Os melhores locais para visitar
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Igreja de São Domingos
- património
Largo de São Domingos
1150-320, Lisboa
Fundada no século XIII, sofreu várias reformas sendo que a última foi quando o arquiteto Ludovice refez a capela-mor. Após o terramoto de 1755 a igreja foi reconstruída por Manuel Caetano de Sousa que aproveitou o portal e a sacada sobrejacente que foram salvos da Capela-Real do Paço da Ribeira. No interior destacam-se as colunas gigantes e a policromia dos seus mármores. É a Igreja mais ampla de Lisboa.
Igreja de São Pedro
- património
Rua de São Pedro
7350-027, Elvas
Da construção primitiva, do século XII, apenas se conserva o pórtico de granito românico-gótico, ladeado por colunelos. Sofreu profundas alterações operadas nos séculos XVII, XVIII e XIX. A fachada, setecentista, é larga e baixa. A torre sineira apresenta quatro olhais, duas frestas e remate em cúpula cónica. No interior, de três naves, realce para o zimbório, correspondente à capela-mor, com lanternim.
Igreja de São Pedro
- património
Largo de São Pedro
2100, Coruche
Capela devocional, antecedida por uma longa escadaria. Igreja de planta longitudinal, composta por nave única e capela-mor cupulada. A nave apresenta cobertura de madeira e numa das suas paredes está adossado um púlpito de finos balaústres renascentistas. O frontal do altar apresenta um painel de bonitos azulejos com a imagem de São Pedro rodeada de arbustos, flores e aves, assemelhando-se a um tecido.
Igreja de Vera Cruz de Marmelar
- património
Largo da Igreja
7220-561, Portel
Grandioso edifício do século XVI, construído sobre duas edificações anteriores, dos séculos X/XI e do século XIII, das quais subsistem vestígios na abside e nas absidíolas. Conserva um nicho de decoração visigótica. Na fachada principal existe um pórtico esquadriado com frontão semicircular da reforma maneirista e duas torres de quatro pisos, em cujos registos se rasgam frestas, rematadas por composição sineira barroca.
Igreja do Mosteiro de Pombeiro de Ribavizela
- património
Lugar do Mosteiro
4610, Pombeiro de Ribavizela
A Igreja românica do Mosteiro de Pombeiro foi das poucas em Portugal a obedecer ao plano de três naves, o que revela a importância desta casa no contexto medieval do país. Com o tempo, Pombeiro tornou-se cabeça das terras de Sousa, chegando a ter sob seu padroado 37 paróquias. Desse período românico apenas restam os dois absidíolos e o portal principal, de quatro arquivoltas.
Igreja e Convento das Domínicas
- património
Rua Doutor Bento Cardoso, 45
4810-433, Guimarães
Obra fundada em inícios do século XVII por Frei Sebastião, Prior do Convento de São Domingos de Viana do Castelo. No século XVIII, a Prioresa Madre Catarina das Chagas mandou efetuar as atuais obras de pedraria. Destacam-se o conjunto de retábulos e sanefas em talha dourada barroca, o órgão rocaille e uma imagem de Cristo, sobre a pia batismal, datada do século XVI.
Mamoa da Baixa do Monte Gordo
- património
Aldeia Nova de São Mateus
5470-173, Meixedo
Monumento megalítico de difícil visibilidade, parcialmente cortado pela construção da estrada. Localiza-se no cruzamento das estradas que ligam à Aldeia Nova de São Mateus, Gralhós, Firvidas e Zebral, vindo de Meixedo. Apresenta cerca de dez metros de diâmetro máximo e uma depressão central muito acentuada, donde emerge um esteio. Na zona envolvente existe bastante cascalho, possivelmente pertencente à couraça pétrea do monumento.
Mamoa do Alto do Ouroso
- património
Alto do Ouroso
5470-091, Covelães
Monumento megalítico pouco evidente na paisagem, localizado junto ao posto de vigia da Mourela. Apresenta uma depressão central pouco acentuada, não sendo visíveis vestígios de dólmen mas identificando-se restos de couraça lítica. Perto desta mamoa existe uma pequena construção do tipo abrigo, na qual poderão ter sido reaproveitados alguns esteios que constituíam o dólmen. Pertence à necrópole Megalítica do planalto da Mourela.
Mosteiro de Santo André de Ancede
- património
Ancêde
4640-021, Ancede
Da construção românica desta importante igreja monástica, primeiro dos Cónegos Regrantes e depois dos Dominicanos, apenas podemos assinalar a estrutura da capela-mor, onde se destaca a rosácea. Todo o restante conjunto monástico, valioso pelo capital artístico e pela influência local e regional, é obra da Época Moderna. Destacamos as intervenções barrocas que revelam um período de revitalização do espaço nos séculos XVII e XVIII.
Mosteiro de São Jorge de Milreus / Escola Universitária Vasco da Gama
- património
Castelo Viegas
3040, Coimbra
Mosteiro da Ordem de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, constituído por vários edifícios: portaria, dormitório, refeitório, cozinha, arrecadações, adega e oficina, que se desenvolvem à volta de um claustro e dois pátios. Destaque para alguns conjuntos de azulejos barrocos, localizados na igreja e na sala do capítulo, e para o claustro, com a sua arquitetura característica da Ordem de Cónegos Regrantes de Santo Agostinho.