Os melhores locais para visitar
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Capela de Nossa Senhora do Desterro
- património
Largo do Rio da Fonte
2070-397, Pontével
A igreja primitiva terá sido construída no século XVI, da qual resta o portal manuelino. Em 1970 foi destruída, para dar lugar à que hoje se conhece. A fachada é arredondada e é composta por nave, capela-mor, torre sineira e sacristia. No interior podem ver-se azulejos do século XVII e uma bancada em madeira, à entrada, de 1635, reconstruída aquando da reedificação da nova igreja. Atualmente, em finais de agosto, recebe as festas de Nossa Senhora do Desterro.
Capela de São Marcos
- património
Rua das Amoreiras
5120-351, Guedieiros
Capela que apresenta arquitetura maneirista e rococó. Tem planta longitudinal e é composta por nave, capela-mor e sacristia. No interior tem coro-alto de madeira, púlpito quadrangular no lado do Evangelho e arco triunfal de volta perfeita. Capela-mor com retábulo-mor de talha dourada e policroma, também em estilo rococó. Possui painéis com representações de santos e pertencentes a espaldar de cadeiral setecentista, reaproveitados para forrar parte dos panos interiores da capela-mor.
Capela do Senhor dos Passos
- património
Rua Mouzinho de Albuquerque, 25
2070-104, Cartaxo
Apresenta uma localização peculiar, uma vez que está rodeada de duas habitações numa rua que fica perto da Igreja Matriz e do centro da cidade. Construída no século XVI, esta capela, de arquitetura religiosa manuelina, está anexada a um solar com comunicação interna feita através do coro alto. Os seus pontos de maior realce são o brasão esquartelado, o portal quinhentista, o arco triunfal e a abóbada artesoada. Em 1808, terá acolhido as tropas de Junot durante as Invasões Francesas.
Casa da Bica
- património
EM522-4
6270-181, Santa Comba
A Casa da Bica, que deve a sua designação à fonte de pedra que se encontra à esquerda do terreiro de entrada, teve origem num convento que existiu neste mesmo local entre 1550 e 1650, podendo a sua presença ter-se prolongado pelo menos por mais um século. Trata-se de um Solar que sofreu grandes estragos durante as invasões francesas e no qual se destacam o brasão da família Sacadura Botte e o brasão dos Gonçalves Santiago de Figueiredo.
Castelo de Beja
- património
Largo Dr. Lima Faleiro
7800-265, Beja
Do conjunto do castelo destacam-se a Torre de Menagem - com quase 40 metros de altura - da época de D. Dinis, em mármore, com janela geminada e um balcão matacães que a circunda. Obra-prima da arquitetura militar, a Torre de Beja possui grande valor histórico-monumental. Das edificações defensivas de origem romana restam apenas o arco da Porta da Vila e o arco da Porta de Évora. A porta da Moura é o único vestígio da fortificação medieval.
Castelo de Bragança
- património
Rua Dom João V, 62 - Cidadela
5300-025, Bragança
Construído no século XII, e classificado como Monumento Nacional desde 1910, é um dos castelos mais bem conservados de Portugal, destacando-se a sua distinta Torre de Menagem, considerada uma das mais belas construções militares do país. De realçar também a elegante Cidadela e as muralhas em forma de coração e o seu casario típico. No lado norte das muralhas, ergue-se a "Torre da Princesa", onde, segundo reza a lenda, terá vivido prisioneira uma jovem moura amada por um cristão.
Quinta da Aveleda
- património
Rua da Aveleda, 2
4560-570, Penafiel
É a mais conhecida e relevante Quinta do concelho, marcando a paisagem com os seus vinhedos. É de salientar o solar da Quinta (do século XVIII) e o jardim Romântico que a envolve onde se encontra a Torre das Cabras, a Casa de Chá (em estilo vitoriano e decorada interiormente com faiança portuguesa), o Fontanário das Quatro Estações (executado pelo Mestre João da Silva), árvores seculares e, sobretudo, a Janela da Reboleira, de estilo manuelino, que é monumento nacional.
Estação de Arte Rupestre de Molelinhos
- património
Lugar da Carvalheira
3460-210, Tondela
Estação arqueológica composta por seis painéis de xisto, que apresentam centenas de gravuras insculturadas, gravadas através de três técnicas diferentes: incisão, picotagem, abrasão). As gravuras representam diferentes motivos, desde armas (lanças, punhais e lâminas), instrumentos agrícolas (foices), desenhos geométricos (ziguezagues, reticulados, círculos, triângulos) e podomorfos e filiformes, covinhas, etc. Algumas são mais recentes. Terão sido executadas durante do Bronze Final e inícios da Idade do Ferro. Está classificado como Imóvel de Interesse Público.
Estação do Rossio
- património
Rua 1º de Dezembro, 125
1249-970, Lisboa
Este edifício, da autoria do arquiteto José Luís Monteiro, apresenta uma fachada onde sobressaem dois arcos em ferradura mouriscos (numa possível alusão ao túnel do Rossio a Campolide). Entre os arcos surge a estátua de Dom Sebastião. O edifício é integralmente revestido em cantaria de calcário, sendo a sua fachada principal, de três pisos, coroada por uma pequena torre com relógio. No interior, registe-se o átrio da entrada e a grande nave que cobre os cais de embarque.
Domus Municipalis / Antigos Paços Municipais
- património
Rua da Cidadela, 112
5300-025, Bragança
Monumento Nacional desde 1910, este edifício de formato peculiar constitui o único exemplar de arquitetura civil em estilo românico em toda a Península Ibérica, que apresenta uma forma pentagonal. Situado na zona da Cidadela, terá sido construído no século XIII e, embora se desconheça em concreto o que motivou a sua criação, é sabido que serviu de cisterna e de ponto de reunião dos “homens bons”, a quem competia a análise dos assuntos de interesse e de justiça.