Os melhores locais para visitar
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Forte de São João Baptista / Forte do Desembarcadouro
- património
Rua do Leiria
9200-107, Machico
O forte de São João Baptista, junto ao porto de recreio de Machico, foi construído por ordem do Governador da Madeira, o capitão-general Duarte Sodré Pereira, no ano de 1708. Chama-se também Forte do Desembarcadouro porque ali perto desembarcaram os descobridores da ilha, Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira. Defendia a baía de Machico, fazendo fogo cruzado com o forte de Nossa Senhora do Amparo. No interior existe uma capela neogótica, dedicada ao santo que dá o nome à fortaleza.
Fortim do Faial
- património
Tojal
9230-067, Faial
Construído no início do século XX, o Fortim do Faial recria uma bateria militar, de planta semicircular, com dez canhões ingleses que eram disparados nos festejos dedicados a Nossa Senhora da Natividade. Possui uma casa de apoio onde se situa a sala de exposições da Junta de Freguesia de São Roque do Faial. Deste ponto é possível observar um grande trecho da costa e, em dias claros, Porto Santo, a Serra da Penha d'Águia e a parte norte da Ponta de São Lourenço.
Igreja Matriz de Ribeira Brava
- património
Rua Camachos, 20
9350-214, Ribeira Brava
Fundada no século XV, a Igreja Matriz de Ribeira Brava ou de São Bento sofreu várias intervenções ao longo do tempo, pelo que apresenta características manuelinas, maneiristas e barrocas. Alberga um variado e rico acervo de pintura, escultura, ourivesaria e talha dos séculos XVI e XVII, o que a torna num dos conjuntos patrimoniais mais importantes da região, tendo o seu tesouro sido exposto no Museu Real de Belas-Artes de Bruxelas, o que na igreja constitui o Núcleo das Pratas.
Igreja de Nossa Senhora da Assunção / Igreja Matriz de Alvito
- património
Largo da Trindade, 2
7920-018, Alvito
Igreja construída no final século XV, passou por diversas obras de ampliação nos séculos seguintes. Este templo reúne vários estilos, do gótico ao barroco, passando pelo manuelino, pelo renascentismo e pelo maneirismo. Na face sul encontra-se a torre sineira que ostenta um relógio de Sol de mármore. O corpo interior da igreja tem forma de cruz e possui três naves com abóbadas que apresentam elementos góticos e renascentistas. Grande parte do interior encontra-se coberto por azulejos do século XVII.
Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte
- património
Monte de Nossa Senhora da Boa Morte
4990-288, Correlhã
É um templo de três naves com cobertura de madeira a formar cruzaria com as nervuras pintadas, separadas por arcos plenos sobre pilares de secção quadrangular. O coro-alto encontra-se sobre pilastras, com balaústres de madeira e subcoro pintado com representação do Inferno, corte celestial e outros. Realce para o retábulo, em talha, de 1719. Note-se que a classificação inclui todos os elementos que fazem parte do conjunto do Santuário de romaria e o sítio em que se implantam.
Igreja de Santa Maria / Igreja Matriz de Óbidos
- património
Praça de Santa Maria
2510-002, Vila de Óbidos
Edifício de três naves com torre sineira prismática, com silhares irregulares nos cunhais, coberta por cúpula piramidal, vestígio manuelino. O retábulo é em talha com sacrário templete, de estrutura maneirista. Apresenta um portal maneirista e no seu interior destaca-se o revestimento a azulejos do século XVII e pinturas do século XVII de Baltazar Gomes e de Josefa de Óbidos. Uma nota, também, para o túmulo de Dom João de Noronha, considerado uma obra prima do renascimento português.
Igreja de Santo André de Vila Boa de Quires
- património
CM1245
4635-709, Vila Boa de Quires
A Igreja de Santo André de Vila Boa de Quires no princípio do século XIII pertencia à Ordem de São Bento, tendo passado a igreja paroquial entre 1309 e 1320. O arranjo e a escultura do portal principal seguem modelos utilizados nas igrejas dos Mosteiros de Paço de Sousa e de São Pedro de Roriz. O portal lateral sul, que mostra um touro e um leão que sustentam o tímpano, tem capitéis similares aos da Igreja de São Gens de Boelhe.
Memorial de Alpendorada
- património
Rua do Memorial
4575-032, Memorial
Os Memoriais de Alpendorada (Marco de Canaveses), Sobrado (Castelo de Paiva), Ermida (Penafiel) e Santo António (Arouca) estão, segundo a lenda, relacionados com Dona Mafalda, filha do rei Dom Sancho I. São tradicionalmente referidos como ponto de paragem no traslado do seu corpo para o Mosteiro de Arouca. Estes monumentos têm um valor simbólico de notável interesse e singularidade, tanto mais que esta tipologia é exclusiva do território português. O Memorial de Alpendorada parece indiciar a função tumular deste monumento.
Muralhas e Portas de Santarém
- património
Jardim das Portas do Sol
2000, Santarém
Quem se desloca do concelho vizinho de Almeirim para Santarém pela Ponte de Dom Luís, que atravessa o rio Tejo, encontra as muralhas da capital do Ribatejo à sua frente. Contudo, das imponentes e velhas fortificações de Santarém já pouco resta, sendo que no Jardim das Portas do Sol, que está assente sobre muralhas, ainda é possível encontrar três torreões. Diversos lanços de muros e um troço da Porta de Santiago são outros vestígios daquele que foi um importante castelo medieval.
Palácio Nacional de Queluz
- património
Largo do Palácio Nacional de Queluz
2745-191, Queluz
Esta construção nasceu da vontade de Dom Pedro V transformar a Quinta de Queluz em palácio. As obras iniciaram-se em 1747 sob a direção de Mateus Vicente de Oliveira e mais tarde de J. B. Robillon, que deu ao palácio o seu primor decorativo. No interior do palácio evidenciam-se a sala do trono, a sala da música e a sala dos embaixadores. Os seus jardins encontram-se ornamentados com estátuas, lagos e fontes. O grande canal apresenta as paredes cobertas por azulejos.