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Igreja Matriz de Castedo / Igreja de São João Baptista

  • património

Rua Adriano Joaquim Machado
5070-227, Castedo

Alijó

Igreja de arquitetura maneirista e rococó composta por nave única, duas capelas laterais, capela-mor e torre sineira e sacristia. Apresenta no interior coro-alto, púlpito no lado do Evangelho, retábulo da capela lateral do Evangelho e colaterais maneiristas. O teto da nave tem pintura de quadraturas rococó.

Igreja Matriz de Eiriz / Igreja de São João Evangelista

  • património

Largo Padre Mário Ferreira Barbosa
4590, Lugar do Ribeiro

Paços de Ferreira

Igreja do século XVI em pedra muito simples com uma torre sineira. A circundar a igreja encontram-se 12 cruzeiros de 2 metros de altura. A planta é longitudinal e composta por nave única, capela-mor e capela lateral, sacristia e corredor de acesso e escada de acesso ao coro.

Igreja Matriz de Marzagão

  • património

Largo da Igreja
5140-162, Carrazeda de Ansiães

Carrazeda de Ansiães

Igreja composta por nave, capela-mor, sacristia e torre sineira de dois arcos. Toda a estrutura é em granito e, na fachada principal, pode ver-se o óculo e cunhais ornamentados. O interior conserva retábulos de talha dourada de estilo joanino e tetos de madeira formando caixotões.

Igreja Matriz de Valhelhas / Igreja de Santa Maria Maior

  • património

Largo de Santa Maria Maior
6300-235, Valhelhas

Guarda

Igreja matriz de construção românica, constituída por uma planta longitudinal composta por nave, capela-mor mais baixa e estreita, sacristia no lado direito e torre do relógio e campanário na fachada posterior. No interior, destaque para os retábulos em talha dourada e para uma pia batismal situada no subcoro.

Igreja Paroquial de São Julião

  • património

Travessa do Correio Velho, 29
6290-518, Gouveia

Gouveia

Igreja paroquial de planta longitudinal composta por uma nave, uma capela-mor mais estreita e uma sacristia e uma torre sineira adossadas. Apresenta características de arquitetura maneirista e rococó. No interior, muito adulterado, destaca-se o coro-alto de madeira e o arco triunfal de volta perfeita.

Igreja Paroquial de Vilarinho de Cotas / Igreja de Santo António

  • património

Avenida da Fonte
5085, Vilarinho de Cotas

Alijó

Igreja paroquial maneirista, rococó e tardo-barroca. Tem nave e capela-mor e sacristia adossada. Segue a tipologia regional das Matrizes mais simples. Apresenta no interior coberturas de madeira, coro-alto, púlpito no lado do Evangelho, retábulos colaterais maneiristas e retábulo-mor tardo-barroca com mesa de altar rococó.

Igreja da Misericórdia de Alenquer

  • património

Rua Maria Milne Carmo, 1
2580-389, Alenquer

Alenquer

Templo de nave única reconstruído em 1595 e reformado após o terramoto de 1755. Destacam-se os azulejos azuis e brancos enxaquetados, a pia batismal seiscentista (proveniente da Igreja da Várzea), a talha dourada, as pinturas do teto com cercadura policroma, as lápides e esculturas antigas e as pinturas do altar-mor.

Igreja de Genísio / Igreja de Santa Eulália

  • património

Rua da Igreja
5210-090, Miranda do Douro

Miranda do Douro

Igreja barroca de planta longitudinal composta e uma nave única. A fachada em empena encontra-se truncada por uma dupla sineira e um portal em arco abatido. No interior, destaque para os retábulos de talha dourada e policroma, barrocos e neoclássicos. Foi construída no século XIII, sendo remodelada no século XVIII.

Igreja de Montalvão

  • património

Largo Dom Manuel Godinho
6050, Montalvão

Nisa

Igreja de construção anterior ao século XIV, foi alvo de várias modificações ao longo dos séculos. Apresenta uma fachada baixa e larga, ladeada por duas torres, e um pórtico construído nos séculos XIII e XIV. O interior é de três naves e é, provavelmente, do século XVI.

Igreja de Nossa Senhora do Pranto

  • património

Largo da Senhora do Pranto
2140-073, Chamusca

Chamusca

O templo original foi provavelmente construído no século XVII, sendo depois reconstruído entre 1739 e 1747. Em 1747 foi construída a sineira e em 1748 o púlpito e a casa do ermitão. Destaque para a riqueza da decoração interior, com os seus azulejos, a talha e a pintura decorativa numa obra barroca.

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