Os melhores locais para visitar
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Templo Romano de Évora / Templo de Diana
- património
Largo Conde Vila Flor
7000, Évora
O templo romano de Diana é o verdadeiro ex-líbris da cidade de Évora. É constituído por 14 colunas de granito, sendo as bases e os capitéis em mármore de Estremoz. Foi erguido no século I, durante a época de Augusto e destruído durante o século V, aquando das invasões bárbaras. Contudo, as suas ruínas continuaram a ser aproveitadas ao longo dos tempos.
Palácio Alverca / Casa do Alentejo
- património
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268, Lisboa
Esta casa, restaurada em 1919, dispõe de interiores luxuosos e de um pátio neoárabe com fonte. Trata-se de um bom exemplo de palácio urbano maneirista, caracterizado por uma grande sobriedade e simplicidade, que revela exteriormente a usual divisão social do espaço. No interior, cujo ambiente romântico decorre da decoração revivalista efetuada na segunda década do século 20, surgem painéis de azulejos barrocos inspirados em gravuras. Note-se o contraste entre a linearidade das fachadas e a exuberância interior romântica. É também conhecido como Palácio de São Luis da Pena ou Palácio Pais do Amaral.
Convento dos Capuchos
- património
Serra de Sintra
2710, Sintra
Construído no meio de penhascos e vegetação, este convento é também denominado de Convento de Santa Cruz da Serra ou da Cortiça. Singela construção de grande rusticidade foi fundada em 1560, por Dom Álvaro de Castro, como cumprimento de um voto que fizera a seu pai, Dom João de Castro. Neste espaço tudo é miniaturial, as celas, forradas a cortiça, o refeitório e a pequena igreja com altar de mármore, cuja abóbada foi esculpida na própria rocha. Supõe-se que tenha sido abandonado em 1834, na sequência da extinção das ordens religiosas determinada pelo regime liberal.
Edifício do Teatro Nacional Dona Maria II
- património
Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa
Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos e, unanimemente, considerado o pai do teatro nacional.
Teatro Nacional Dona Maria II
- arte
Praça Dom Pedro IV
1100-201, Lisboa
Situado no lado norte do Rossio, o Teatro Nacional Dona Maria II, assim chamado em homenagem à filha de Dom Pedro, foi construído na década de 1840 pelo arquiteto italiano Fortunato Lodi. A fachada deste edifício neoclássico é composta por seis colunas, vindas do Convento de São Francisco, e é rematada por um frontão triangular onde estão esculpidas as figuras de Apolo e das Musas. No alto do frontão é possível vislumbrar a estátua de Gil Vicente, talvez o mais importante dramaturgo português de todos os tempos, considerado o pai do teatro nacional.
Igreja da Lapa
- património
Largo da Lapa, 1
4050-069, Porto
Esta igreja pertence à Irmandade da Nossa Senhora da Lapa. O estilo da igreja é neoclássico. Este monumento distingue-se pelo facto de lá estar guardado o coração de Dom Pedro I, imperador do Brasil. O túmulo que guarda esta relíquia apresenta de um lado a bandeira de Portugal e do outro a do Brasil. Na parte superior possui as espadas do Duque de Bragança.
Palácio da Família Alvarez
- património
Rua de São Bartolomeu
7150-162, Borba
Este é mais um dos palácios monumentais, cuja construção representa a época de esplendor das famílias que, na segunda metade do século XIX, enriqueceram graças à produção de vinho no seu maior apogeu. Neste caso, a família Alvarez veio de Espanha para se refugiar em Portugal por questões políticas e José Maria Alvarez chegou a ser Ministro da Indústria do governo da I República.
Castelo de Terena
- património
Largo do Castelo
7250-065, Alandroal
Localizado no topo de um monte, este castelo integrava a linha de defesa do Guadiana. É composto por um recinto amuralhado, com cubelos, torre de menagem e duas portas, uma das quais ladeada por torres. A versão documental atribui a feitoria desta obra a D. João I, que integrou o burgo no Padroado da Ordem de Avis. Ficou bastante danificado com as guerras castelhanas e com o terramoto de 1755.
Povoado de Santa Cruz
- património
Santa Cruz
5470-342, Padornelos
Povoado medieval vinculado a Padornelos, localizado nas proximidades de Sendim, no local designado por Santa Cruz. Atualmente, por entre os campos agrícolas, encontram-se fragmentos de telha de meia cana e abundantes pedras afeiçoadas. Do cruzeiro que marcava o local conserva-se apenas a coluna. Sabe-se apenas que durante o reinado de Dom Sancho I, entre 1185 e 1211, o local já era habitado.
Estátua O Cego do Maio
- património
Passeio Alegre
4490, Póvoa de Varzim
Estátua em bronze que encima uma coluna em pedra com cerca de 2 metros de altura. Representando um homem que com a mão procura auxiliar o olhar em busca de algo no horizonte, este monumento homenageia José Rodrigues Maio, pescador humilde que salvou muitos homens retirando-os do mar com uma coragem que lhe foi reconhecida ainda em vida pelo rei Dom Luís I.