Os melhores locais para visitar

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Capela do Divino Espírito Santo

  • património

Rua da Fonte
5460-472, Valdegas

Boticas

A Capela da aldeia de Valdegas, dedicada ao Divino Espírito Santo, implantada à entrada da aldeia é um edifício em granito, de planta rectangular orientada Nordeste / Sudoeste. Na fachada principal, com um alpendre, tem uma portada rectangular e, no alongamento da empena, um campanário. No interior deste templo destaca-se o altar-mor em talha dourada e policromada que alberga imaginária religiosa e uma custódia, em talha dourada, com um ostensório raiado com uma pomba dentro, representando o Espírito Santo. É nesta capela que se celebra a missa da Festa em Honra do Divino Espírito Santo.

Casa das Brolhas

  • património

Rua Macário de Castro
5100-149, Lamego

Lamego

Também conhecido por Solar dos Castros, esta casa foi edificada em 1777 com o reaproveitamento de estruturas anteriores, como abóbadas da cozinha e tulhas para cereais. Apresenta uma vasta frontaria dividida por pilastras, em cinco corpos realçados por motivos decorativos. No corpo central encontra-se o portão, em granito trabalho, encimado pela pedra de armas. O jardim, de traçado setecentista, é composto por canteiros geométricos limitados por sebes de buxo, um tanque e um pequeno fontanário. A vegetação é topiada, destacando-se um curioso labirinto com altas sebes e casas de fresco talhadas em arbusto.

Casa do Outão

  • património

Rua da Fonte da Vila
5470-311, Montalegre

Montalegre

Esta casa funciona, atualmente, como Hotel Rural de Mourilhe, estando situado a cerca de dez quilómetros de Montalegre. Conta-se uma lenda associada a esta construção, segundo a qual viviam aqui quatro irmãs até que, devido a um acontecimento que a história não explica, três delas morreram. Certa noite, a irmã sobrevivente terá ouvido um espírito de um padre dizer que também ela iria morrer. Aterrorizada, contou ao namorado a visão e pediu-lhe que se fosse despedir dela antes de falecer. Ele, descrente na existência de espíritos, não apareceu, mas ela morreu e ele, com remorsos, morreu também.

Castelo da Lousã / Castelo de Arouce

  • património

EM580
3200, Lousã

Lousã

Castelo localizado nas imediações da vila de Lousã, numa paisagem serrana. É composto pela torre de menagem, rasgada por seteiras, por uma pequena cerca irregular e por alguns cubelos. A sua entrada é ladeada por dois torreões, sendo que mais três se distribuem ao longo das muralhas. Todo o castelo é em xisto silúrico, rocha da região, exceto a guarnição da porta da torre de menagem, que é em grés branco. Durante a Reconquista este castelo assumiu-se como um ponto estratégico, travando as incursões mouras que vinham do vale do Zêzere.

Castelo de Estremoz

  • património

Largo de Dom Diniz
7100-555, Estremoz

Estremoz

Castelo de planta pentagonal, com cerca reforçada por contrafortes torreados. O recinto amuralhado da antiga cidadela ergue-se em redor da torre de menagem, em mármore branco com 27 metros de altura. Para além da cerca medieval, a povoação apresenta uma vasta extensão de fortificações da época da Guerra da Restauração, com torres ameadas e duas portas de arco de volta perfeita. Próximo de uma das portas existe uma torre retangular, de estilo romano-gótico, com diversas janelas. O paço real, restaurado por D. João V, situa-se na periferia do castelo.

Castro de Negrões

  • património

Negrões
5470-322, Negrões

Montalegre

Povoado fortificado de pouca amplitude, localizado na mesma linha dos castros de Vilarinho de Negrões e Morgade, dominando, em conjunto, todo o vale do Rabagão. Conserva uma espessa muralha, que circunda o monte, e que nalguns pontos tem cerca de cinco metros de espessura. No interior, observam-se vestígios de construções. Na parte superior do monte foi colocado um poste de alta tensão que cortou parcialmente a muralha. Do lado Este o acesso seria mais fácil, pelo que é neste local que se terá construído um fosso, do qual ainda restam vestígios.

Castro de Valongo

  • património

Ladrugães
5470-392, Reigoso

Montalegre

Pequeno povoado localizado sobre a margem direita da ribeira de Valongo, que serve de marco natural para delimitar as freguesias de Reigoso e Vila da Ponte. Os vestígios mais evidentes são o sistema de fortificações, constituído por um fosso e três linhas de muralha. A primeira linha de muralha circunda o reduto superior, originando uma larga plataforma onde se observam alguns restos de construções. A segunda, perto da anterior, encontra-se bem visível e reforçada por uma terceira, em meia-lua. De Oeste a defesa é complementada por um largo e profundo fosso escavado no afloramento.

Centro Histórico de Guimarães

  • património

Guimarães
4810, Guimarães

Guimarães

Classificado como Património Mundial da UNESCO, o centro histórico de Guimarães é um claro exemplo da preservação de um núcleo urbano medieval, naquela que é hoje uma cidade moderna. Intrinsecamente ligada ao emergir da nacionalidade, no século XII, a cidade berço é formada por um conjunto diversificado de edifícios. No centro, facilmente se vislumbram as casas burguesas e nobres do século XV a XIX e as casas urbanas de fachadas lisas construídas durante os séculos XVII e XVIII. De especial beleza se apresentam também as casas oitocentistas de feição pombalina e casas revestidas a azulejos, datadas dos séculos XIX e …

Povoado de Leiras dos Padrões

  • património

Penedones
5470-069, Penedones

Montalegre

Vestígios de um antigo povoado romano, localizado entre Penedones e Parafita, na bordadura da barragem. Aqui se encontraram abundantes fragmentos cerâmicos de cronologia romana, dispersos por uma vasta área, que envolve um conjunto de sepulturas antropomórficas perto de terrenos agrícolas. Próximo deste local passava a Via Romana XVII, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves). Alguns estudiosos acreditam poder tratar-se de uma “mansio”, uma estação importante do "cursus publicus", pousada destinada à paragem diária, marcando o final de uma etapa e o local de pernoita.

Povoado de Outeiro Forcado

  • património

Loivos
5470-152, Fiães do Rio

Montalegre

Elevação proeminente, na margem esquerda do rio Cávado, frente Sul do castro de Outeiro, do qual se separa apenas pelo rio. Em trabalhos de prospecção anteriores (Fontes 1992), foram identificados no local fragmentos de cerâmica manual, muito grosseira, e com decorações incisas. No decurso deste trabalho não observamos vestígios de ocupação antiga, o que poderá ter sido causado pela difícil visibilidade no terreno. Consideramos, no entanto, que se trata de um local de interesse arqueológico, possivelmente um povoado pré-histórico, cuja ocupação poderá ser anterior ao castro de Outeiro, considerando os fragmentos cerâmicos encontrados no sítio.

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