Os melhores locais para visitar

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Castelo de Estremoz

  • património

Largo de Dom Diniz
7100-555, Estremoz

Estremoz

Castelo de planta pentagonal, com cerca reforçada por contrafortes torreados. O recinto amuralhado da antiga cidadela ergue-se em redor da torre de menagem, em mármore branco com 27 metros de altura. Para além da cerca medieval, a povoação apresenta uma vasta extensão de fortificações da época da Guerra da Restauração, com torres ameadas e duas portas de arco de volta perfeita. Próximo de uma das portas existe uma torre retangular, de estilo romano-gótico, com diversas janelas. O paço real, restaurado por D. João V, situa-se na periferia do castelo.

Convento da Madre de Deus da Verderena

  • património

Rua do Convento
2830-072, Barreiro

Barreiro

A construção deste convento iniciou-se no século XV e foi fundado por D. Francisca de Azambuja, descendente de uma das mais ilustres famílias do Barreiro. Apresenta um programa arquitetónico que privilegia a simplicidade e austeridade, bem como a ausência de riqueza. Foi alvo de várias intervenções, uma das quais no início do século XVIII. Aquando da extinção das ordens religiosas o convento foi transformado em quinta de veraneio. Em 1995 o edifício, propriedade do município, foi recuperado e restaurado. Atualmente dispõe de um auditório, um polo da biblioteca municipal, um bar e um centro de exposições temporárias.

Convento dos Agostinhos

  • património

Rua Duque Dom Jaime
7160-251, Vila Viçosa

Vila Viçosa

Fundado no reinado de D. Afonso III, mais precisamente em 1267, foi dedicado a Nossa Senhora da Graça. O seu destino era ser panteão dos duques de Bragança. Destaca-se a fachada do mosteiro e da igreja com altas torres sineiras e grandes janelas. A nave da igreja é severa e quase sem decorações e as paredes laterais da capela-mor encerram em si seis mausoléus de duques de Bragança. Abrem-se para a nave seis capelas onde se destaca o retábulo barroco, revestimento azulejar e esculturas. Um realce para o bonito claustro seiscentista que dá acesso a diversas dependências.

Ermida de Santo Estêvão / Ermida do Espírito Santo

  • património

Rua Dom Manuel I
7800-306, Beja

Beja

Trata-se de uma das ermidas mais antigas de Beja, tendo sido fundada em finais do século XIII para jazigo do cavaleiro Estêvão Vasques. Em 1915 foi doado à Santa Casa da Misericórdia de Beja, tendo acabado por funcionar como celeiro. Em 1940 foi restaurado e reabriu ao culto. É uma capela de uma nave e capela-mor, totalmente abobadada, característica do gótico da época de D. Dinis, com notória influência franco-borgonhesa. No período barroco a fachada principal foi enriquecida e, no início do século XX foram introduzidos diversos elementos de caráter neogótico, nomeadamente, mobiliário.

Castelo Bom

  • campo
  • património

Castelo Bom
6355, Vilar Formoso

Almeida

Castelo Bom terá sido conquistado aos Leoneses por D. Dinis, sendo de destacar o papel de defesa que a muralha representou durante a Idade Média. Aliás, do castelo e cerca (reforçados no período manuelino) ainda subsistem uma porta em arco quebrado e uma pequena torre em ruínas (classificadas como Monumento Nacional). Junto à fortificação encontram-se duas casas quinhentistas e uma outra junto à igreja matriz. A gastronomia típica passa pelos enchidos, cabrito assado, peixe do rio e doce de abóbora recheado de amêndoa. Os bordados e as rendas são também obras típicas de Castelo Bom.

Ermelo

  • campo
  • património

Ermelo
4880-132, Ermelo

Mondim de Basto

Aldeia integrada no Parque Natural do Alvão, situa-se próxima do rio Olo. Esta aldeia, que parece ter ficado indiferente às mudanças que o tempo opera, conserva o seu belo casario rural, em granito e com telhados de ardósia. D. Sancho I outorgou-lhe foral em 1196 e foi sede de concelho desde 1514 até ao século XIX. Dessa altura subsistem o pelourinho e a velha Casa da Câmara. De salientar as Fisgas do Ermelo, uma das maiores quedas de água existentes em Portugal, despenham-se de 100 metros de altura.

Conjunto urbano da Baixa Pombalina

  • património

Baixa Lisboeta
1100, Lisboa

Lisboa

A Baixa Pombalina é o resultado de um projeto urbanístico inovador, imbuído de uma clara preocupação de modernidade. Com um traçado rigorosamente geométrico, tem no Tejo e na estátua de D. José I as principais referências. Ali perto estão também as praças do Rossio e da Figueira. Totalmente reconstruída após o terramoto de 1755, esta zona converteu-se num dos melhores exemplos de planificação urbanística europeia. Ao percorrer as longas avenidas verifica-se que os imponentes edifícios neoclássicos acolhem, hoje, lojas comerciais. A via pedonal da rua das Portas de Santo Antão é a mais tranquila para se dar um passeio.

Via Romana de Currais

  • património

Currais
5470-391, Montalegre

Montalegre

Troço de caminho que correspondia à antiga via romana XVII, obra monumental, construída no século I d. C, que ligava as cidades de Bracara Augusta (Braga) e Asturica Augusta (Astorga), passando por Chaves. Para Oeste de Currais, actualmente liga a aldeia a campos agrícolas, passando pela Lama do Carvalhal, Borrageiro e desemboca na albufeira. Para Este conduz também a campos agrícolas e Ladrugães. Ao longo dos séculos serviu para circulação de pessoas e bens e, principalmente, para o escoamento de metais preciosos, explorados em várias zonas de Trás-os-Montes, e levados para Roma.

Santuário do Senhor Jesus da Piedade

  • património

Avenida da Piedade
7350-094, Elvas

Elvas

Arquitetura de tipo religioso, de grandes dimensões, exemplo de um dos monumentos mais simbólicos do Barroco do reinado de D. João V, edificada em 1753. A igreja que hoje se vê veio substituir uma capela. Destacam-se, entre outros elementos, os azulejos da segunda metade do final do século XVIII que decoram os muros; no interior, os dois altares em mármore de vários tons são outro ponto de destaque. A romaria do Senhor Jesus da Piedade acontece todos os anos, por volta do dia 20 de setembro, e dura uma semana.

Seminário das Missões

  • património

Rua dos Pinheiros, 39
6100, Cernache do Bonjardim

Sertã

Com o nome original de Real Colégio das Missões Ultramarinas, foi mandado construir por Dom João VI em 1794. Destaque para os azulejos, que retratam cenas de evangelização colonial, assim como para a sua imponente biblioteca, com cerca de 7.300 obras. Na igreja do seminário, merece especial atenção o altar-mor de estilo hispano-árabe e o magnífico órgão de fole do século XVIII, além de vários quadros do pintor Bento Coelho da Silveira. O seminário explora também a vertente agrícola através de uma larga produção de vinho, comercializado sob a marca "Terras de D. Nuno".

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