Os melhores locais para visitar
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Igreja e Convento do Carmo
- património
Largo do Carmo
8800-311, Tavira
Planta composta pelo corpo da igreja de nave única, transepto e capela-mor, pela sacristia, anexo e dependências conventuais. Na capela-mor realça-se o retábulo em talha rococó, abobada de berço com forro de madeira com pintura em perspetiva representando Nossa Senhora do Carmo e um conjunto de quatro pinturas do algarvio José Rasquinho representando a vida de Santo Elias. No Convento destaca-se a fachada principal de três corpos, três panos delimitados por pilastras, cunhais e cimalha de cantaria, com três vãos por piso.
Judiaria de Castelo de Vide
- património
Rua da Judiaria
7320-190, Castelo de Vide
Fica na zona medieval da vila de Castelo de Vide, junto ao Castelo, no outrora bairro judeu local, conforme asseveram documentos do século XIV e XV. O bairro era atravessado por um dos principais eixos de comunicação do castelo e a sua desagregação verificou-se a partir do reinado de Dom Manuel I, após o decreto que impunha obediência católica aos judeus que, para não serem obrigados a abandonar a vila, se foram convertendo em cristãos-novos. Em algumas ombreiras das portas é possível ver símbolos hebraicos.
Marco Miliário de Cortiço
- património
Cortiço
5470-053, Cervos
Marco miliário pertencente à Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves). Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de 1,20 metros de altura por um metro de diâmetro máximo, apresentando algumas cruzes gravadas e um L. Atualmente, encontra-se a suportar a varanda de uma casa no centro da aldeia, existindo na parede da mesma casa um fragmento de miliário que possivelmente faria parte do anterior.
Marco Miliário do Largo da Seara
- património
Largo da Seara
5470-528, Montalegre
Marco enipígrafo que pertenceu á Via XVII do itinerário de Antonino. Originalmente, encontrava-se nas imediações da Cantina do Leiranque/ Cruz de Leiranque, local actualmente submerso pela albufeira do Alto Rabagão. Foi posteriormente levado para junto da EN 103 e só depois para a entrada da aldeia de Viade de Baixo, onde actualmente se encontra. Trata-se de um marco cilíndrico, de granito de grão grosseiro a médio, com um pequeno nicho escavado ao centro por ter servido de base de uma cruz.
Monumento ao Recontro de Valdevez
- património
Campo do Transladário
4970-482, Arcos de Valdevez
O Recontro de Valdevez foi um dos momentos mais marcantes da história nacional, quando na primavera de 1141 os exércitos de Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, se encontraram. O encontro tornou-se numa espécie de um torneio medieval, em vez de uma batalha quase certa. Foi um exemplo de diplomacia e de bom senso ao não ser derramada uma única gota de sangue. A estátua do Campo do Trasladário, de J. Rodrigues, assinala esse acontecimento.
Núcleo de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos e Quinta dos Poios
- património
Muxagata
5150, Muxagata
Trata-se de um dos locais de arte rupestre do Vale do Coa, formando um raro conjunto deste tipo de arte, essencialmente composta por gravuras em pedra datadas do Paleolítico Superior. Este núcleo é constituído por cerca de 20 rochas em xisto, datáveis do Paleolítico Superior ao Neocalcolítico. Desenvolve-se ao longo da margem esquerda da ribeira e algumas ao longo do próprio rio Coa. Encontram-se gravados várias dezenas de motivos zoomórficos, antropomórficos e alguns sinais, na sua maioria filiformes.
Palácio dos Condes de Mesquitela
- património
Largo Doutor António de Sousa de Macedo, 1-N
1200-153, Lisboa
É uma grande e sóbria construção do século XVII, mandada edificar pelo ministro Doutor António de Sousa Macedo, bem integrada na malha urbana. Partiu de um primitivo núcleo situado a poente, onde se encontra a capela com entrada por uma varanda virada a sul, com alpendre sustentado por colunas em que se destaca a talha dourada e a pintura. O palácio desenvolveu-se ocupando todo o quarteirão, tendo a fachada principal voltada a norte com um portão brasonado. Mantém lambrins de azulejos do século XVII e XVIII.
Palácio dos Fidalgos Silveira Menezes
- património
Rua Humberto Silveira Fernandes, 16
7150-129, Borba
Palácio construído pelo vereador José Victorino Zuzarte Coelho da Silveira, com decoração de interiores altamente patrocinada pelo proprietário José Maria Silveira Menezes, na segunda metade do século XIX. Aqui estiveram a jantar figures ilustres como D. Fernando e D. Augusto, após visita a campo da Batalha de Montes Claros. Aqui também viveu o poeta da região Humberto da Silveira Fernandes. Hoje é um edifício da tutela da Santa Casa da Misericórdia, de grande riqueza interior, que contempla mobiliário, tapeçarias e artes decorativas de oitocentos.
Pelourinho de Freixo de Espada à Cinta
- património
Avenida Guerra Junqueiro
5180-104, Freixo de Espada à Cinta
Pelourinho manuelino constituído por três degraus simétricos, um fuste octogonal, argolas e um anel de ferro. No capitel, apresenta os brasões manuelinos e da vila, cabeças, caras e bustos. Do meio saem cruzados quatro braços de ferro curvos nas pontas e terminados em cabeças de serpente de cujos olhos pendem argolas. O remate piramidal é sem esfera. Originalmente, encontrava-se em frente da Igreja Matriz, tendo sido trasladado durante o primeiro quartel do século XX para a frente dos atuais Paços do Concelho.
Capela de Nossa Senhora dos Remédios
- património
Rua dos Remédios e Beco do Espírito Santo, 14
1100-222, Lisboa
Também conhecida por Capela do Espírito Santo, foi construída em torno de um poço medieval. À direita, na calçadinha de Santo Estêvão, atente-se num bonito portal gótico. O edifício, além da Capela de Nossa Senhora dos Remédios, alberga também a Casa de Despacho e demais dependências da antiga confraria. Os muros da nave são revestidos até meia altura por silhares de azulejos setecentistas azuis e brancos, com cenas da "Anunciação" e da vida de Santa Cecília, encontrando-se a parte superior dos muros caiada