Os melhores locais para visitar
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Adega dos Frades
- restauração
Rua D. Duarte I, 248 - Hotel Villa Batalha
2440-415, Batalha
O espaço da Adega dos Frades surge como se fosse uma extensão do Mosteiro da Batalha, a poucos metros de distância. Uma homenagem a uma das salas mais importantes do monumento, o claustro D. João I, como se fosse um local onde os frades trocassem as orações pelas refeições. A cozinha cuidada incorpora surpresas como a pasta de chícharo (uma leguminosa recentemente reabilitada pela região), a entremeada recheada de enchidos, o risotto de cogumelos selvagens ou o duo de cabrito e borrego com risotto de favas.
Forte de Nossa Senhora da Graça ou de Lippe
- património
Monte Senhora da Graça
7350-410, Alcáçova
Exemplar da arquitetura militar europeia do século XVIII, mandado construir por D. José no local onde outrora existira um fortim. Este forte abaluartado fica situado num impressionante monte rochoso. É formado por amplos espaços, jogos de linhas e volumes o que lhe confere potência e eficácia militar. Singulariza-se pela residência do Governador, edifício invulgar no contexto arquitetónico do forte. Também é designada de Fortaleza de Lippe, nome do autor da proposta da construção. No interior encontra-se uma capela em honra de Nossa Senhora da Graça.
Igreja de São Mamede de Vila Verde
- património
Lugar de São Mamede
4615-463, Vila Verde
Esta igreja encontra-se já referida em documentos datados de 1220, como parte integrante do padroado do Mosteiro de Santa Maria de Pombeiro. Contudo, o edifício atual apresenta características mais tardias de influência gótica, ainda que se tenha recorrido à construção românica. A capela foi provavelmente construída no século XIII, quando D. Mendo de Sousa se instalou no lugar de Vila Verde. Hoje, podem ainda observar-se evidências de frescos da autoria de Mestre Arnaus na capela-mor, e o revestimento a reboco decorado com pinturas na nave.
Igreja de São Pedro de Cête
- património
Lugar do Barreiro
4580, Lugar do Barreiro
Esta igreja fazia parte do desaparecido mosteiro beneditino, tendo sido reconstruída nos séculos XIV e XV. A partir daí passou a possuir claustro, torre ameada e o gigante da frontaria. O pórtico é de quatro arquivoltas de arcos ogivais, assentes em colunas decoradas nos ábacos e capitéis, com brasão e uma rosácea. Interiormente possui uma nave, capela-mor, onde se encontra o túmulo do abade D. Estêvão, epigrafado e com estátua jacente sobre a tampa e capela funerária. Faz parte da Rota do Românico do Vale do Sousa.
Mosteiro de Grijó
- património
Alameda do Mosteiro Grijó
4415-998, Vila Nova de Gaia
O mosteiro primitivo, denominado Mosteiro de São Salvador de Grijó, foi fundado em 922 no lugar de Muraceses. Foi apenas no ano de 1112 que foi transferido para a localização atual. Em 1770 o convento foi extinto, passando os seus bens para o Convento de Mafra. De salientar a talha dourada e os azulejos do séc. XVIII na capela-mor, bem como o órgão de tubos, com origem no final do séc. XVIII e início do séc. XIX. Destaca-se ainda o túmulo de D. Rodrigo Sanches, classificado como Monumento Nacional.
Palácio dos Sousa Câmara
- património
Praça da República, 35
7160-207, Vila Viçosa
Outra obra da autoria do arquiteto José Francisco de Abreu. José Bernardo de Sousa da Câmara foi vereador municipal em 1752 e reformou-se em 1798 do posto de sargento-mor de cavalaria, tendo falecido pouco depois. A casa foi deixada a uma sobrinha - D. Inácia Xavier Caetano de Aragã. É das maiores casas apalaçadas da vila e mantém a sua função residencial, em ótimo estado de conservação, exterior e interiormente. A fachada obedece a um estilo sóbrio e simétrico. No interior existe uma capela e várias pinturas murais neoclássicas.
Antigos Paços do Concelho e Cadeia de Castelo Branco - Domus Municipalis - Centro de Interpretação do Bordado
- património
Praça Camões
6000-262, Castelo Branco
Situado na Praça Velha, este edifício do século XVI, de estilo manuelino, destaca-se pela sua arquitetura e pelos elementos que o caraterizam. Na fachada principal saltam à vista o balcão, o Escudo de Portugal, as Armas de D. Manuel, a Esfera Armilar, e uma lápide em latim, de 1646. Por cima da porta principal, há um campanário, já sem sino, que antigamente anunciava o fecho das portas defensivas da cidade. Neste local já funcionaram instituições como a Câmara Municipal ou a cadeia, atualmente alberga o Centro de Interpretação do Bordado.
Aqueduto das Águas Livres
- património
Rua Dom Diniz
1685, Famões
Pertencente ao conjunto anexo ao aqueduto das Águas Livres, trata-se de um aqueduto extenso, em pedra, criado para levar água até ao Terreiro do Paço de Queluz para consumo das cavalariças reais. A obra foi criada no local de duas nascentes: a nascente da Gargantada e a do Pocinho e servia diversos chafarizes e fontes em Queluz. Mandado construir por D. João V, em 1731, só viria a ser terminado em meados do século XIX. O troço principal tem 14 quilómetros de comprimento, oito dos quais no município da Amadora.
Aqueduto das Águas Livres
- património
Carenque - Palácio de Queluz
2720, Amadora
Pertencente ao conjunto anexo ao aqueduto das Águas Livres, trata-se de um aqueduto extenso, em pedra, criado para levar água até ao Terreiro do Paço de Queluz para consumo das cavalariças reais. A obra foi criada no local de duas nascentes: a nascente da Gargantada e a do Pocinho e servia diversos chafarizes e fontes em Queluz. Mandado construir por D. João V, em 1731, só viria a ser terminado em meados do século XIX. O troço principal tem 14 quilómetros de comprimento, oito dos quais no município da Amadora.
Biblioteca Joanina
- património
Praça da Porta Férrea
3000-447, Coimbra
Obra setecentista onde se destaca, no exterior, o magnífico portal nobre barroco encimado pelo escudo nacional com armas de D. João V. À simplicidade da fachada contrapõe-se a profusão decorativa do interior, onde se destacam os tetos, pintados pelos artistas lisboetas António Simões e Vicente Nunes, e uma enorme tela retratando Dom João V, executada por volta de 1730, da autoria de Domenico Duprá. Esta biblioteca possui cerca de 300 mil obras, datadas do século XII ao século XIX, com destaque para as temáticas de direito, filosofia e teologia.