Os melhores locais para visitar
Resultados para Palácio da Pena em Portugal
Igreja de Nossa Senhora da Graça
- património
Rua da Sofia
3000, Coimbra
Igreja de nave única com capelas laterais intercomunicantes, uma capela-mor, um coro alto na entrada e cobertura em abóbada de berço aquartelada. Na fachada, sobressai o portal clássico e, por cima, um nicho que contém uma escultura da Senhora com o Menino. No interior, destacam-se o retábulo de madeira maneirista da capela-mor e os retábulos laterais barrocos.
Igreja de Nossa Senhora dos Mártires
- património
Rua Garret
1200-203, Lisboa
Obra da segunda metade do século XVIII, do arquiteto Reinaldo Manuel. O corpo central da fachada principal, avançado em relação aos laterais, apresenta-se por sua vez dividido em dois corpos separados por uma cornija saliente. No topo, a rematar a fachada existe um frontão triangular com um óculo de iluminação. No interior merecem destaque as pinturas de Pedro Alexandrino que decoram o teto.
Igreja de São João de Alporão
- património
Largo Zeferino Sarmento
2000, Santarém
A igreja de São João de Alporão, templo do século XII, surgiu no contexto das lutas político-religiosas da Reconquista cristã. Templo singular, pela forma como associa o estilo gótico e o estilo românico, no seu interior destaca-se o túmulo quatrocentista de Dom Duarte de Menezes. Atualmente a igreja encontra-se aberta ao público como Núcleo Museológico de Exposições Temporárias.
Igreja de São Martinho de Mouros
- património
Avenida Nené Ribeiro
4660-384, Resende
Esta Igreja constitui um dos mais notáveis exemplos do românico português, sendo o seu maciço turriforme, um elemento original construído à maneira de um pórtico. Enquanto a cabeceira conserva capitéis próprios do século XII, a construção da nave e do referido pórtico deve datar do século XIII. No interior da Igreja, junto ao arco triunfal, conservam-se vestígios de pintura mural.
Igreja de São Salvador de Ribas
- património
Cerdeira
4890-501, Ribas
Os testemunhos românicos desta Igreja foram datados como sendo da segunda metade do século XIII ou mesmo do século XIV, enquanto testemunho do românico de resistência, ou mesmo do nosso gótico rural. O portal principal é ornamentado por motivos de pérolas, traçando paralelos com outros construções do mesmo período e território. Ao longo da Época Moderna sofreu várias transformações.
Igreja dos Terceiros de São Francisco
- património
Rua do Infante Dom Henrique
4050-296, Porto
Esta igreja fica paredes-meias com a de São Francisco e revela marcada influência italiana. Construída entre 1634 e 1805 tem, no seu interior de uma única nave, algumas obras de relevo, nomeadamente, o Arco Triunfal, painéis da autoria de Vieira Portuense e de Teixeira Barreto, as talhas e os estuques da sacristia cujo teto foi pintado por Custódio Teixeira.
Mamoa da Arregada
- património
Cambeses do Rio
5470-041, Cambeses do Rio
Este monumento megalítico foi praticamente destruído pela estrada que liga Montalegre a Sezelhe. Os seus esteios foram destruídos, notando-se apenas um montículo artificial que pode ser confundido com restos de terras resultantes da abertura da estrada. Acredita-se que esta mamoa apresentava 28 metros de diâmetro e 1, 15 metros de altura, integrando o conjunto de mamoas de Pereiro.
Mamoa de Alto de Trás da Fraga
- património
Alto de Trás da Fraga
5470-091, Covelães
Monumento megalítico bem visível na paisagem, situado no cruzamento de dois caminhos. Apresenta cerca de 15/16 metros de diâmetro, apresentando uma depressão central pouco acentuada, onde são bem visíveis vestígios de um dólmen, nomeadamente a parte superior de quatro esteios. Tem ainda vestígios de couraça lítica. Trata-se do monumento melhor conservado da necrópole do planalto da Mourela.
Memorial de Santo António do Burgo
- património
Santo António
4540-551, Santa Eulália
Esta arcada de granito de estilo românico, também chamado Arco da Rainha Santa, assinala o local onde terá sido depositado o corpo da Infanta D. Mafalda, no século XIII, filha de D. Sancho I. É considerado um dos mais significativos monumentos do género existentes no norte do país e está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1910.
Moinho de Água de São Jorge
- património
Sítio do Pico, 156
9230-156, São Jorge
Alimentado pelas águas da Levada do Rei, este moinho de água recentemente restaurado conta com mais de trezentos anos e ainda mói trigo, milho, cevada e centeio tal como se fazia antigamente. Trata-se do último moinho de água da Madeira e é mantido a funcionar pelo moleiro Lino Albino Mendonça e pela sua mulher, a moleira Ana Rosa.