que antecede a entrada no templo. O corpo da igreja desenvolve-se longitudinalmente, para trás, apresentando nave única com coro alto, e capela-mor, retangulares. Destaque para o órgão de tubos, o único em funcionamento na diocese de Vila Real.
Igreja de São Vicente de Fora
- património
Largo de São Vicente
1100-572, Lisboa
Terá sido mandada construir por Dom Afonso Henriques, fora das muralhas mouras. O templo refeito na época de Filipe II possui fachada de calcário composta por um corpo central e dois torreões. É, essencialmente, uma construção dominada por uma gramática maneirista, na qual todos os elementos, portas, janelas e nichos, se distribuem de forma harmoniosa e simétrica. Todo o seu interior merece especial atenção. O projeto inicial deve-se, provavelmente, a Terzi Nela, tendo contado com a colaboração de Leonardo Turriano, Baltazar Alves, Pedro Nunes Tinoco e João Nunes Tinoco.
Largo da Oliveira
- património
Largo da Oliveira
4800-438, Guimarães
É neste largo que se encontra o que resta do antigo Convento da Nossa Senhora da Oliveira, a igreja da Oliveira e o lindíssimo claustro inserido no Museu Alberto Sampaio. Em frente à igreja pode apreciar-se o padrão que relembra a vitória de D. Afonso IV sobre os mouros, em 1340, na batalha do Salado. Destaca-se também a Domus Municipalis, um imponente monumento que foi paço do concelho nos finais do século XIV, realçando-se o alpendre sustentado em cinco arcos góticos, as cinco janelas de sacada e uma estátua na fachada do edifício que representa Guimarães.
Palácio dos Marqueses de Fronteira
- património
Largo de São Domingos de Benfica, 1
1500-554, Lisboa
O tempo parece ter parado neste belo palácio de traço renascentista, situado no Largo de São Domingos de Benfica. As características decorativas mais relevantes deste palácio são os estuques e os azulejos. Destaque para a Sala das Batalhas que evoca (num estilo que hoje nos faz pensar na banda desenhada) os feitos do Conde da Torre nas duras pelejas da Restauração. O pátio dá acesso à Capela e ao Jardim de Vénus; é aqui que se situa, também, a Casa de Fresco. Em frente encontra-se o Lago Grande que acompanha a Galeria dos Reis.
Ponte Romano-Medieval de Rubiães
- património
Nogueira
4940-686, Lugar da Costa
Ponte construída na segunda metade do século XVIII por legado do Padre João Soares Brandão e inserida num ambiente rural, bucólico e harmonioso, sobre o rio Coura. Trata-se de uma construção granítica de tabuleiro horizontal e rampa na margem esquerda, sobre três arcos de volta perfeita, um maior, junto à margem esquerda e dois de menores dimensões. Distingue-se por apresentar uns orifícios para facilitar o escoamento das águas para o rio. Durante a segunda metade do século XX recebeu obras de restauro que passaram pelo reforço das juntas e pela colocação de asfalto.
Ara
- património
Penedones
5470-069, Chã
Ara anepígrafa em granito de grão médio a fino, recolhida perto de uma habitação, na aldeia de Penedones, durante obras de recuperação. Não apresenta vestígios de inscrição, ou porque nunca foi gravada ou porque foi apagada em reutilizações posteriores. Uma parte do fuste encontra-se escavada, sendo possível que nessa altura se tenha perdido a eventual epígrafe. São visíveis restos de cal branca em todo o monumento e nota-se a ausência de toros e fóculo na parte superior, o que parece confirmar a sua reutilização. Destaca-se a sua imponência, com um avantajado capitel e uma base bem volumosa.