Os melhores locais para visitar

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Capela de São Martinho

  • património

Rua Principal
5460-432, Veral

Boticas

A capela de Veral, dedicada a S. Martinho, de planta rectangular orientada Este / Oeste, está implantada dentro de um adro murado. As paredes em granito estão parcialmente cobertas com reboco e pintadas de branco. Na fachada principal tem um portal rectangular, ladeado por duas frestas horizontais, encimado por inscrições alusivas à reconstrução deste espaço no século XIX. No interior desta capela, dividido por um arco, sobressai o altar-mor e dois altares laterais, em talha policromada e dourada, que albergam imaginária religiosa. É nesta capela que se celebra a missa da Festa em Honra de S. Martinho.

Capela do Divino Espírito Santo

  • património

Rua da Fonte
5460-472, Valdegas

Boticas

A Capela da aldeia de Valdegas, dedicada ao Divino Espírito Santo, implantada à entrada da aldeia é um edifício em granito, de planta rectangular orientada Nordeste / Sudoeste. Na fachada principal, com um alpendre, tem uma portada rectangular e, no alongamento da empena, um campanário. No interior deste templo destaca-se o altar-mor em talha dourada e policromada que alberga imaginária religiosa e uma custódia, em talha dourada, com um ostensório raiado com uma pomba dentro, representando o Espírito Santo. É nesta capela que se celebra a missa da Festa em Honra do Divino Espírito Santo.

Carmelo de Santa Teresa

  • património

Rua de Santa Teresa, 52
3000-359, Coimbra

Coimbra

Em 1739 foi concedida licença régia para a fundação deste convento, tendo a primeira pedra do edifício sido lançada em 9 de abril de 1740. Em 1744 dão entrada no convento as freiras da Ordem das Carmelitas. Já no século XIX, em 1879, muda-se também para o convento a Congregação Mariana. Com a implantação da república, em 1910, as religiosas e a Congregação Mariana são expulsas do convento, que só é devolvido à Ordem das Carmelitas em 1946. Apresenta um claustro simples, formado por dez arcos e, em redor, as dependências conventuais: na parte baixa as divisões utilitárias e, em …

Casa do Outão

  • património

Rua da Fonte da Vila
5470-311, Montalegre

Montalegre

Esta casa funciona, atualmente, como Hotel Rural de Mourilhe, estando situado a cerca de dez quilómetros de Montalegre. Conta-se uma lenda associada a esta construção, segundo a qual viviam aqui quatro irmãs até que, devido a um acontecimento que a história não explica, três delas morreram. Certa noite, a irmã sobrevivente terá ouvido um espírito de um padre dizer que também ela iria morrer. Aterrorizada, contou ao namorado a visão e pediu-lhe que se fosse despedir dela antes de falecer. Ele, descrente na existência de espíritos, não apareceu, mas ela morreu e ele, com remorsos, morreu também.

Castelo da Lousã / Castelo de Arouce

  • património

EM580
3200, Lousã

Lousã

Castelo localizado nas imediações da vila de Lousã, numa paisagem serrana. É composto pela torre de menagem, rasgada por seteiras, por uma pequena cerca irregular e por alguns cubelos. A sua entrada é ladeada por dois torreões, sendo que mais três se distribuem ao longo das muralhas. Todo o castelo é em xisto silúrico, rocha da região, exceto a guarnição da porta da torre de menagem, que é em grés branco. Durante a Reconquista este castelo assumiu-se como um ponto estratégico, travando as incursões mouras que vinham do vale do Zêzere.

Castelo de Elvas

  • património

Rua da Parada do Castelo
7350-082, Elvas

Elvas

A praça de armas apresenta a forma de um polígono irregular. A entrada na alcáçova faz-se através de três portas principais: a Porta da Esquina, a de Olivença e a de S. Vicente. A torre de menagem foi reconstruída em 1488. Sobre a porta de entrada encontram-se as armas de D. João, encimadas por um painel de azulejos representado a Sagrada Família. As primitivas fortificações terão sido edificadas sobre um castro, posteriormente romanizado. Após a reconquista de Elvas aos mouros, D. Sancho II mandou reedificar a fortificação. Durante os reinados de D. Dinis, de D. João II e de D. …

Castelo de Estremoz

  • património

Largo de Dom Diniz
7100-555, Estremoz

Estremoz

Castelo de planta pentagonal, com cerca reforçada por contrafortes torreados. O recinto amuralhado da antiga cidadela ergue-se em redor da torre de menagem, em mármore branco com 27 metros de altura. Para além da cerca medieval, a povoação apresenta uma vasta extensão de fortificações da época da Guerra da Restauração, com torres ameadas e duas portas de arco de volta perfeita. Próximo de uma das portas existe uma torre retangular, de estilo romano-gótico, com diversas janelas. O paço real, restaurado por D. João V, situa-se na periferia do castelo.

Castelo de São Romão (Vestígios)

  • património

Telhado
5470-527, Montalegre

Montalegre

No sopé da vertente SE da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude máxima encontra-se um morro escarpado que outrora foi um povoado fortificado de época pré-romana. Por todo o monte são visíveis restos de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. De Norte e Noroeste a defesa era natural. Povoado fortificado da Idade do Ferro, tendo em conta o espólio cerâmico encontrado.

Castelo e Conjunto Urbano da Vila de Óbidos

  • património

Largo Coronel Freitas Garcia
2510, Vila de Óbidos

Óbidos

Este conjunto urbano denota o caráter medieval desta vila. Encontra-se toda cercada por muralhas e possui uma estrutura urbana que se estende a partir da alcáçova, entradas e praças de armas. Das seis portas e postigos rasgados nos panos das muralhas, evidencia-se a Porta da Vila, com capela oratória, varandim e escada adossada e revestimento de azulejos. Edificado no século XVI, o paço é um edifício manuelino situado na ala norte do castelo. No século XVII o castelo já estava danificado, o que se adensou com o terramoto de 1755, tendo sido reconstruído posteriormente.

Convento de Mértola

  • património

IC 27
7750, Mértola

Mértola

Convento edificado no século XVII, estando situado numa elevação rochosa. Deste local tem-se vistas para a vila e para o rio Guadiana. Com a extinção das ordens religiosas na década de 30 do século XIX o espaço é votado ao abandono pelas autoridades. Em finais dos anos 70 do século passado o convento é adquirido por particulares que o transformam em sua residência, tendo a igreja sido reservada para concertos, exposições e outras iniciativas culturais. Atualmente, o Convento de S. Francisco é um polo cultural de grande importância para a Vila de Mértola.

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