Bolos muito típicos de Alpalhão, redondos, pincelados com clara de ovo para o cume ficar brilhante no momento de irem ao forno. São como que o folar da região.
Espaço multifacetado que compreende duas salas, um forno para cozer cerâmicas e uma pequena loja. Periodicamente, são realizadas exposições de pratos e azulejos, pintados à mão pela proprietária.
Cooperativa de trabalhos artesanais em lã, linho e burel visto que são típicos da Guarda e Minho, respetivamente. Também podemos encontrar, neste local, trabalhos realizados pelos habitantes locais.
Foi um dos primeiros spas da cidade de Lisboa. O ambiente, com decoração e música a convidar ao relaxamento e os tratamentos prometem dar-lhe o conforto que necessita.
Este ginásio coloca à disposição do público em geral a prática de várias modalidades desportivas, além de outros serviços que pretendem beneficiar a saúde e o bem -estar dos utentes.
Centro hípico pertencente ao projeto da Quinta da Paiva, que permite a prática de equitação a crianças, deficientes, jovens e adultos. Possui um picadeiro coberto e aulas de equitação diárias.
Damabrigo é o nome de uma peça de teatro que dá origem a um dos mais concorridos bares de Vila Verde. Com uma decoração rústica, a lembrar os pubs londrinos.
Igreja de planta longitudinal composta por nave e capela-mor. Arquitetura religiosa, manuelina, barroca e vernácula. É de realçar que a capela-mor ainda mantém vestígios da época manuelina.
Templo que apresenta arquitetura maneirista, barroca e neoclássica. Os retábulos laterais e colaterais, portal e torre sineira apresentam características barrocas e o retábulo do altar-mor é neoclássico.
Esta igreja começou a ser construída em 1710, mas o terramoto de 1755 causou vários estragos que atrasaram a conclusão da obra. Por esse motivo, apenas foi inaugurada em 1838.