Os melhores locais para visitar
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Palácio Pancas Palha
- património
Rua de Santa Apolónia, 12
1100-468, Lisboa
Edifício mandado construir no segundo quartel do século XVII por Dom Luís de Meneses, senhor de Pancas e de Ponte da Barca, foreiro das Comendadeiras de Santos-o-Novo. Em meados do século XIX foi vendido ao desembargador José Pereira Palha. Já em 1968 é adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa à família Van Zeller. Trata-se de uma casa senhorial setecentista, na qual se destacam a entrada em pátio aberto para carruagens e a escadaria nobre. Destaca-se, ainda, a pequena sala decorada com pinturas de motivos campestres - sala dos frescos -, datada provavelmente do princípio do século XIX.
Ponte da Misarela
- património
Sidrós
5470-127, Ferral
Ponte de origem medieval localizada sobre o rio Rabagão, fazendo ligação entre as freguesias de Ferral e Ruivães. Os locais chamam-lhe “Ponte do Inferno” ou ainda “Ponte do Diabo”, devido à sua fisionomia especial conferida pelo relevo íngreme. Acredita-se que terá servido para as tropas do General Soult, a 17 de maio de 1809, fugirem da perseguição das tropas anglo-lusas de Wellesley e debandarem do território nacional. Trata-se de uma sólida construção em granito que se ergue voluptuosamente a cerca de quinze metros, sobre uma garganta estreita do rio Rabagão.
Ara
- património
Penedones
5470-069, Chã
Ara anepígrafa em granito de grão médio a fino, recolhida perto de uma habitação, na aldeia de Penedones, durante obras de recuperação. Não apresenta vestígios de inscrição, ou porque nunca foi gravada ou porque foi apagada em reutilizações posteriores. Uma parte do fuste encontra-se escavada, sendo possível que nessa altura se tenha perdido a eventual epígrafe. São visíveis restos de cal branca em todo o monumento e nota-se a ausência de toros e fóculo na parte superior, o que parece confirmar a sua reutilização. Destaca-se a sua imponência, com um avantajado capitel e uma base bem volumosa.
Ara Romana a Júpiter
- património
Vilar de Perdizes
5470-461, Vilar de Perdizes
Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, junto ao caminho que liga ao Altar de Penascrita. Encontra-se esculpida num bloco de granito, parcialmente fraturada na base, e dedicada a Júpiter. É em quase tudo idêntica à ara dedicada a Larouco, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.
Arcas Tumulares Românicas
- património
Avenida Conselheiro José Maria Alpoim
5040-310, Mesão Frio
Trata-se de um conjunto de sete sarcófagos trapezoidais datados do final da Idade Média, colocados no adro da Igreja Matriz de Mesão Frio. Cada um deles é constituído por arcaz e tampa, dois dos quais descobertos, com a tampa ao lado, possuindo cavidade sepulcral de contornos antropomórficos. Cinco deles apresentam tampa de secção poligonal com seis planos e os outros dois possuem tampa de tipo diferente, de secção pentagonal com volume em duas águas. Três dos sarcófagos apresentam arcaz liso e tampa decorada, destacando-se outros dois pela decoração que preenche também as faces dos arcazes.
Castelo de Monforte
- património
Povoação de Águas Frias
5400-601, Águas Frias
Este castelo, também designado por Castelo de Santo António, encontra-se localizado a 825 metros de altitude e integrava, juntamente com os castelo de Chaves e Santo Estêvão, a defesa do vale de Chaves. Foi mandado edificar por Dom Dinis no século XIII, provavelmente sobre vestígios de um castro romano. Neste recinto amuralhado que cercava a povoação subsistem ainda alguns vestígios. Das quatro torres originais permanece apenas uma torre de menagem. Conservam-se também alguns restos da antiga alcáçova, onde se abre um amplo salão sem teto, rodeado por paredes de granito.
Castelo de São Romão (Vestígios)
- património
Telhado
5470-527, Montalegre
No sopé da vertente SE da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude máxima encontra-se um morro escarpado que outrora foi um povoado fortificado de época pré-romana. Por todo o monte são visíveis restos de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. De Norte e Noroeste a defesa era natural. Povoado fortificado da Idade do Ferro, tendo em conta o espólio cerâmico encontrado.
Castro de Negrões
- património
Negrões
5470-322, Negrões
Povoado fortificado de pouca amplitude, localizado na mesma linha dos castros de Vilarinho de Negrões e Morgade, dominando, em conjunto, todo o vale do Rabagão. Conserva uma espessa muralha, que circunda o monte, e que nalguns pontos tem cerca de cinco metros de espessura. No interior, observam-se vestígios de construções. Na parte superior do monte foi colocado um poste de alta tensão que cortou parcialmente a muralha. Do lado Este o acesso seria mais fácil, pelo que é neste local que se terá construído um fosso, do qual ainda restam vestígios.
Castro do Jarmelo
- património
São Pedro do Jarmelo
6300-210, Jarmelo (São Pedro)
Trata-se de um cabeço fortificado, dominando vasto horizonte, dotado de infraestruturas de abastecimento de água e apresentando muralhas com dois níveis concêntricos. Destacam-se a calçada romana com os vestígios da Fonte Moura e uma sepultura escavada na rocha, perto da Igreja se Santa Maria do Jarmelo, a área da Igreja de São Pedro, cemitério e campanário e casa da câmara, duas sepulturas escavadas na rocha e o terreno que compreende a Igreja de São Miguel e duas fontes de mergulho. Revela ocupações da Idade do Ferro à Época Medieval.
Conjunto do Palácio das Necessidades
- património
Largo do Rilvas - Largo das Necessidades, 58
1350-276, Lisboa
Situado no centro de Alcântara, foi uma das raras construções que resistiu ao terramoto de 1755. O palácio dispõe de belos jardins, onde se pode apreciar uma vasta coleção de plantas exóticas. Mesmo em frente do edifício existe uma fonte em forma de obelisco. Foi residência real até ao início do século XX (no Palácio das Necessidades habitaram quase todos os monarcas, desde D. João V a D. Manuel II), altura em que é abolida a monarquia em Portugal. Em 1910, o palácio viu o seu precioso espólio de obras de arte distribuído por vários museus.