Os melhores locais para visitar
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Diana Spa
- lazer
- praia
Convento do Espinheiro
7005-839, Évora
Integrado no conceituado e luxuoso Convento do Espinheiro, o Diana SPA, inspirado no templo Romano de Évora, foi, em 2009, considerado um dos melhores nesta categoria, em Portugal, pelo World Travel Awards. Este é o retiro ideal para poder dar o descanso merecido ao ser corpo e mente. Dispõe de um conceito denominado E'SPA, ou seja, uma combinação do melhor da aromaterapia, hidroterapia, talassoterapia e filoterapia, juntamente com a fusão de vários ingredientes naturais de qualidade superior. Dispõe de seis salas de tratamentos, duas piscinas (a exterior é reservada aos hóspedes), um ginásio e um campo de ténis.
Igreja Matriz de Santa Maria da Feira e Convento dos Lóios
- património
Rua Doutor Santos Carneiro, 7
4520-181, Santa Maria da Feira
Trata-se de um convento maneirista com igreja de planta em cruz latina e de nave única e claustro de dois pisos. Pelas suas características, insere-se na tipologia das igrejas monumentais seiscentistas de feição classicista e erudita da região portuense. A azulejaria da capela-mor e o transepto são também seiscentistas, e o retábulo-mor barroco, de Estilo Nacional e retábulos laterais barrocos da época de D. Pedro II, na transição dos séculos XVII e XVIII. No centro do pátio do convento existia um chafariz barroco, agora implantado na praça em frente à Câmara Municipal.
Igreja de São João Baptista / Igreja Paroquial de Lobrigos
- património
Rua de São João Baptista
5030-435, Lobrigos
Implantada num pequeno largo onde se situa, também, uma fonte de espaldar barroco com pedra de armas, a igreja paroquial de Lobrigos destaca-se pela fachada principal que é, simultaneamente, a base da torre sineira. De planta quadrada, aqui se abrem, nas suas três faces, arcos de volta perfeita, formando uma galilé que antecede a entrada no templo. O corpo da igreja desenvolve-se longitudinalmente, para trás, apresentando nave única com coro alto, e capela-mor, retangulares. Destaque para o órgão de tubos, o único em funcionamento na diocese de Vila Real.
Monumento Megalitico Menir do Lavajo
- património
Monte Vascão
8970, Monte Vascão
Monumentos megalítico composto por dois menires situados relativamente próximos um do outro. Trata-se de um monólito talhado num bloco de grauvaque, de cor cinzenta escura, com a superfície patinada de castanho. Apresenta um aspeto estelar, com secção elipsoidal e mede um pouco mais de três metros de altura, revelando-se assim o maior exemplo de grauvaque conhecido até hoje em Portugal. Tudo indica que estes menires terão sido edificados na segunda metade do quarto milénio A.C. O local está cercado por uma rede, pelo que apenas é possível visitá-lo pelo exterior.
Muralhas de Serpa
- património
Rua das Portas de Beja
7830-431, Serpa
Esta fortificação militar já existia desde a época romana, não existindo, no entanto, registo das destruições e reconstruções. A atual fortificação de Serpa foi mandada construir por D. Dinis e era constituída por um castelo poderoso e por uma dupla muralha torreada. Subsistem importantes panos de muralhas, sendo de destacar o que é encimado por uma longa arcaria do aqueduto, que se prolonga até uma monumental nora mourisca. Durante a guerra da Sucessão de Espanha a fortaleza sofreu grandes danos. Merecem especial referência as Portas de Moura e de Beja e o imponente solar dos Marqueses de Ficalho.
Palácio Pancas Palha
- património
Rua de Santa Apolónia, 12
1100-468, Lisboa
Edifício mandado construir no segundo quartel do século XVII por Dom Luís de Meneses, senhor de Pancas e de Ponte da Barca, foreiro das Comendadeiras de Santos-o-Novo. Em meados do século XIX foi vendido ao desembargador José Pereira Palha. Já em 1968 é adquirido pela Câmara Municipal de Lisboa à família Van Zeller. Trata-se de uma casa senhorial setecentista, na qual se destacam a entrada em pátio aberto para carruagens e a escadaria nobre. Destaca-se, ainda, a pequena sala decorada com pinturas de motivos campestres - sala dos frescos -, datada provavelmente do princípio do século XIX.
Ponte da Misarela
- património
Sidrós
5470-127, Ferral
Ponte de origem medieval localizada sobre o rio Rabagão, fazendo ligação entre as freguesias de Ferral e Ruivães. Os locais chamam-lhe “Ponte do Inferno” ou ainda “Ponte do Diabo”, devido à sua fisionomia especial conferida pelo relevo íngreme. Acredita-se que terá servido para as tropas do General Soult, a 17 de maio de 1809, fugirem da perseguição das tropas anglo-lusas de Wellesley e debandarem do território nacional. Trata-se de uma sólida construção em granito que se ergue voluptuosamente a cerca de quinze metros, sobre uma garganta estreita do rio Rabagão.
Ara
- património
Penedones
5470-069, Chã
Ara anepígrafa em granito de grão médio a fino, recolhida perto de uma habitação, na aldeia de Penedones, durante obras de recuperação. Não apresenta vestígios de inscrição, ou porque nunca foi gravada ou porque foi apagada em reutilizações posteriores. Uma parte do fuste encontra-se escavada, sendo possível que nessa altura se tenha perdido a eventual epígrafe. São visíveis restos de cal branca em todo o monumento e nota-se a ausência de toros e fóculo na parte superior, o que parece confirmar a sua reutilização. Destaca-se a sua imponência, com um avantajado capitel e uma base bem volumosa.
Ara Romana a Júpiter
- património
Vilar de Perdizes
5470-461, Vilar de Perdizes
Ara romana encontrada em outubro de 1969, aquando da abertura da estrada 508, junto ao caminho que liga ao Altar de Penascrita. Encontra-se esculpida num bloco de granito, parcialmente fraturada na base, e dedicada a Júpiter. É em quase tudo idêntica à ara dedicada a Larouco, ambas encontradas no mesmo local e nas mesmas circunstâncias. Encontrava-se soterrada, a cerca de 1,5 metros de profundidade, no mesmo local onde foram encontrados vários fragmentos de “tegullae”. Junto às duas aras foi ainda encontrada uma pia circular, com orifício na parte inferior. Atualmente, encontra-se no armazém da Câmara Municipal de Montalegre.
Arcas Tumulares Românicas
- património
Avenida Conselheiro José Maria Alpoim
5040-310, Mesão Frio
Trata-se de um conjunto de sete sarcófagos trapezoidais datados do final da Idade Média, colocados no adro da Igreja Matriz de Mesão Frio. Cada um deles é constituído por arcaz e tampa, dois dos quais descobertos, com a tampa ao lado, possuindo cavidade sepulcral de contornos antropomórficos. Cinco deles apresentam tampa de secção poligonal com seis planos e os outros dois possuem tampa de tipo diferente, de secção pentagonal com volume em duas águas. Três dos sarcófagos apresentam arcaz liso e tampa decorada, destacando-se outros dois pela decoração que preenche também as faces dos arcazes.