Os melhores locais para visitar
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Igreja de Santo António dos Olivais
- património
Rua Brigadeiro Doutor Correia Cardoso
3000-083, Coimbra
Esta igreja pertencia, primitivamente, a um convento franciscano fundado no século XIII. No século XVIII o templo foi totalmente reconstruído. O acesso é feito através de uma escadaria de seis lanços, ladeada por seis capelinhas, apresentando esculturas com passos da vida de Cristo. A partir do adro da igreja é possível avistar a cidade e as aldeias próximas, o rio Mondego, as serras e vales. No interior, destacam-se os azulejos historiados da nave e capela-mor (dos séculos XVII e XVIII), as talhas e pinturas da sacristia (atribuídas a Pascoal Parente), e a imagem de Cristo na capela, da autoria de …
Igreja de Santo Estêvão de Alfama
- património
Largo de Santo Estevão, 13
1100-219, Lisboa
Um dos melhores exemplares do barroco português, possui grande diversidade de azulearia e talha. Do adro a vista é bela com os ruídos do cais, agora mais próximos. Vale pela localização e pela simplicidade. Totalmente reconstruída na primeira metade do século XVIII, sob o risco de Manuel da Costa Negreiros, esta igreja apresenta um perfil irregular, com uma só torre. A fachada é dividida em três panos por pilastras e rematada por um frontão triangular. No seu interior são de salientar o retábulo, os altares laterais, a estatuária e os azulejos que decoram a chamada sacristia velha.
Igreja de São Domingos / Sé Catedral de Aveiro
- património
Rua Batalhão de Caçadores, 10
3810-064, Aveiro
Uma parede em pedra talhada com um nicho onde se vislumbra uma Nossa Senhora de feição gótica é o que resta, na atual Sé, da antiga igreja do convento dominicano (1423). Realce para as capelas laterais, uma com um retábulo em calcário, do século XVI, e outra com um retábulo em madeira esculpida onde surge uma estátua de Nossa Senhora do Rosário. Em 1719 foi construída uma nova fachada barroca e em meados do século XVIII foi edificado o coro alto e teto, tendo sido reformada a capela-mor. Em 1860 foi construída a torre sineira.
Igreja de São Francisco
- património
Rua Padre Gaspar Roriz, 124
4810-429, Guimarães
Igreja gótica que sofreu inúmeras alterações, sobretudo no século XVIII. Na capela-mor destacam-se o mais notável retábulo joanino da cidade, os retábulos de talha dourada, sanefas de estilo rocaille e azulejos que retratam cenas da vida de Cristo. Merecem também um olhar atento a sacristia, com teto apainelado, o claustro de dois pisos, a sala do Capítulo gótica, do século XVI, e o chafariz central, datado do século XVIII. A classificação inclui a parte constituída pela abside e absidíolos, o claustro e o edifício barroco da Ordem Terceira que compreende a sacristia joanina do século XVIII.
Igreja de São Gens de Boelhe
- património
Largo da Igreja
4575-109, Boelhe
Construída entre meados e finais do século XIII, esta igreja afirma-se como um dos melhores exemplares de decoração do românico rural, apresentando uma variedade de motivos no exterior, desde cabeças de touro a homens transportando pedras, bem como siglas geométricas e alfabéticas nos muros, que significam o trabalho de aparelhamento da pedra pelos artífices. De planta retangular, é um dos poucos templos que conserva o primitivo campanário na fachada. Considerada a mais pequena igreja românica do país, conserva no seu interior aspetos característicos desse estilo, nomeadamente a solenidade e severidade dos elementos decorativos.
Igreja do Antigo Mosteiro de Fráguas
- património
Rua da Igreja
3460-302, Mosteiro de Fráguas
A Igreja do Mosteiro de Fráguas é um Templo de singela traça, de uma só nave com paredes de silharia, aberto numa fachada estreita e com teto de abóbada de berço. Ainda de referência na igreja são as sineiras. A Igreja possui campanário, de feição arcaica, com recorte quadrangular onde se abrem duas sineiras debruadas a meia altura por cornija em volta. No interior da igreja existe um conjunto de quadros ao gosto e estilo dos artistas de Viseu. Se não forem, pelo menos, da oficina de Vasco Fernandes, têm afinidades com Grão Vasco e pertencem à escola de Viseu.
Marco Miliário da Rua Doutor Bento Carqueija
- património
Rua Doutor Bento Carqueija
3720-214, Oliveira de Azeméis
O Marco Miliário, um dos testemunhos das antiguidades de Oliveira de Azeméis, foi encontrado durante a demolição da Igreja de Ul, no final do século XVIII. Retirado do seu local de origem teve diversas localizações, encontrando-se hoje exposto no largo próximo da Igreja Matriz. Este marco assinala a Milha XII até Langobriga (Civitas na zona de Fiães, Santa Maria da Feira) e provavelmente a Milha LX do Itinerário XVI entre Braga e Lisboa, e terá sido erguido durante o domínio do imperador Tibério, entre os anos 23 e 24 da nossa era.
Monte da Cerca
- património
Gouveia
5350, Alfândega da Fé
O Monte da Cerca era um povoado fortificado com função residencial e militar, estando implantado numa elevação isolada, dominando Sendim da Serra, no extremo este da linha de cumeada que arranca no Castelo de Gouveia, com o qual se pensa estar relacionado. No topo, é visível um alinhamento de pedras de xisto, formando um talude que define uma linha de muralhas que rodeava o monte. A estruturação do povoado e a construção da muralha datam da Idade do Ferro, sendo ocupado como reduto defensivo na Alta Idade Média. Já no século XX, parte da muralha foi destruída para a remoção …
Monumento Megalitico Menir do Lavajo
- património
Monte Vascão
8970, Monte Vascão
Monumentos megalítico composto por dois menires situados relativamente próximos um do outro. Trata-se de um monólito talhado num bloco de grauvaque, de cor cinzenta escura, com a superfície patinada de castanho. Apresenta um aspeto estelar, com secção elipsoidal e mede um pouco mais de três metros de altura, revelando-se assim o maior exemplo de grauvaque conhecido até hoje em Portugal. Tudo indica que estes menires terão sido edificados na segunda metade do quarto milénio A.C. O local está cercado por uma rede, pelo que apenas é possível visitá-lo pelo exterior.
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
- património
Calçada de Santa Clara
3040-270, Coimbra
A primeira pedra deste edifício foi lançada no dia 3 de julho de 1649, durante o reinado de Dom João IV. O novo Mosteiro foi construído para acolher o Corpo da Rainha Santa e as freiras clarissas do primitivo Convento de Santa Clara, que se encontrava em avançado estado de degradação. A igreja, de nave única, é constituída por um coro e uma capela-mor. No coro baixo encontra-se o túmulo primitivo da Rainha Santa, executado por Mestre Pero em 1330, obra talhada num único bloco calcário. Nas paredes sobressaem azulejos e retábulos dos séculos XVII e XVIII.