Os melhores locais para visitar
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Igreja Matriz de Freixo de Espada à Cinta
- património
Rua de Trás do Adro, 26
5180-125, Freixo de Espada à Cinta
Igreja com três naves retangulares, capela-mor, dois absidíolos e sacristia. O alçado principal, terminado em empena e formado por três panos, separados por contrafortes, apresenta uma porta de grande arco abatido com moldura ornamentada, encimado por um arco decorativo. No interior realça-se o pavimento lajeado e cobertura em abóbada de nervuras. Destaca-se ainda o coro-alto no primeiro tramo e o púlpito em ferro forjado. Um dos absidíolos dá acesso à sacristia através de porta setecentista, encimado por escudo nacional policromado. O outro absidíolo encerra monumento funerário em arcossólio.
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira e Convento dos Lóios
- património
Rua Doutor Santos Carneiro, 7
4520-181, Santa Maria da Feira
Trata-se de um convento maneirista com igreja de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-mor barroco, de Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII. No centro do pátio do convento existia um chafariz barroco, agora implantado na praça em frente à Câmara Municipal.
Igreja de São Gens de Boelhe
- património
Largo da Igreja
4575-109, Boelhe
Construída entre meados e finais do século XIII, esta igreja afirma-se como um dos melhores exemplares de decoração do românico rural, apresentando uma variedade de motivos no exterior, desde cabeças de touro a homens transportando pedras, bem como siglas geométricas e alfabéticas nos muros, que significam o trabalho de aparelhamento da pedra pelos artífices. De planta retangular, é um dos poucos templos que conserva o primitivo campanário na fachada. Considerada a mais pequena igreja românica do país, conserva no seu interior aspetos característicos desse estilo, nomeadamente a solenidade e severidade dos elementos decorativos.
Igreja do Antigo Mosteiro de Fráguas
- património
Rua da Igreja
3460-302, Mosteiro de Fráguas
A Igreja do Mosteiro de Fráguas é um Templo de singela traça, de uma só nave com paredes de silharia, aberto numa fachada estreita e com teto de abóbada de berço. Ainda de referência na igreja são as sineiras. A Igreja possui campanário, de feição arcaica, com recorte quadrangular onde se abrem duas sineiras debruadas a meia altura por cornija em volta. No interior da igreja existe um conjunto de quadros ao gosto e estilo dos artistas de Viseu. Se não forem, pelo menos, da oficina de Vasco Fernandes, têm afinidades com Grão Vasco e pertencem à escola de Viseu.
Palácio Alverca / Casa do Alentejo
- património
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268, Lisboa
Esta casa, restaurada em 1919, dispõe de interiores luxuosos e de um pátio neoárabe com fonte. Trata-se de um bom exemplo de palácio urbano maneirista, caracterizado por uma grande sobriedade e simplicidade, que revela exteriormente a usual divisão social do espaço. No interior, cujo ambiente romântico decorre da decoração revivalista efetuada na segunda década do século 20, surgem painéis de azulejos barrocos inspirados em gravuras. Note-se o contraste entre a linearidade das fachadas e a exuberância interior romântica. É também conhecido como Palácio de São Luis da Pena ou Palácio Pais do Amaral.
Arcas Tumulares Românicas
- património
Avenida Conselheiro José Maria Alpoim
5040-310, Mesão Frio
Trata-se de um conjunto de sete sarcófagos trapezoidais datados do final da Idade Média, colocados no adro da Igreja Matriz de Mesão Frio. Cada um deles é constituído por arcaz e tampa, dois dos quais descobertos, com a tampa ao lado, possuindo cavidade sepulcral de contornos antropomórficos. Cinco deles apresentam tampa de secção poligonal com seis planos e os outros dois possuem tampa de tipo diferente, de secção pentagonal com volume em duas águas. Três dos sarcófagos apresentam arcaz liso e tampa decorada, destacando-se outros dois pela decoração que preenche também as faces dos arcazes.
Casa de Almeidinha / Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha
- património
Lugar da Roda
3530-100, Almeidinha
Construído no século XVI, este solar foi, posteriormente, alvo de diversas alterações. Destaca-se a varanda, com arcos de volta abatida, obra do século XIX. Possui uma capela, com um frontão partido que guarnece a porta, com pedra de armas. A classificação inclui os azulejos do século XVIII e os jardins anexos. O Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha insere-se num projeto de recuperação de um património classificado e ao serviço da Casa de Almeidinha. O Núcleo compõe-se de 3 grupos principais: instrumentos do ciclo do trigo e do milho, do vinho e do azeite.
Castelo de Monforte
- património
Povoação de Águas Frias
5400-601, Águas Frias
Este castelo, também designado por Castelo de Santo António, encontra-se localizado a 825 metros de altitude e integrava, juntamente com os castelo de Chaves e Santo Estêvão, a defesa do vale de Chaves. Foi mandado edificar por Dom Dinis no século XIII, provavelmente sobre vestígios de um castro romano. Neste recinto amuralhado que cercava a povoação subsistem ainda alguns vestígios. Das quatro torres originais permanece apenas uma torre de menagem. Conservam-se também alguns restos da antiga alcáçova, onde se abre um amplo salão sem teto, rodeado por paredes de granito.
Castelo de São Romão (Vestígios)
- património
Telhado
5470-527, Montalegre
No sopé da vertente SE da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude máxima encontra-se um morro escarpado que outrora foi um povoado fortificado de época pré-romana. Por todo o monte são visíveis restos de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. De Norte e Noroeste a defesa era natural. Povoado fortificado da Idade do Ferro, tendo em conta o espólio cerâmico encontrado.
Castro de Negrões
- património
Negrões
5470-322, Negrões
Povoado fortificado de pouca amplitude, localizado na mesma linha dos castros de Vilarinho de Negrões e Morgade, dominando, em conjunto, todo o vale do Rabagão. Conserva uma espessa muralha, que circunda o monte, e que nalguns pontos tem cerca de cinco metros de espessura. No interior, observam-se vestígios de construções. Na parte superior do monte foi colocado um poste de alta tensão que cortou parcialmente a muralha. Do lado Este o acesso seria mais fácil, pelo que é neste local que se terá construído um fosso, do qual ainda restam vestígios.