Os melhores locais para visitar

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Palácio de São Marcos

  • património

Rua Dom Duarte Nuno
3025-637, Coimbra

Coimbra

O mosteiro deste palácio foi habitado por Monges a partir de 1451. Na igreja, destaque para um conjunto tumular datado dos séculos XV e XVI: túmulo de Fernão Teles de Meneses, datado de 1481, e túmulo de João da Silva e Aires da Silva, da autoria do escultor manuelino Diogo Pires-o-Moço.

Palácio e Quinta de Valflores

  • património

Rua da Esperança, 3
2690-589, São João da Talha

Loures

O Palácio de Valflores terá sido uma das mais notáveis casas senhoriais do distrito, na sua época. Destacam-se os dois torreões ameados, galeria de dez arcos abatidos sobre colunelos toscanos e portas e janelas de molduras quinhentistas. Em 2001 sofreu uma derrocada parcial da vasta arcada do segundo piso da fachada principal.

Paço dos Távoras

  • património

Praça do Município
5370-288, Mirandela

Mirandela

Palácio do século XVII com três corpos, um central de dois andares, e dois laterais de apenas um andar. Especial realce para as cantarias das portas e janelas. No interior, destaca-se um painel de azulejos datado de 1956, que representa as armas da cidade. Atualmente, estão aqui instalados os Paços do Concelho de Mirandela.

Pelourinho de Paredes

  • património

Rua Doutor José Magalhães
4580, Paredes

Paredes

Base com três degraus sobre os quais assenta um plinto cúbico. O fuste é liso com êntase apoiando um tabuleiro retangular com colunelos de remate pontiagudo nos cantos. No centro do tabuleiro é visível uma grande pedra de armas com o escudo nacional coroado. Construção do século XVIII, é um belo exemplo em granito.

Pintura Mural na Capela de Santa Luzia de Larinho

  • património

Rua da Estação
5160-114, Moncorvo

Torre de Moncorvo

Antiga capela da qual apenas resta uma parte da parede testeira da capela-mor, onde se pode encontrar um fresco do século XVI. Esta pintura, com cerca de 1,5 metros quadrados, representa a figura de Santa Luzia, com a palma, símbolo do martírio, na mão direita e uma bandeja com dois olhos na mão esquerda.

Capela da Santa Casa da Misericórdia de Arouca

  • património

Praça Brandão de Vasconcelos
4540-110, Arouca

Arouca

Capela construída em 1612, muito rica no seu programa iconográfico, onde são representados Evangelistas, Apóstolos, cenas do Nascimento, Vida e Paixão de Cristo, entre outros. O interior é composto por um altar muito simples e a nave é toda revestida de azulejos que datam do século XVII. Classificada Imóvel de Interesse Público desde 1959.

Capela de Nossa Senhora da Piedade

  • património

Largo da Senhora da Piedade
6000-112, Castelo Branco

Castelo Branco

Devido às construções deste século, a capela da Nossa Senhora da Piedade encontra-se completamente descaracterizada, não sendo conhecida a data da fundação deste monumento. O interior conta com painéis de azulejos joaninos representando a Adoração dos Reis Magos, a Última Ceia e os Mistérios da Virgem oferecidos, em 1739, pelos familiares do Dr. Francisco Rafeiro.

Capela de Santo António

  • património

Rua de Montes Claros, 1
7150-133, Borba

Borba

Fundada pela Irmandade de Santo António, esta igreja tinha várias propriedades agrícolas, cujos rendimentos revertiam a favor da ornamentação artística. O santo patrono pode ser visto na escultura erigida em barro, dentro do frontão da entrada. Possui alguns retábulos em mármore, da autoria do arquiteto José Francisco de Abreu e de Angélico Velez.

Capela de Santo Ovídio

  • património

Monte de Santo Ovídio
4475, Santa Maria de Avioso

Maia

Esta capela, datada do século XVIII, foi erguida num montículo de granito com rampa em caracol e calçada à antiga portuguesa. Foi neste local, que morreu, em 1038, D. Gonçalo Trastamires. Anualmente, no último domingo de agosto, celebra-se uma procissão em honra de Santo Ovídio, no miradouro sobre a vila do Castelo da Maia.

Capela de São Frutuoso

  • património

Avenida São Frutuoso
4700-291, Braga

Braga

Construída entre os anos 650 e 665 com o nome de São Salvador de Montélios, pelo bispo de Braga São Frutuoso, foi provavelmente reconstruída no século X ou XI. Trata-se do único exemplar de arte romano-bizantina em Portugal. Mais tarde, o Convento de São Francisco, do século XVII, manteve a capela como anexo.

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