Os melhores locais para visitar
Resultados para Palácio da Pena em Portugal
Memorial de Santo António do Burgo
- património
Santo António
4540-551, Santa Eulália
Esta arcada de granito de estilo românico, também chamado Arco da Rainha Santa, assinala o local onde terá sido depositado o corpo da Infanta D. Mafalda, no século XIII, filha de D. Sancho I. É considerado um dos mais significativos monumentos do género existentes no norte do país e está classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1910.
Moinho de Água de São Jorge
- património
Sítio do Pico, 156
9230-156, São Jorge
Alimentado pelas águas da Levada do Rei, este moinho de água recentemente restaurado conta com mais de trezentos anos e ainda mói trigo, milho, cevada e centeio tal como se fazia antigamente. Trata-se do último moinho de água da Madeira e é mantido a funcionar pelo moleiro Lino Albino Mendonça e pela sua mulher, a moleira Ana Rosa.
Paiol da Fortaleza de Valença
- património
Largo do Bom Jesus - Campo de Marte
4930-685, Valença
O edifício do Paiol é um dos elementos arquitetónicos mais importantes da Fortaleza de Valença e foi construído no início do séc. XVIII. É o único testemunho arquitetónico de um vasto conjunto de edificações militares que em tempos existiram na parte sul da fortificação valenciana. O Paiol é constituído por duas salas abobadadas, resguardadas por amplos muros.
Ponte Joanina
- património
Rua Ponte Joanina
4590, Carvalhosa
Ponte sobre o rio da Carvalhosa. Data do século XVIII. Terá sido construída, então, no reinado de D. João V, de forma a facilitar o atravessamento do rio. Construída totalmente em pedra bem aparelhada e em estilo românico, tem um só arco circular e uma abertura retangular, ao baixo, para permitir a passagem das águas de uma levada paralela ao rio.
Ponte de Dom Goimil
- património
Rua das Carvalhas
4460-710, Esposade
Ponte de cavalete com um arco ogival construída em alvenaria de granito irregular e datada da época medieval (séculos XIII-XIV). Encontra-se na antiga "via veteris", principal ligação do Porto à foz do rio Ave. Acredita-se ter origem romana, apesar de só estar documentada a partir de 1258, e da sua tipologia ser a de uma ponte medieval.
Aqueduto das Águas Livres
- património
Fonte da Água Livre - Carenque
1070-225, Lisboa
Enorme obra que atravessa o vale de Alcântara, sendo que a parte mais visível deste monumento são os 14 arcos. No final do aqueduto ergue-se uma estrutura em forma de castelo denominada Mãe d' Água das Amoreiras. Podem efetuar-se visitas guiadas aos arcos de Alcântara. Realizam-se, também, excursões aos reservatórios da Mãe d' Água que abastecem a cidade.
Calçada de Pombal
- património
Pombal
5140, Carrazeda de Ansiães
Calçada que estabelece ligação à aldeia de Pombal. As origens deste caminho não são certas. Sabe-se que se dirigia par sul, que passava no sopé da vertente e que cruzava a Ribeira de Frarigo. Crê-se que possa existir uma relação desta via com as obras públicas que ocorrem em meados do século XVIII, para beneficiar os acessos da rede viária.
Capela de Nossa Senhora da Nazaré
- património
Rua do Caminho de Elvas
7350-431, Barbacena
Capela peculiar, de pequenas dimensões em forma circular. Na fachada, podem ver-se os remates em amarelo sob um fundo branco e o remate da porta em mármore branco, encimada pela torre sineira e respetivo sino. No interior, o destaque vai para o formato semicircular da capela-mor, pavimentada em tijoleira. São estes formatos que lhe conferem singularidade.
Capela de Nossa Senhora dos Milagres
- património
EN313
5110, Contim
Capela rococó com planta longitudinal simples, com nave e capela-mor. Apresenta sacristia no lado direito e torre sineira no eixo da capela-mor. Os retábulos são em talha dourada e policroma, com marmoreados fingidos rococó. A pia batismal e o púlpito ficam no lado do Evangelho. As janelas da nave têm sanefas de talha de estilo rococó, mas aplicadas no século XX.
Capela de São José
- património
Rua Direita
7200-175, Monsaraz
Esta construção religiosa foi fundada em 1708 por Domingos Lourenço Perdigão. Era aqui que os presos da cadeia da Comarca vinham cumprir os ofícios divinos. No interior podem ver-se vestígios de morais de estilo barroco. A sua arquitetura é simples, retangular e a decoração é nitidamente barroca, conforme e pode ver nos murais primitivos e nas grades do balcão exterior.