Os melhores locais para visitar
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Zazou – Bazar & Café
- património
- restauração
Calçada do Correio Velho, 7
1100-171, Lisboa
O Zazou é um espaço multifacetado onde se pode encontrar desde artesanato a produtos que são verdadeiras iguarias portuguesas, e por onde passam artistas expondo as suas obras de pintura e fotografia. Nas noites de sexta-feira há lugar a tertúlias, encenações e leituras de contos. Podem-se ainda experimentar petiscos deliciosos como queijos ou grande variedade de enchidos ao som de música portuguesa. O espaço prima pela peculiaridade da decoração, podendo em certas ocasiões regressar ao passado, em encontros cujos discos de vinil são os protagonistas, podendo-se partilhar vivências musicais.
Forja do Vilarelho
- património
Rua da Ponte de Pedra
5470-228, Montalegre
Localizada no bairro da portela, esta forja tem cerca de 70 anos e é um bom local para conhecer a tradição da região. Pertencente a uma família emblemática na transformação do ferro, ainda hoje é possível visitá-la (encontrando-se em atividade) e levar uma peça de recordação. Aqui pode ver-se a transformação do ferro, desde que é aquecido na fornalha, até ser batido no pilão, um êmbolo de grandes dimensões, ativado através de um pedal. No final, se for uma peça pequena, o molde é feito na bigorna, sendo por fim a peça temperada e arrefecida na água da pia.
Forno do Povo de Cerdedo
- património
Rua Central do Barreiro
5460-350, Cerdedo
O Forno do Povo de Cerdedo é uma construção rural vernacular em granito, cobertura de duas águas, em telha. No interior do edifício, à direita da porta da entrada encontra-se o tendal, estrutura maciça em granito e, na parte fundeira, encontra-se o forno onde a população local continua a cozer o pão tradicional. Este equipamento desempenhava, em tempos idos, um importante papel na sociabilidade aldeã, o chamado “café do povo”, era onde se reuniam durante os serões, era também o albergue dos pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam.
Forno do Povo de Fiães do Tâmega
- património
Avenida Principal
5460-431, Fiães do Tâmega
O Forno do Povo de Fiães do Tâmega é uma construção rural vernacular em granito, cobertura de duas águas, em telha. No interior do edifício, à direita da porta da entrada encontra-se o tendal, estrutura maciça em granito e na parte fundeira encontra-se o forno, onde a população local continua a cozer o pão tradicional. Este equipamento desempenhava, em tempos idos, um importante papel na sociabilidade aldeã, o chamado “café do povo”, era onde se reuniam durante os serões, era também o albergue dos pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam.
Ara Romana a Júpiter
- património
Vilar de Perdizes
5470-461, Vilar de Perdizes
Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, junto ao caminho que liga ao Altar de Penascrita. Encontra-se esculpida num bloco de granito, parcialmente fraturada na base, e dedicada a Júpiter. É em quase tudo idêntica à ara dedicada a Larouco, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.
Casa de Almeidinha / Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha
- património
Lugar da Roda
3530-100, Almeidinha
Construído no século XVI, este solar foi, posteriormente, alvo de diversas alterações. Destaca-se a varanda, com arcos de volta abatida, obra do século XIX. Possui uma capela, com um frontão partido que guarnece a porta, com pedra de armas. A classificação inclui os azulejos do século XVIII e os jardins anexos. O Núcleo Museológico Agrícola da Casa de Almeidinha insere-se num projeto de recuperação de um património classificado e ao serviço da Casa de Almeidinha. O Núcleo compõe-se de 3 grupos principais: instrumentos do ciclo do trigo e do milho, do vinho e do azeite.
Castelo de Monforte
- património
Povoação de Águas Frias
5400-601, Águas Frias
Este castelo, também designado por Castelo de Santo António, encontra-se localizado a 825 metros de altitude e integrava, juntamente com os castelo de Chaves e Santo Estêvão, a defesa do vale de Chaves. Foi mandado edificar por Dom Dinis no século XIII, provavelmente sobre vestígios de um castro romano. Neste recinto amuralhado que cercava a povoação subsistem ainda alguns vestígios. Das quatro torres originais permanece apenas uma torre de menagem. Conservam-se também alguns restos da antiga alcáçova, onde se abre um amplo salão sem teto, rodeado por paredes de granito.
Castro do Jarmelo
- património
São Pedro do Jarmelo
6300-210, Jarmelo (São Pedro)
Trata-se de um cabeço fortificado, dominando vasto horizonte, dotado de infraestruturas de abastecimento de água e apresentando muralhas com dois níveis concêntricos. Destacam-se a calçada romana com os vestígios da Fonte Moura e uma sepultura escavada na rocha, perto da Igreja se Santa Maria do Jarmelo, a área da Igreja de São Pedro, cemitério e campanário e casa da câmara, duas sepulturas escavadas na rocha e o terreno que compreende a Igreja de São Miguel e duas fontes de mergulho. Revela ocupações da Idade do Ferro à Época Medieval.
Convento dos Agostinhos
- património
Rua Duque Dom Jaime
7160-251, Vila Viçosa
Fundado no reinado de D. Afonso III, mais precisamente em 1267, foi dedicado a Nossa Senhora da Graça. O seu destino era ser panteão dos duques de Bragança. Destaca-se a fachada do mosteiro e da igreja com altas torres sineiras e grandes janelas. A nave da igreja é severa e quase sem decorações e as paredes laterais da capela-mor encerram em si seis mausoléus de duques de Bragança. Abrem-se para a nave seis capelas onde se destaca o retábulo barroco, revestimento azulejar e esculturas. Um realce para o bonito claustro seiscentista que dá acesso a diversas dependências.
Povoado de Pedregalho
- património
Pedregalho
5470-341, Padornelos
Povoado fortificado denominado de Pedregalho, localizado a Sudoeste da aldeia de Padornelos. Ainda são visíveis restos de pelo menos duas linhas de muralhas, do lado Sul identificamos um alinhamento de muralha com cerca de dez metros, cujo miolo foi preenchido em terra e pedra miúda. Na encosta encontram-se fragmentos de cerâmica indígena. Acredita-se que este povoado possa ter sido abandonado durante a Idade do Ferro, cuja ocupação passou a ser numa zona mais abrigada, onde atualmente se situa o núcleo antigo da aldeia de Padornelos cujo topónimo é “Cividade”.