Porto

A Ribeira é muito provavelmente o local mais turístico da cidade do Porto. E são muitas as razões que lhe dão esse estatuto: a proximidade do rio, as vistas para as pontes e barcos rabelos e a possibilidade de visitar as caves de Vinho do Porto, do outro lado da margem, em Vila Nova de Gaia. Por isto tudo e pelo seu interesse patrimonial, em dezembro de 1996, o centro histórico do Porto foi classificado, pela UNESCO, como Património Cultural da Humanidade. Nos barcos típicos, rabelos de seu nome, é possível fazer viagens até à foz do rio Douro e fazer um passeio que contempla a passagem por baixo das pontes que unem o Porto a Vila Nova de Gaia: Arrábida, D. Luís, Infante, D. Maria Pia e S. João, dando a volta junto à ponte do Freixo. Para além do rio, a cidade tem uma costa que, apesar de contar com pouco areal, começa agora a ser mais frequentado, como em tempos de outrora. Fazer a marginal ribeirinha é uma das propostas para quem quer conhecer a cidade, “da Ribeira até à Foz”, como diz uma conhecida música de Rui Veloso e Carlos Tê. A Baixa é também um centro turístico, quanto mais não seja pelo comércio tradicional e restaurantes típicos que servem a iguaria nortenha, acompanhada de molho picante, a conhecida francesinha. Mas a cidade tem à mesa outra iguaria gastronómica muito conhecida: as tripas à moda do Porto. Também é na Baixa que pode ficar a conhecer cafés emblemáticos como o Majestic, ou o Guarany, e ali perto ver o edifício da Câmara Municipal do Porto e o ex-líbris da cidade: a Torre dos Clérigos. Apesar de ser a Nossa Senhora de Vandoma, a santa padroeira da cidade, é à volta de São João que os portuenses fazem a sua maior festa, com rigores de tradição. A noite mais longa do ano na Invicta celebra-se de 23 para 24 de junho e não pode faltar sardinha assada, manjerico, alho-porro, fogo-de-artifício e os muito característicos martelinhos de plástico nas festas sanjoaninas.

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