Os melhores locais para visitar
Resultados para tapada real de VV em Portugal
Mosteiro de Santa Maria de Coz
- património
Rua de Santa Rita
2460-396, Cós
Fundado no século XIII pelo abade de Alcobaça, o Mosteiro de Santa Maria de Coz foi um dos mais importantes conjuntos monásticos da região e o mais importante mosteiro do ramo feminino da Ordem de Cister. A construção atual, de uma simplicidade impressionante, deriva de trabalhos realizados sobretudo no séc. XVII. O aspeto sóbrio do exterior do edifício contrasta com o interior barroco. A igreja com cerca 50 metros de comprimento revela a grandeza do velho mosteiro e possui tetos com caixotões de madeira, azulejos dos séculos XVII-XVII e altares em talha dourada.
Mosteiro de Santa Maria de Seiça
- património
Rua da Nossa Senhora de Seiça
3090, Seiça
Já anteriormente ao século XII, quando os frades de Seiça adotaram a regra de S. Bernardo, aqui existia uma pequena comunidade monástica. O conjunto arquitetónico data, porém, dos séculos XVI, XVII e XVIII, quando se construiu o claustro, se ergueu o dormitório e se transformou a igreja. O templo, de nave única, capelas laterais à face, transepto saliente e duas torres sineiras de cúpulas bolbosas na fachada, foi muito adulterado no século XX, tendo-se apeado a cabeceira para a construção da linha de caminho-de-ferro e instalado, no interior, uma unidade industrial de descasque de arroz.
Pelourinho de Castelo Mendo
- património
Castelo Mendo
6355, Vilar Formoso
No interior das muralhas de Castelo Mendo, o Pelourinho de estilo Manuelino do século XVI é outra referência. Com sete metros de altura, é um dos mais altos de toda a Beira Interior, sendo todo construído em granito. Assenta numa base de seis degraus, e tem um fuste octogonal monolítico que apresenta um capitel em gaiola e um catavento de bandeirola, em ferro, no topo. Está representado nos desenhos de Duarte D’Armas, autor do primeiro guia de viagem das Aldeias Históricas, que atestam a atribuição do Foral Novo a Castelo Mendo, pelo rei D. Manuel I.
Casa de Almeidinha / Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha
- património
Lugar da Roda
3530-100, Almeidinha
Construído no século XVI, este solar foi, posteriormente, alvo de diversas alterações. Destaca-se a varanda, com arcos de volta abatida, obra do século XIX. Possui uma capela, com um frontão partido que guarnece a porta, com pedra de armas. A classificação inclui os azulejos do século XVIII e os jardins anexos. O Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha insere-se num projeto de recuperação de um património classificado e ao serviço da Casa de Almeidinha. O Núcleo compõe-se de 3 grupos principais: instrumentos do ciclo do trigo e do milho, do vinho e do azeite.
Castelo de Belver
- património
Rua de São Pedro
6040-024, Belver
Castelo de forma circular virado para o rio Tejo, edificado em 1194 por Dom Afonso Pais e reconstruído em 1390 por Dom Nuno Álvares Pereira. Mantém os panos da muralha, em parte ameados e com vestígios de torreões. A porta de entrada foi construída no século XV e possui arco de volta redonda. No interior do castelo encontra-se a capela de São Brás que apresenta um agradável retábulo seiscentista. O castelo de Belver foi ponto de partida para diversas ações contra os mouros, tendo, também, servido de apoio a D. João I, durante a Guerra da Independência.
Castro de Cervos
- património
Cervos
5470-057, Cervos
Povoado fortificado localizado a Sudoeste da aldeia de Cervos, destacando-se na paisagem. Identificam-se facilmente as duas linhas de muralha que circundam o monte, porém, a densa vegetação impede que se encontrem outros vestígios. Na plataforma superior veem-se também abundantes pedras provenientes de construções, bem como restos de construções em ruínas. Destacam-se ainda dois abrigos naturais, sobre as rochas, um na encosta do povoado e outro na plataforma superior. No caminho de acesso ao castro veem-se fragmentos de cerâmica indígena. Diz-se terem sido encontrados materiais de construção de época romana na encosta Sul.
Castro de Valongo
- património
Ladrugães
5470-392, Reigoso
Pequeno povoado localizado sobre a margem direita da ribeira de Valongo, que serve de marco natural para delimitar as freguesias de Reigoso e Vila da Ponte. Os vestígios mais evidentes são o sistema de fortificações, constituído por um fosso e três linhas de muralha. A primeira linha de muralha circunda o reduto superior, originando uma larga plataforma onde se observam alguns restos de construções. A segunda, perto da anterior, encontra-se bem visível e reforçada por uma terceira, em meia-lua. De Oeste a defesa é complementada por um largo e profundo fosso escavado no afloramento.
Convento dos Capuchos
- património
Serra de Sintra
2710, Sintra
Construído no meio de penhascos e vegetação, este convento é também denominado de Convento de Santa Cruz da Serra ou da Cortiça. Singela construção de grande rusticidade foi fundada em 1560, por Dom Álvaro de Castro, como cumprimento de um voto que fizera a seu pai, Dom João de Castro. Neste espaço tudo é miniaturial, as celas, forradas a cortiça, o refeitório e a pequena igreja com altar de mármore, cuja abóbada foi esculpida na própria rocha. Supõe-se que tenha sido abandonado em 1834, na sequência da extinção das ordens religiosas determinada pelo regime liberal.
Povoado de Pedregalho
- património
Pedregalho
5470-341, Padornelos
Povoado fortificado denominado de Pedregalho, localizado a Sudoeste da aldeia de Padornelos. Ainda são visíveis restos de pelo menos duas linhas de muralhas, do lado Sul identificamos um alinhamento de muralha com cerca de dez metros, cujo miolo foi preenchido em terra e pedra miúda. Na encosta encontram-se fragmentos de cerâmica indígena. Acredita-se que este povoado possa ter sido abandonado durante a Idade do Ferro, cuja ocupação passou a ser numa zona mais abrigada, onde atualmente se situa o núcleo antigo da aldeia de Padornelos cujo topónimo é “Cividade”.
Estátua de Homenagem de Barcelos a Francisco Sá Carneiro
- património
Praceta Doutor Francisco Sá Carneiro
4750-297, Barcelos
Francisco Sá Carneiro foi um político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social-Democrata, e ainda primeiro-ministro de Portugal, durante cerca de onze meses, no ano de 1980. Francisco Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro.