Os melhores locais para visitar
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Igreja de Santa Luzia
- património
ER1-2
9950, Madalena
O tempo primitivo era uma ermida muito simples que, em 1723, deu lugar a uma igreja paroquial de maiores dimensões. Em 1800, voltou a ser reedificado, obtendo o aspeto atual. Apresenta uma só nave, três altares e uma torre branca, destacando-se, no interior, o púlpito e o coro-alto.
Igreja de Santa Maria de Abade de Neiva
- património
Rua da Senhora da Abadia, 186
4750-003, Igreja
Igreja rural românica mas já com portais e janela da capela-mor góticos, fundada em 1152 pela rainha Dona Mafalda. Da época românica mantêm-se, apenas, vestígios, nomeadamente a cachorrada e o pórtico com colunas e capitéis decorados. Possui uma torre, retangular e coroada de merlões piramidais.
Igreja de Santa Quitéria de Meca / Basílica de Santa Quitéria
- património
Largo de Santa Quitéria
2580-181, Meca
Obra neoclássica, edificada em calcário da região, com duas torres sineiras. A fachada apresenta seis pilastras com capitéis jónicos, onde se abrem três janelões e três pórticos da galilé. No interior, sobressaem os mármores e as pinturas, em particular as telas com imagens de São João Baptista e da Última Ceia.
Igreja de Santo António
- património
Rua da Misericórdia, 6
6000-171, Castelo Branco
Fachada decorada com pórtico ladeado por emblemas, com três janelas, rematadas por frontão curvo, onde merecem destaque a imagem em granito da rainha Santa Isabel, de São Francisco e a de Santo António. No interior destacam-se os óleos seiscentistas. O altar da capela-mor é de talha dourada joanina.
Igreja de Santo Cristo do Outeiro
- património
Largo da Igreja
5300-711, Bragança
Templo monumental que se distingue pela simetria e equilíbrio de proporções. A fachada principal é rasgada por um magnífico portal geminado, encimado por uma grande rosácea e flanqueada por duas torres sineiras com remate piramidal. No interior, de gosto barroco, sobressaem os altares de talha policromada e dourada.
Mosteiro de São Martinho de Mancelos
- património
Lugar do Mosteiro
4605-137, Mancelos
A Igreja de São Martinho de Mancelos, apesar das transformações que sofreu ao longo dos séculos, conserva, ainda, importantes parcelas de um românico de resistência, datáveis de meados do século XIII. O que mais se destaca neste monumento é o imponente portal, formado por quatro arquivoltas ligeiramente quebradas.
Orca dos Padrões
- património
Cunha Baixa
3530-051, Cunha Baixa
Este monumento megalítico, recuperado em finais dos anos 90, é constituído por uma câmara poligonal alongada, tendencialmente retangular, de nove esteios e um corredor médio. Supõe-se que tenha tido uma primeira fase de ocupação funerária na transição do século IV para o século III a.C.
Palácio Farrobo
- património
CM241
2600, Farrobo
Atualmente em ruínas, este edifício tinha uma fachada principal formada por um corpo central e dois laterais. O acesso efetuava-se através de uma escadaria dupla em ferro forjado e o interior do palácio chegou a albergar um teatro onde companhias de ópera italianas atuaram inúmeras vezes.
Palácio Xabregas ou Marqueses de Olhão
- património
Rua de Xabregas, 22-40
1900-440, Lisboa
Foi fundado no século XVI e restaurado no século XVIII, tendo resistido ao terramoto de 1755. Trata-se de um amplo palácio com catorze janelas na fachada do andar nobre sobre a Rua de Xabregas e com sessenta e quatro divisões, algumas delas com frescos e pinturas atribuídas a Pilment.
Passos da Via Sacra de Elvas
- património
Avenida de Garcia da Horta
7350-048, Elvas
Monumento de cariz religioso, com traços barrocos: os anjos, as volutas na fachada e os panejamentos do retábulo marmoreado, além da azulejaria, azul e branca. A sua construção ficou a dever-se ao trabalho de Thomaz de Barros (azulejador) e de António de Sequeira (pintor). Destaque também para as pinturas a óleo.