Os melhores locais para visitar
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Núcleo de Arte Rupestre do Vale das Namoradas
- património
Vale das Namoradas
5150, Orgal
Trata-se de um dos locais de arte rupestre do Vale do Coa, formando um raro conjunto deste tipo de arte, essencialmente composta por gravuras em pedra datadas do Paleolítico Superior. Este núcleo é constituído por uma rocha de xisto, orientada a nascente, onde se observam motivos picotados representando figuras antropomórficas esquemáticas com capacetes de cornos, gravados no painel vertical e ainda alguns traços incisos sem que formem motivos.
Orca do Tanque
- património
Queiriga
3650-051, Vila Nova de Paiva
Esta Orca encontra-se bastante coberta pela vegetação impossibilitando uma boa visibilidade. No entanto, está bem sinalizada e o seu acesso terá que ser feito a pé por um caminho de terra em mau estado. Este dólmen tem como característica um corredor, com câmara de nove esteios de planta poligonal. A sua laje de cabeceira tem nos seus lados dois esteios estreitos e a laje de cobertura está deslocada.
Ponte dos Canos
- património
Rue da Fonte dos Canos
5210-196, Miranda do Douro
Ponte medieval de tabuleiro plano com uma largura máxima de quatro metros, assente em três arcos quebrados desiguais, sendo o arco central o maior. Apresenta ainda dois talha-mares altos e guardas de alvenaria de xisto, rematadas por silhares graníticos. Localizada sobre o rio Fresno, faz parte de uma antiga estrada que ligava Miranda do Douro a Duas Igrejas. A construção medieval primitiva foi reconstruída no século XVIII.
Capela da Quinta de Vegide
- património
Rua Dona Teresa Taveira
4550-151, Vegide
Capela de pequenas dimensões construída ao gosto popular. Merece destaque a forma da cobertura e o trabalho de cantaria da porta do campanário. Encontra-se num estado de degradação avançado e o seu acesso é difícil. A capela está abandonada e o seu interior vazio. Não deixa, no entanto, de ter interesse para o concelho. Situa-se na entrada de uma propriedade particular, circundada por vinhas e matagal.
Capela de Santo Cristo
- património
Largo da Igreja
6370-382, Fornos de Algodres
Capela medieval construída entre o século XIV e o século XV, que conserva ainda diversos elementos medievais, como a porta em arco de volta perfeita, a abóbada de cruzaria de ogivas, os contrafortes e os cachorros de remate aos capitéis. Destaque também para as gárgulas de canhão e o friso superior à porta e cornija, do século XVI, e para as cantarias lavradas dos vãos. Foi reconstruída no século XX.
Capela de São Pedro
- património
Passeio das Romeirinhas
7540, Santiago do Cacém
A capela, incendiada em 1895, apresenta linhas muito simples, com portal em cantaria e óculo no frontão, composta por capela-mor e sacristia. O modelo de construção é caracterizado pela justaposição de dois módulos arquitetónicos diferenciados: a galilé ou nártex e a capela. No interior, encontra-se um registo de azulejo de João Paulo II, da década de oitenta do século XX, e a imagem do orago, um S. Pedro do século XVIII.
Castelo de Montemor-o-Novo
- património
Montemor-o-Novo
7050, Montemor-o-Novo
Da muralha, construída durante o reinado de D. Dinis, subsiste o lanço principal defendido por onze torreões. A alcáçova, atualmente em ruínas, já existente no reinado de D. Sancho I, apresenta planta retangular e é protegida por duas torres. As portas de Santarém e do Sol encontram-se em bom estado de conservação; a porta do Anjo apresenta algumas fragilidades e desconhece-se a localização da porta e torre de Évora.
Castelo de Pombal
- património
Rua da Encosta do Castelo
3100-826, Pombal
Neste grandioso monumento conservam-se as extensas muralhas, os cubelos quadrangulares, a torre de menagem e o que resta das barbacãs, que testemunham o seu valor defensivo. Reconstruído no reinado de Dom Manuel I, são visíveis a esfera armilar, uma janela de traça manuelina, que se abre na muralha costeira, e as armas reais. Dentro das muralhas restam vestígios da capela de São Miguel e de uma colunata românica.
Castelo do Romão
- património
Gralhas
5470-160, Gralhas
Povoado fortificado da época pré-romana, localizado no sopé da vertente sudoeste da Serra do Larouco, entre o Corgo do Fojo e o Corgo do Cabreiro, a 1090 metros de altitude. Encontram-se por todo o monte vestígios de alinhamentos de estruturas, com maior incidência na plataforma superior, onde se encontra a maior concentração de materiais cerâmicos. Identificam-se também restos de muralhas. A Norte e Noroeste a defesa era natural.
Castro do Monte do Padrão
- património
Monte do Padrão
4825, Monte Córdova
Povoado fortificado proto-histórico com construções de planta circular, rodeadas por três ordens de muralhas, e revelando vestígios de ocupação em época romana e medieval. Destacam-se dois grandes edifícios que ocupam a área central da plataforma superior da estação sendo, um deles, composto por uma Domus de planta quadrangular, com átrio central e alguns compartimentos à sua volta e o outro de planta retangular.