Os melhores locais para visitar

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Igreja do Antigo Mosteiro de Fráguas

  • património

Rua da Igreja
3460-302, Mosteiro de Fráguas

Tondela

A Igreja do Mosteiro de Fráguas é um Templo de singela traça, de uma só nave com paredes de silharia, aberto numa fachada estreita e com teto de abóbada de berço. Ainda de referência na igreja são as sineiras. A Igreja possui campanário, de feição arcaica, com recorte quadrangular onde se abrem duas sineiras debruadas a meia altura por cornija em volta. No interior da igreja existe um conjunto de quadros ao gosto e estilo dos artistas de Viseu. Se não forem, pelo menos, da oficina de Vasco Fernandes, têm afinidades com Grão Vasco e pertencem à escola de Viseu.

Marco Miliário da Rua Doutor Bento Carqueija

  • património

Rua Doutor Bento Carqueija
3720-214, Oliveira de Azeméis

Oliveira de Azeméis

O Marco Miliário, um dos testemunhos das antiguidades de Oliveira de Azeméis, foi encontrado durante a demolição da Igreja de Ul, no final do século XVIII. Retirado do seu local de origem teve diversas localizações, encontrando-se hoje exposto no largo próximo da Igreja Matriz. Este marco assinala a Milha XII até Langobriga (Civitas na zona de Fiães, Santa Maria da Feira) e provavelmente a Milha LX do Itinerário XVI entre Braga e Lisboa, e terá sido erguido durante o domínio do imperador Tibério, entre os anos 23 e 24 da nossa era.

Monte da Cerca

  • património

Gouveia
5350, Alfândega da Fé

Alfândega da Fé

O Monte da Cerca era um povoado fortificado com função residencial e militar, estando implantado numa elevação isolada, dominando Sendim da Serra, no extremo este da linha de cumeada que arranca no Castelo de Gouveia, com o qual se pensa estar relacionado. No topo, é visível um alinhamento de pedras de xisto, formando um talude que define uma linha de muralhas que rodeava o monte. A estruturação do povoado e a construção da muralha datam da Idade do Ferro, sendo ocupado como reduto defensivo na Alta Idade Média. Já no século XX, parte da muralha foi destruída para a remoção …

Monumento Megalitico Menir do Lavajo

  • património

Monte Vascão
8970, Monte Vascão

Alcoutim

Monumentos megalítico composto por dois menires situados relativamente próximos um do outro. Trata-se de um monólito talhado num bloco de grauvaque, de cor cinzenta escura, com a superfície patinada de castanho. Apresenta um aspeto estelar, com secção elipsoidal e mede um pouco mais de três metros de altura, revelando-se assim o maior exemplo de grauvaque conhecido até hoje em Portugal. Tudo indica que estes menires terão sido edificados na segunda metade do quarto milénio A.C. O local está cercado por uma rede, pelo que apenas é possível visitá-lo pelo exterior.

Mosteiro de Santa Clara-a-Nova

  • património

Calçada de Santa Clara
3040-270, Coimbra

Coimbra

A primeira pedra deste edifício foi lançada no dia 3 de julho de 1649, durante o reinado de Dom João IV. O novo Mosteiro foi construído para acolher o Corpo da Rainha Santa e as freiras clarissas do primitivo Convento de Santa Clara, que se encontrava em avançado estado de degradação. A igreja, de nave única, é constituída por um coro e uma capela-mor. No coro baixo encontra-se o túmulo primitivo da Rainha Santa, executado por Mestre Pero em 1330, obra talhada num único bloco calcário. Nas paredes sobressaem azulejos e retábulos dos séculos XVII e XVIII.

Mosteiro de Santa Maria de Seiça

  • património

Rua da Nossa Senhora de Seiça
3090, Seiça

Figueira da Foz

Já anteriormente ao século XII, quando os frades de Seiça adotaram a regra de S. Bernardo, aqui existia uma pequena comunidade monástica. O conjunto arquitetónico data, porém, dos séculos XVI, XVII e XVIII, quando se construiu o claustro, se ergueu o dormitório e se transformou a igreja. O templo, de nave única, capelas laterais à face, transepto saliente e duas torres sineiras de cúpulas bolbosas na fachada, foi muito adulterado no século XX, tendo-se apeado a cabeceira para a construção da linha de caminho-de-ferro e instalado, no interior, uma unidade industrial de descasque de arroz.

Palácio Alverca / Casa do Alentejo

  • património

Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268, Lisboa

Lisboa

Esta casa, restaurada em 1919, dispõe de interiores luxuosos e de um pátio neoárabe com fonte. Trata-se de um bom exemplo de palácio urbano maneirista, caracterizado por uma grande sobriedade e simplicidade, que revela exteriormente a usual divisão social do espaço. No interior, cujo ambiente romântico decorre da decoração revivalista efetuada na segunda década do século 20, surgem painéis de azulejos barrocos inspirados em gravuras. Note-se o contraste entre a linearidade das fachadas e a exuberância interior romântica. É também conhecido como Palácio de São Luis da Pena ou Palácio Pais do Amaral.

Palácio Pancas Palha

  • património

Rua de Santa Apolónia, 12
1100-468, Lisboa

Lisboa

Edifício mandado construir no segundo quartel do século XVII por Dom Luís de Meneses, senhor de Pancas e de Ponte da Barca, foreiro das Comendadeiras de Santos-o-Novo. Em meados do século XIX foi vendido ao desembargador José Pereira Palha. Já em 1968 é adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa à família Van Zeller. Trata-se de uma casa senhorial setecentista, na qual se destacam a entrada em pátio aberto para carruagens e a escadaria nobre. Destaca-se, ainda, a pequena sala decorada com pinturas de motivos campestres - sala dos frescos -, datada provavelmente do princípio do século XIX.

Picadeiro d' El Rey

  • património

Rua das Muralhas - Baluarte de Nossa Senhora das Brotas
6350-130, Almeida

Almeida

Esta construção grandiosa, de planta poligonal irregular, situa-se no Baluarte de Nossa Senhora das Brotas, e teve várias utilizações, como Trem de Artilharia ou Quartel do Destacamento de Artilharia, até assumir as atuais funções. Após ter caído em ruínas na segunda metade do século XIX, foi posteriormente requalificado no final do século XXI, mantendo algumas estruturas originais como o portal coroado com as armas reais, o edifício das manjedouras, o muro circular e as paredes laterais com contrafortes. É composto por cavalariças, com capacidade para 21 cavalos, zonas de trabalho e picadeiros coberto e aberto, entre outras áreas.

Ponte Velha de Cabril

  • património

Cabril
5470-013, Montalegre

Montalegre

Ponte romana de sólida construção em alvenaria de granito, datada do período Medieval. Apresenta um arco de volta perfeita erigido com um cuidado aparelho isódomo, o qual vence um vão com cerca de dois metros de largura. O tabuleiro eleva-se em cavalete e o arco encontra-se fortemente consolidado nas margens através de dois pegões divergentes. O pavimento é constituído por lajes regulares e não possui guardas. Encontra-se sobre a ribeira de Cabril, estando a maior parte do ano submersa, sendo que apenas se observa quando os níveis de água da albufeira de Salamonde descem.

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