Os melhores locais para visitar
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Igreja de Nossa Senhora das Angústias
- património
Rua das Angústias
9900-026, Horta
A igreja atual, de uma só nave e com torres sineiras a ladear a fachada, foi edificada no século XIX. Ao que consta as obras foram iniciadas em 1800 mas só em 1861, após subscrição promovida pela paróquia, é que foram dadas como concluídas. A parte central da fachada é composta por dois pisos e as torres sineiras laterais por três.
Mamoa 2 do Ramiscal
- património
EM513
5470-091, Covelães
Mamoa de grandes dimensões, bem visível na paisagem, localizada junto ao cruzamento do caminho com a estrada municipal. Apresenta cerca de 19 metros de diâmetro e 1,5 metros de altura, com uma profunda depressão central. Não se identificam vestígios de dólmen, mas são visíveis restos de couraça lítica. Pertence à necrópole Megalítica do planalto da Mourela.
Mamoa de Marouco do Crasto
- património
Lamachã
5470-321, Negrões
Trata-se de um monumento funerário megalítico, embora parcialmente cortado pelo caminho que leva ao Castro de Lamachã. Apresenta ligeira depressão central e não são visíveis vestígios de dólmen, no entanto, são evidentes os restos de couraça lítica com abundantes pedras de quartzo. É uma elevação pouco proeminente, mas com cerca de 11 metros de diâmetro.
Palácio Flor da Murta
- património
Rua da Flor da Murta
2770-186, Paço de Arcos
Datado de 1549, o Palácio Flor da Murta fazia parte de um vasto domínio senhorial designado por “Quinta da Terrugem”, pertencente à família Correia Barém. Da antiga propriedade, restam uma Adega e o palácio com dois pisos, remodelado no século XVIII. Atualmente, alberga um centro empresarial, mas os demais espaços existentes permitem a realização de eventos.
Pelourinho de Santa Marta de Penaguião
- património
Avenida Primeiro de Maio, 52
5030-477, Santa Marta de Penaguião
Este pelourinho, implantado bem no centro da localidade, foi provavelmente erguido pouco depois da atribuição da segunda carta de foral, 1519, no reinado de D. Manuel I. De grande simplicidade, mas valendo pela carga histórica, apresenta um fuste cilíndrico liso, rematado por uma forma troncónica, o que o integra na tipologia dos pelourinhos de pinha quinhentistas.
Azenha da Columbeira
- património
EN8-4
2540, Columbeira
Azenha muito antiga, mas ainda a funcionar. Trata-se de uma pequena casa, construída sobre uma levada que leva a água diretamente ao moinho. A levada tem um desnível de dois ou três metros, saindo a água por uma boquilha - tubo que conduz a água ao rodízio. Quando a água sai pela boquilha, cai nas penas do rodízio, fazendo-o girar.
Casa de Bento Carqueja
- património
Rua de Bento Carqueja, 75-85
3720-214, Oliveira de Azeméis
Casa onde nasceu Bento Carqueja, um dos mais notáveis filhos da cidade. Fundador do jornal "O Comércio do Porto", residiu nessa cidade grande parte da vida mas manteve uma ligação permanente a Oliveira de Azeméis. Teve um papel fundamental no estímulo de um amplo conjunto de atividades de cariz cultural, desportivo, turístico e de solidariedade social.
Castro de Vila Cova à Coelheira
- património
Teixelo
3650-108, Vila Nova à Coelheira
O Castro de Vila Cova à Coelheira está bem sinalizado mas para aceder ao local terá que ir a pé ou de veículo todo-o-terreno (cerca de 2 km). Nesse local são visíveis a muralha e os vestígios de uma aldeia medieval que, provavelmente, desenvolveu à volta deste castro. Está datado da 1ª Idade do Ferro.
Convento de Nossa Senhora da Luz
- património
Rio de Moinhos
7150-322, Rio de Moinhos
Convento construído entre 1574 2 1598, pela Ordem de São Paulo. Possui ermida e o nome deste convento deriva da sua localização, no vale de Montes Claros. Foi profundamente restaurada no século XVIII e são desta altura os azulejos da capela-mor. Em 1834 o Convento passou a ser propriedade privada, mas manteve os aspetos mais ilustres.
Convento de Nossa Senhora do Carmo
- património
Praça do Rossio, 4
3140, Tentúgal
Convento fundado no século XVI, sendo inicialmente constituído por diversos corpos que constituíam a igreja, a casa conventual, a hospedaria e a cerca. Foi extinto em 1834, mas as freiras permaneceram até à morte da última, em 1898. Parte do edifício foi demolida para a instalação de uma escola primária, mantendo-se, hoje em dia, a igreja, a cerca e parte da portaria.