Os melhores locais para visitar

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Judiaria de Castelo de Vide

  • património

Rua da Judiaria
7320-190, Castelo de Vide

Castelo de Vide

Fica na zona medieval da vila de Castelo de Vide, junto ao Castelo, no outrora bairro judeu local, conforme asseveram documentos do século XIV e XV. O bairro era atravessado por um dos principais eixos de comunicação do castelo e a sua desagregação verificou-se a partir do reinado de Dom Manuel I, após o decreto que impunha obediência católica aos judeus que, para não serem obrigados a abandonar a vila, se foram convertendo em cristãos-novos. Em algumas ombreiras das portas é possível ver símbolos hebraicos.

Marco Miliário de Cortiço

  • património

Cortiço
5470-053, Cervos

Montalegre

Marco miliário pertencente à Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves). Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de 1,20 metros de altura por um metro de diâmetro máximo, apresentando algumas cruzes gravadas e um L. Atualmente, encontra-se a suportar a varanda de uma casa no centro da aldeia, existindo na parede da mesma casa um fragmento de miliário que possivelmente faria parte do anterior.

Monumento ao Recontro de Valdevez

  • património

Campo do Transladário
4970-482, Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez

O Recontro de Valdevez foi um dos momentos mais marcantes da história nacional, quando na primavera de 1141 os exércitos de Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, se encontraram. O encontro tornou-se numa espécie de um torneio medieval, em vez de uma batalha quase certa. Foi um exemplo de diplomacia e de bom senso ao não ser derramada uma única gota de sangue. A estátua do Campo do Trasladário, de J. Rodrigues, assinala esse acontecimento.

Pedra com Inscrição a Júpiter

  • património

São Vicente
5470-071, Chã

Montalegre

Trata-se de um altar dedicado a uma divindade, colocado junto da Via romana XVII. Bloco granítico retangular, rudemente trabalhado, tendo sido apenas afeiçoado na face que ostenta a inscrição, não tendo havido o cuidado de facetar as restantes arestas. Contudo, é notório o cuidado em polir e rebaixar apenas a zona do campo epigráfico, preenchido na totalidade. O alinhamento à esquerda e a existência de espaços interlineares bastante regulares denotam também o cuidado na execução gráfica. Atualmente, encontra-se na posse da pessoa que o encontrou.

Ara Romana a Larouco

  • património

Vilar de Perdizes
5470-461, Vilar de Perdizes

Montalegre

Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, em pleno eixo da via. Dedicada ao Deus Larouco, é em quase tudo idêntica à ara dedicada a Júpiter, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.

Capela de Nossa Senhora de Vilabril

  • património

São Pedro
5470-082, Montalegre

Montalegre

Todas as três povoações que formam a freguesia já serviram de sede: em todas se rezou missa e se ergueu batistério capaz. Metade de São Pedro, aldeia fundada sobre um castro onde ainda continua, pertenceu à Comenda de São Tiago de Mourilhe. Porém, o mais idílico recanto de todo o planalto talvez seja a capela de Nossa Senhora da Vila de Abril que foi ermitério medieval carregadinho de religiosidade e lendas. É uma das "Sete Senhoras" festejadas a 8 de Setembro de cada ano.

Capela de Nossa Senhora dos Remédios

  • património

Rua dos Remédios e Beco do Espírito Santo, 14
1100-222, Lisboa

Lisboa

Também conhecida por Capela do Espírito Santo, foi construída em torno de um poço medieval. À direita, na calçadinha de Santo Estêvão, atente-se num bonito portal gótico. O edifício, além da Capela de Nossa Senhora dos Remédios, alberga também a Casa de Despacho e demais dependências da antiga confraria. Os muros da nave são revestidos até meia altura por silhares de azulejos setecentistas azuis e brancos, com cenas da "Anunciação" e da vida de Santa Cecília, encontrando-se a parte superior dos muros caiada

Castelo de Alegrete

  • património

Alegrete
7300-126, Portalegre

Portalegre

Castelo localizado numa zona fronteiriça que foi palco de muitas campanhas guerreiras. A construção do amuralhamento da cerca, reforçado de torres semicilíndricas, deve-se a um negócio entre o povo de Alegrete e o rei Dom Dinis: os moradores construíam a muralha e o monarca concederia o foral. Dom Dinis, além de repovoar a vila, construiu a torre de menagem e, em 1319, prosseguiu as obras iniciadas por seu pai, Dom Afonso III. Na porta principal da velha cerca, encontrava-se o relógio da antiga vila.

Castelo de Castelo Branco

  • património

Rua do Mercado
6000-108, Castelo Branco

Castelo Branco

Muito procurado por turistas, o que resta do Castelo albicastrense ergue-se numa zona sobranceira da cidade. Terá sido construído pelos Templários na Idade Média, isto apesar dos vestígios da presença humana naquela área na pré e proto-história, tendo sido rodeado por uma linha de muralhas e torres. No recinto da fortaleza, na alcáçova, encontravam-se a Igreja de Santa Maria do Castelo e o Palácio dos Alcaides. Esta fortificação fazia parte de um sistema defensivo que ladeava o Rio Tejo.

Cividade de Terroso

  • património

Rua da Cividade, 20
4495-520, Terroso

Póvoa de Varzim

Povoado fortificado com organização defensiva constituída por três linhas de muralhas. Na plataforma central, o ordenamento urbano mostra um arruamento lajeado axial, pelo centro do povoado, parecendo cruzar-se com outro, formando quatro grandes unidades. Cada uma delas dividida em núcleos familiares constituídos por várias construções em torno de um pátio quase sempre lajeado. As escavações realizadas a partir do início do século XX confirmam a ocupação desta região num período que se estende do século VII a.C. até ao século I d.C.

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