Capela composta por nave e capela-mor e interiormente os tetos são de madeira. Apresenta no interior coro-alto, púlpito no lado do Evangelho e retábulo novecentista.
Pequena capela datada do século XVII, com linhas sóbrias e fachada e portal de expressão maneirista. Encontra-se envolvida por uma paisagem pitoresca muito peculiar.
Capela maneirista, composta por nave e uma capela-mor mais estreita. No interior, destaque para o retábulo de talha, dedicado às Almas, do estilo barroco nacional.
Arquitetura de acordo com a tipologia de "Casa Portuguesa". Tem registos azulejares alusivos à obra do poeta e uma capela decorada com elementos sobre o mar.
Casa senhorial brasonada datada do século XVI. Sofreu obras de reestruturação nos séculos XVII e XIX, mas, atualmente, encontra-se em avançado estado de degradação.
Solar barroco de planta retangular composta por vários corpos. Apesar de fortes características barrocas, preserva elementos do século 17, como é o caso das varandas.
Chafariz em granito construído em 1559 para substituir outro existente no mesmo local, este construído nos inícios do século XVI. Antigamente, possuía um gradeamento em ferro.
Chafariz datado de 1775, tratando-se de uma das últimas obras do governo de Pombal. Nos anos 50 foi totalmente revestido a azulejos alusivos aos Descobrimentos.
É considerado um dos mais belos chafarizes de Lisboa. Foi construído no século XVIII, integrado na grande obra das Águas Livres, com risco de Carlos Mardel.