Os melhores locais para visitar
Museu do Sabugal
- património
Largo de São Tiago
6320-447, Sabugal
Este museu expõe uma coleção de objetos que vão desde a pré-história à Idade Moderna, passando pela época romana e pela Idade Média. Dispõe ainda de um espaço para exposições temporárias.
Sortelha
- campo
- património
Sortelha
6320, Sabugal
Sortelha, localizada num elevado monte rochoso a mais de 760 metros de altitude, é uma das mais antigas vilas do país. Com ótimas condições defensivas, foi habitada, inicialmente, por civilizações castrejas e, muito mais tarde, povoada por Dom Sancho II. Do castelo medieval, que foi alvo de várias transformações, subsistem algumas torres defensivas, a torre de menagem e, ao longo das muralhas, algumas portas góticas. Destaque para a igreja matriz, datada do século XIV, com talha barroca no altar-mor do século XVIII.
Castelo de Vilar Maior
- património
Largo da Misericórdia, 9
6320-601, Sabugal
A ocupação primitiva deste local remonta, possivelmente, à época pré-romana, romana ou muçulmana, sendo depois reconstruído em 1139. Apresenta um traçado oval irregular, com uma torre de menagem quadrada, tendo três registos, seteiras retas e uma porta em arco quebrado.
Castelo de Alfaiates
- património
Praça Brás Garcia de Mascarenhas
6320-081, Sabugal
Acredita-se que este castelo foi construído em data anterior à nacionalidade, durante o reinado de Afonso IX de Leão. Mais tarde, o monarca Dom Dinis recuperou grande parte daquela região, ordenando obras de restauração e ampliação nas suas fortalezas. Dom Manuel I deu novo foral à povoação, tendo lugar novas obras de recuperação. Atualmente, subsistem duas torres de planta quadrangular, sendo que uma das portas de entrada ostenta a coroa real e o brasão de Dom Manuel. Da muralha que cercava a vila já nada resta.
Castelo do Sabugal e Restos da Muralha
- património
Largo de Santa Maria
6320-328, Sabugal
Esta fortificação foi edificada nos séculos XII e XIII e mais tarde mandada ampliar por Dom Dinis. Durante a época manuelina foram efetuadas algumas alterações, das quais subsiste o portal que dava acesso à ponte levadiça. Conserva ainda a alcáçova com a torre de menagem de base pentagonal, a Torre das Cinco Quinas, protegida por matacães e torneiras, e a cintura de muralhas que envolve a povoação. Destaque para a espessura e a altura das cortinas da alcáçova e para a existência da barbacã.
Castelo de Sortelha
- património
Largo do Pelourinho
6320-536, Sabugal
Castelo de provável construção muçulmana, cujo documento escrito mais antigo que lhe faz referência data do reinado de Dom Sancho I, que mandou fazer obras de reparação no castelo. Mais tarde, Dom Manuel I beneficiou-o com obras de restauro, assinaladas pela inserção das armas manuelinas na muralha do castelejo. Subsiste a alcáçova com matacães e troneiras a proteger a entrada do recinto e, no interior, uma cisterna. No centro da cidadela encontra-se a torre de menagem com planta quadrada e um só piso. A cerca amuralhada, com duas portas flanqueadas por torres, circunda integralmente o burgo.
Igreja de São Vicente
- património
Adro de São Vicente
2200-231, Abrantes
O templo primitivo foi fundado em 1148 por Dom Afonso Henriques, e destruído em 1179. Foi reedificado no século XII, sofrendo depois várias reformas. Possui três naves com seis tramos e colunas dóricas. Destaque para as capelas quinhentistas e para os azulejos do século XVII. A fachada apresenta um pórtico maneirista bastante rico em termos decorativos.
Biblioteca Municipal António Botto
- património
Jardim da República - Convento de São Domingos
2200-343, Abrantes
Espaço constituído por duas salas de leitura, uma sala polivalente, um centro de tecnologias da informação, uma reprografia e uma sala para exposições.
Jardim do Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
- campo
- lazer
Largo Dona Joana Godinho Soares Mendes
2205, Abrantes
Bonito jardim com canteiros relvados, caminhos em calçada portuguesa e um coreto.
Igreja de São João Baptista
- património
Adro de São João
2200-365, Abrantes
Igreja fundada pela Rainha Santa Isabel em 1300, que foi depois reedificada por Filipe II entre 1589 e 1633. Merecem destaque os caixotões renascentistas em pedra da capela-mor, os azulejos do século XVI, as cantarias dos altares laterais, os púlpitos e as talhas.