Os melhores locais para visitar

Resultados para Palácio da Pena em Portugal

Paiol da Fortaleza de Valença

  • património

Largo do Bom Jesus - Campo de Marte
4930-685, Valença

Valença

O edifício do Paiol é um dos elementos arquitetónicos mais importantes da Fortaleza de Valença e foi construído no início do séc. XVIII. É o único testemunho arquitetónico de um vasto conjunto de edificações militares que em tempos existiram na parte sul da fortificação valenciana. O Paiol é constituído por duas salas abobadadas, resguardadas por amplos muros.

Ponte Joanina

  • património

Rua Ponte Joanina
4590, Carvalhosa

Paços de Ferreira

Ponte sobre o rio da Carvalhosa. Data do século XVIII. Terá sido construída, então, no reinado de D. João V, de forma a facilitar o atravessamento do rio. Construída totalmente em pedra bem aparelhada e em estilo românico, tem um só arco circular e uma abertura retangular, ao baixo, para permitir a passagem das águas de uma levada paralela ao rio.

Ponte de Dom Goimil

  • património

Rua das Carvalhas
4460-710, Esposade

Matosinhos

Ponte de cavalete com um arco ogival construída em alvenaria de granito irregular e datada da época medieval (séculos XIII-XIV). Encontra-se na antiga "via veteris", principal ligação do Porto à foz do rio Ave. Acredita-se ter origem romana, apesar de só estar documentada a partir de 1258, e da sua tipologia ser a de uma ponte medieval.

Aqueduto das Águas Livres

  • património

Fonte da Água Livre - Carenque
1070-225, Lisboa

Lisboa

Enorme obra que atravessa o vale de Alcântara, sendo que a parte mais visível deste monumento são os 14 arcos. No final do aqueduto ergue-se uma estrutura em forma de castelo denominada Mãe d' Água das Amoreiras. Podem efetuar-se visitas guiadas aos arcos de Alcântara. Realizam-se, também, excursões aos reservatórios da Mãe d' Água que abastecem a cidade.

Calçada de Pombal

  • património

Pombal
5140, Carrazeda de Ansiães

Carrazeda de Ansiães

Calçada que estabelece ligação à aldeia de Pombal. As origens deste caminho não são certas. Sabe-se que se dirigia par sul, que passava no sopé da vertente e que cruzava a Ribeira de Frarigo. Crê-se que possa existir uma relação desta via com as obras públicas que ocorrem em meados do século XVIII, para beneficiar os acessos da rede viária.

Capela de Nossa Senhora da Nazaré

  • património

Rua do Caminho de Elvas
7350-431, Barbacena

Elvas

Capela peculiar, de pequenas dimensões em forma circular. Na fachada, podem ver-se os remates em amarelo sob um fundo branco e o remate da porta em mármore branco, encimada pela torre sineira e respetivo sino. No interior, o destaque vai para o formato semicircular da capela-mor, pavimentada em tijoleira. São estes formatos que lhe conferem singularidade.

Capela de Nossa Senhora dos Milagres

  • património

EN313
5110, Contim

Armamar

Capela rococó com planta longitudinal simples, com nave e capela-mor. Apresenta sacristia no lado direito e torre sineira no eixo da capela-mor. Os retábulos são em talha dourada e policroma, com marmoreados fingidos rococó. A pia batismal e o púlpito ficam no lado do Evangelho. As janelas da nave têm sanefas de talha de estilo rococó, mas aplicadas no século XX.

Capela de São José

  • património

Rua Direita
7200-175, Monsaraz

Reguengos de Monsaraz

Esta construção religiosa foi fundada em 1708 por Domingos Lourenço Perdigão. Era aqui que os presos da cadeia da Comarca vinham cumprir os ofícios divinos. No interior podem ver-se vestígios de morais de estilo barroco. A sua arquitetura é simples, retangular e a decoração é nitidamente barroca, conforme e pode ver nos murais primitivos e nas grades do balcão exterior.

Capela de São Sebastião de Almeirim

  • património

Castro Verde
7780-101, Castro Verde

Castro Verde

Pequena capela rural datada do século XVII que, até ao século XIX era denominada Capela de São Sebastião das Bicadas. Apresenta uma planta longitudinal simples, com a fachada principal em empena e um portal de verga reta encimado por um óculo e uma sineira. No interior, destaca-se uma pintura mural datada da segunda metade do século XVIII.

Casa Roque Gameiro

  • património

Praceta 1º de Dezembro, 2
2700-668, Amadora

Amadora

A construção desta casa teve início em 1898 e pertencia a Alfredo Roque Gameiro, pintor de aguarelas. No seu interior está conservado um considerável espólio de azulejos, como um painel da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, além de outras características decorativas que denotam a influência do movimento nacionalista da Geração de 90 do Século XIX. Esta casa pode ser visitada.

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