Os melhores locais para visitar
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Igreja Matriz de Santa Maria da Feira e Convento dos Lóios
- património
Rua Doutor Santos Carneiro, 7
4520-181, Santa Maria da Feira
Trata-se de um convento maneirista com igreja de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-mor barroco, de Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII. No centro do pátio do convento existia um chafariz barroco, agora implantado na praça em frente à Câmara Municipal.
Igreja de São João Evangelista das Carmelitas
- património
Praça do Marquês de Pombal
3810-133, Aveiro
A construção teve início em 1610 como Paço de D. Brites Lara, sendo que em 1657 foi edificado o convento feminino da Ordem das Carmelitas, espaço onde está integrada a igreja. Em finais do século XVII foram edificados os púlpitos e teve início o revestimento a talha dourada. No século seguinte conjugou-se a referida talha com azulejos da oficina de Vital Rifarto. Já no século XX o edifício sofreu obras de restauro, sendo classificado como Monumento Nacional. A igreja apresenta uma traça austera, destacando-se o recheio em talha dourada, os azulejos e os caixotões do século XVIII.
Largo da Oliveira
- património
Largo da Oliveira
4800-438, Guimarães
É neste largo que se encontra o que resta do antigo Convento da Nossa Senhora da Oliveira, a igreja da Oliveira e o lindíssimo claustro inserido no Museu Alberto Sampaio. Em frente à igreja pode apreciar-se o padrão que relembra a vitória de D. Afonso IV sobre os mouros, em 1340, na batalha do Salado. Destaca-se também a Domus Municipalis, um imponente monumento que foi paço do concelho nos finais do século XIV, realçando-se o alpendre sustentado em cinco arcos góticos, as cinco janelas de sacada e uma estátua na fachada do edifício que representa Guimarães.
Muralhas de Serpa
- património
Rua das Portas de Beja
7830-431, Serpa
Esta fortificação militar já existia desde a época romana, não existindo, no entanto, registo das destruições e reconstruções. A atual fortificação de Serpa foi mandada construir por D. Dinis e era constituída por um castelo poderoso e por uma dupla muralha torreada. Subsistem importantes panos de muralhas, sendo de destacar o que é encimado por uma longa arcaria do aqueduto, que se prolonga até uma monumental nora mourisca. Durante a guerra da Sucessão de Espanha a fortaleza sofreu grandes danos. Merecem especial referência as Portas de Moura e de Beja e o imponente solar dos Marqueses de Ficalho.
Pelourinho de Castelo Mendo
- património
Castelo Mendo
6355, Vilar Formoso
No interior das muralhas de Castelo Mendo, o Pelourinho de estilo Manuelino do século XVI é outra referência. Com sete metros de altura, é um dos mais altos de toda a Beira Interior, sendo todo construído em granito. Assenta numa base de seis degraus, e tem um fuste octogonal monolítico que apresenta um capitel em gaiola e um catavento de bandeirola, em ferro, no topo. Está representado nos desenhos de Duarte D’Armas, autor do primeiro guia de viagem das Aldeias Históricas, que atestam a atribuição do Foral Novo a Castelo Mendo, pelo rei D. Manuel I.
Casa das Quatro Cabeças
- património
Rua de Fran Pacheco, 44
2900-373, Setúbal
Edifício situado no centro piscatório da antiga vila, possui 3 pisos e é um exemplo da construção citadina de Setúbal durante a Idade Moderna. Ao longo do tempo sofreu diversas alterações mas manteve as características essenciais das diferentes épocas de construção, com o piso térreo a apresentar testemunhos manuelinos. Segundo a lenda, este edifício está relacionado com a tentativa de assassinato de D. João II, ocorrida durante uma procissão de Corpo de Deus realizada na cidade sadina. Na parte superior da porta está gravada uma inscrição latina, cortada por uma cabeça esculpida. Na esquina do edifício encontram-se as restantes 3 …
Castelo de Belver
- património
Rua de São Pedro
6040-024, Belver
Castelo de forma circular virado para o rio Tejo, edificado em 1194 por Dom Afonso Pais e reconstruído em 1390 por Dom Nuno Álvares Pereira. Mantém os panos da muralha, em parte ameados e com vestígios de torreões. A porta de entrada foi construída no século XV e possui arco de volta redonda. No interior do castelo encontra-se a capela de São Brás que apresenta um agradável retábulo seiscentista. O castelo de Belver foi ponto de partida para diversas ações contra os mouros, tendo, também, servido de apoio a D. João I, durante a Guerra da Independência.
Castelo de Estremoz
- património
Largo de Dom Diniz
7100-555, Estremoz
Castelo de planta pentagonal, com cerca reforçada por contrafortes torreados. O recinto amuralhado da antiga cidadela ergue-se em redor da torre de menagem, em mármore branco com 27 metros de altura. Para além da cerca medieval, a povoação apresenta uma vasta extensão de fortificações da época da Guerra da Restauração, com torres ameadas e duas portas de arco de volta perfeita. Próximo de uma das portas existe uma torre retangular, de estilo romano-gótico, com diversas janelas. O paço real, restaurado por D. João V, situa-se na periferia do castelo.
Convento da Madre de Deus da Verderena
- património
Rua do Convento
2830-072, Barreiro
A construção deste convento iniciou-se no século XV e foi fundado por D. Francisca de Azambuja, descendente de uma das mais ilustres famílias do Barreiro. Apresenta um programa arquitetónico que privilegia a simplicidade e austeridade, bem como a ausência de riqueza. Foi alvo de várias intervenções, uma das quais no início do século XVIII. Aquando da extinção das ordens religiosas o convento foi transformado em quinta de veraneio. Em 1995 o edifício, propriedade do município, foi recuperado e restaurado. Atualmente dispõe de um auditório, um polo da biblioteca municipal, um bar e um centro de exposições temporárias.
Convento dos Agostinhos
- património
Rua Duque Dom Jaime
7160-251, Vila Viçosa
Fundado no reinado de D. Afonso III, mais precisamente em 1267, foi dedicado a Nossa Senhora da Graça. O seu destino era ser panteão dos duques de Bragança. Destaca-se a fachada do mosteiro e da igreja com altas torres sineiras e grandes janelas. A nave da igreja é severa e quase sem decorações e as paredes laterais da capela-mor encerram em si seis mausoléus de duques de Bragança. Abrem-se para a nave seis capelas onde se destaca o retábulo barroco, revestimento azulejar e esculturas. Um realce para o bonito claustro seiscentista que dá acesso a diversas dependências.