Os melhores locais para visitar

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Solar dos Coelhos, Farias Amorins e Silvas

  • património

Rua da Igreja
3140-996, Tentúgal

Montemor-o-Velho

Edifício barroco datado do século XVIII.

Hua Xia

  • restauração

Avenida de Paris, 12
1000-228, Lisboa

Lisboa

Restaurante Chinês na zona do Areeiro.

O Magoito

  • restauração

Avenida dos Moinhos do Arneiro, 24
2705-434, Sintra

Sintra

Restaurante situado junto a praia do Magoito.

Flor-de-Lis - EPIC SANA Lisboa Hotel

  • restauração

Avenida Engenheiro Duarte Pacheco, 15
1070-100, Lisboa

Lisboa

Restaurante do hotel Epic Sana Lisboa.

Igreja de Paradela do Rio

  • património

Rua da Barragem
5470-362, Montalegre

Montalegre

É uma Igreja relativamente recente, data do século XVIII. Antes de ser Igreja era uma Capelania de São João da Ponteira, que era a Freguesia. No século XVII, devido ao crescimento populacional, a freguesia passou a ser Paradela do Rio. A aldeia da Ponteira é muito mais antiga do que a aldeia de Paradela do Rio, sendo que um dos mais antigos documentos que a ela faz referência é o testamento de São Rosendo, que data do século X. Tem o nome de Igreja de São João, embora o único São João que existisse na época fosse na Ponteira.

Igreja de São Gens de Boelhe

  • património

Largo da Igreja
4575-109, Boelhe

Penafiel

Construída entre meados e finais do século XIII, esta igreja afirma-se como um dos melhores exemplares de decoração do românico rural, apresentando uma variedade de motivos no exterior, desde cabeças de touro a homens transportando pedras, bem como siglas geométricas e alfabéticas nos muros, que significam o trabalho de aparelhamento da pedra pelos artífices. De planta retangular, é um dos poucos templos que conserva o primitivo campanário na fachada. Considerada a mais pequena igreja românica do país, conserva no seu interior aspetos característicos desse estilo, nomeadamente a solenidade e severidade dos elementos decorativos.

Mosteiro de Santa Maria de Coz

  • património

Rua de Santa Rita
2460-396, Cós

Alcobaça

Fundado no século XIII pelo abade de Alcobaça, o Mosteiro de Santa Maria de Coz foi um dos mais importantes conjuntos monásticos da região e o mais importante mosteiro do ramo feminino da Ordem de Cister. A construção atual, de uma simplicidade impressionante, deriva de trabalhos realizados sobretudo no séc. XVII. O aspeto sóbrio do exterior do edifício contrasta com o interior barroco. A igreja com cerca 50 metros de comprimento revela a grandeza do velho mosteiro e possui tetos com caixotões de madeira, azulejos dos séculos XVII-XVII e altares em talha dourada.

Castelo de Castelo Bom

  • património

Largo Capitão Teles Marques
6355-042, Vilar Formoso

Almeida

Castelo Bom é outra aldeia do concelho de Almeida que possui grande significado histórico, tendo também sido sede de concelho na Idade Média, qualidade que perdeu em 1834. O Castelo é medieval e Gótico com perímetro muralhado de configuração irregular e adaptada à topografia do local em que foi erigido, num morro a cerca de 700 metros de altitude nas margens do rio Côa. O reduto do castelejo tem uma cisterna, a quem os populares chamam “Poço do Rei”, e dois poços seicentistas que fazem parte do abastecimento de água à localidade.

Convento e Igreja de Santa Clara

  • património

Largo D. Afonso Sanches
4480-754, Vila do Conde

Vila do Conde

A Igreja de Santa Clara, datada do século XIV, apresenta uma estrutura gótica, com alguns acréscimos renascentistas. Na Capela dos Fundadores, datada do século XVI, encontram-se os túmulos: o Monumento Nacional do Infante D. Afonso Sanches e sua mulher D. Teresa Martins, em pedra de anca, considerados das mais belas obras de escultura tumular em estilo manuelino. O Convento de Santa Clara é um imóvel do século XVIII e está inserido na zona especial de proteção da Igreja de Santa Clara de Vila do Conde, classificada como Monumento Nacional.

Quinta do Mosteiro de São Salvador

  • património

Rua Conselheiro Luís de Magalhães
4470-616, Moreira

Maia

A Quinta do Mosteiro foi fundada em 1060 pela ordem dos Agostinhos da Santa Cruz. Abandonada durante longos anos, só no século XVII começou a ser reconstruída pelo Prior Brandão, tendo ficado concluída em 1622. Em finais do século XIX, a Quinta do Mosteiro atingiu todo o seu esplendor, durante a posse do conselheiro Luís de Magalhães que era amigo de escritores como Oliveira Martins e Eça de Queirós, tendo este último referido algumas vezes, nas suas obras, a Quinta do Mosteiro. Nos dias que correm, a Quinta mantém a sua imponência, encontrando-se dividida entre duas famílias, os Sottomayor e …

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