Os melhores locais para visitar
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Igreja de São Francisco
- património
Rua Padre Gaspar Roriz, 124
4810-429, Guimarães
Igreja gótica que sofreu inúmeras alterações, sobretudo no século XVIII. Na capela-mor destacam-se o mais notável retábulo joanino da cidade, os retábulos de talha dourada, sanefas de estilo rocaille e azulejos que retratam cenas da vida de Cristo. Merecem também um olhar atento a sacristia, com teto apainelado, o claustro de dois pisos, a sala do Capítulo gótica, do século XVI, e o chafariz central, datado do século XVIII. A classificação inclui a parte constituída pela abside e absidíolos, o claustro e o edifício barroco da Ordem Terceira que compreende a sacristia joanina do século XVIII.
Igreja de São João Evangelista das Carmelitas
- património
Praça do Marquês de Pombal
3810-133, Aveiro
A construção teve início em 1610 como Paço de D. Brites Lara, sendo que em 1657 foi edificado o convento feminino da Ordem das Carmelitas, espaço onde está integrada a igreja. Em finais do século XVII foram edificados os púlpitos e teve início o revestimento a talha dourada. No século seguinte conjugou-se a referida talha com azulejos da oficina de Vital Rifarto. Já no século XX o edifício sofreu obras de restauro, sendo classificado como Monumento Nacional. A igreja apresenta uma traça austera, destacando-se o recheio em talha dourada, os azulejos e os caixotões do século XVIII.
Largo da Oliveira
- património
Largo da Oliveira
4800-438, Guimarães
É neste largo que se encontra o que resta do antigo Convento da Nossa Senhora da Oliveira, a igreja da Oliveira e o lindíssimo claustro inserido no Museu Alberto Sampaio. Em frente à igreja pode apreciar-se o padrão que relembra a vitória de D. Afonso IV sobre os mouros, em 1340, na batalha do Salado. Destaca-se também a Domus Municipalis, um imponente monumento que foi paço do concelho nos finais do século XIV, realçando-se o alpendre sustentado em cinco arcos góticos, as cinco janelas de sacada e uma estátua na fachada do edifício que representa Guimarães.
Palácio dos Marqueses de Fronteira
- património
Largo de São Domingos de Benfica, 1
1500-554, Lisboa
O tempo parece ter parado neste belo palácio de traço renascentista, situado no Largo de São Domingos de Benfica. As características decorativas mais relevantes deste palácio são os estuques e os azulejos. Destaque para a Sala das Batalhas que evoca (num estilo que hoje nos faz pensar na banda desenhada) os feitos do Conde da Torre nas duras pelejas da Restauração. O pátio dá acesso à Capela e ao Jardim de Vénus; é aqui que se situa, também, a Casa de Fresco. Em frente encontra-se o Lago Grande que acompanha a Galeria dos Reis.
Ara Romana a Júpiter
- património
Vilar de Perdizes
5470-461, Vilar de Perdizes
Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, junto ao caminho que liga ao Altar de Penascrita. Encontra-se esculpida num bloco de granito, parcialmente fraturada na base, e dedicada a Júpiter. É em quase tudo idêntica à ara dedicada a Larouco, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.
Capela de Nossa Senhora das Neves
- património
Rua da Portela
5460-418, Vila Pequena
A capela de Vila Pequena, dedicada a Nossa Senhora das Neves, é um edifício em granito, de planta rectangular orientada Nordeste / Sudoeste. A fachada frontal tem um portal rectangular, com moldura, ladeado por duas frestas horizontais de formato rectangular, sobrepujado por um óculo. A empena está rematada por uma cruz sobre acrotério, e os cunhais são encimados por pináculos triangulares com esfera. No interior destaca-se o altar-mor em talha dourada e policromada que alberga imaginária religiosa. É nesta capela que se celebra, entre outras, a missa da Festa em Honra de N. Sra. das Neves.
Castelo de São Romão (Vestígios)
- património
Telhado
5470-527, Montalegre
No sopé da vertente SE da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude máxima encontra-se um morro escarpado que outrora foi um povoado fortificado de época pré-romana. Por todo o monte são visíveis restos de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. De Norte e Noroeste a defesa era natural. Povoado fortificado da Idade do Ferro, tendo em conta o espólio cerâmico encontrado.
Castro de Valongo
- património
Ladrugães
5470-392, Reigoso
Pequeno povoado localizado sobre a margem direita da ribeira de Valongo, que serve de marco natural para delimitar as freguesias de Reigoso e Vila da Ponte. Os vestígios mais evidentes são o sistema de fortificações, constituído por um fosso e três linhas de muralha. A primeira linha de muralha circunda o reduto superior, originando uma larga plataforma onde se observam alguns restos de construções. A segunda, perto da anterior, encontra-se bem visível e reforçada por uma terceira, em meia-lua. De Oeste a defesa é complementada por um largo e profundo fosso escavado no afloramento.
Centro Histórico de Guimarães
- património
Guimarães
4810, Guimarães
Classificado como Património Mundial da UNESCO, o centro histórico de Guimarães é um claro exemplo da preservação de um núcleo urbano medieval, naquela que é hoje uma cidade moderna. Intrinsecamente ligada ao emergir da nacionalidade, no século XII, a cidade berço é formada por um conjunto diversificado de edifícios. No centro, facilmente se vislumbram as casas burguesas e nobres do século XV a XIX e as casas urbanas de fachadas lisas construídas durante os séculos XVII e XVIII. De especial beleza se apresentam também as casas oitocentistas de feição pombalina e casas revestidas a azulejos, datadas dos séculos XIX e …
Ermida de Santo Estêvão / Ermida do Espírito Santo
- património
Rua Dom Manuel I
7800-306, Beja
Trata-se de uma das ermidas mais antigas de Beja, tendo sido fundada em finais do século XIII para jazigo do cavaleiro Estêvão Vasques. Em 1915 foi doado à Santa Casa da Misericórdia de Beja, tendo acabado por funcionar como celeiro. Em 1940 foi restaurado e reabriu ao culto. É uma capela de uma nave e capela-mor, totalmente abobadada, característica do gótico da época de D. Dinis, com notória influência franco-borgonhesa. No período barroco a fachada principal foi enriquecida e, no início do século XX foram introduzidos diversos elementos de caráter neogótico, nomeadamente, mobiliário.