Os melhores locais para visitar

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Gafaria

  • património

Outeiro
5470-332, Outeiro

Montalegre

Acredita-se que, na época Medieval, era neste local que se depositavam os leprosos. Gafaria era o termo medieval para designar leprosaria, assim como gafo significava leproso. Por norma, estes sítios situavam-se fora dos locais habitados, para evitar o contágio. Do lado norte e noroeste do pequeno morro existe uma falésia, este ponto poderá ter servido também para lançarem os corpos sobre o ribeiro, que corre a uma cota inferior a 40 metros.

Igreja da Misericórdia de Pinhel

  • património

Rua Silva Gouveia
6400-455, Pinhel

Pinhel

Igreja quinhentista com portal manuelino, composta por nave e capela-mor. A fachada destaca-se pelas armas reais, com a data de 1808, e pela cruz latina do topo. No seu interior salientam-se um retábulo de João de Ruão, a talha, as pinturas dos caixotões e as duas telas pintadas dos panos laterais, representativas da Visitação e da Nossa Senhora da Conceição. Em 1810 foi alvo de ataque por parte das tropas francesas que destruíram o cartório da Misericórdia.

Igreja da Misericórdia – Núcleo de Arte Sacra

  • património

Rua 5 de Outubro - Largo da Misericórdia
7750-333, Mértola

Mértola

Templo manuelino, maneirista e protobarroco. Sobressai o portal maneirista adornado com filacteras e enrolamentos. Neste espaço está instalado o núcleo museológico de Arte Sacra. Aproveitando o corpo da igreja, a sacristia e dois anexos de finais do séc. XX, ostenta uma importante coleção de imaginária e um conjunto de alfaias litúrgicas dos séculos XV a XVIII, procedente de diversas igrejas do concelho de Mértola. Apesar de transformada em espaço museológico mantém-se ligada ao culto.

Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

  • património

Largo da Oliveira, 8
4800-438, Guimarães

Guimarães

Templo românico reedificado por Dom João I, em finais do século XIV, em cumprimento duma promessa efetuada a Nossa Senhora da Oliveira, pela vitória na batalha de Aljubarrota. A sala do capítulo e duas alas do claustro apresentam elementos românico-mudéjares, que constituem o melhor conjunto deste estilo, em granito, em todo o país. Esta igreja tem o único conjunto de pintura gótica de teto em Portugal. No interior, destaca-se o cadeiral seiscentista com espaldares neoclássicos.

Igreja do Salvador de Lufrei

  • património

Rua da Igreja
4600-681, Lufrei

Amarante

Transformado em igreja paroquial após a transferência das freiras beneditinas, que o ocupavam, para o convento de São Bento de Avé Maria no Porto, no século XVI, o antigo Mosteiro do Salvador de Lufrei foi provavelmente fundado no século XII. Trata-se de um testemunho do românico tardio, confirmado pela composição do portal principal, constituído por arquivolta de arco quebrado, isento de colunas, de tímpano e de qualquer elemento ornamental, e pelos cachorros de desenho quadrangular e sem ornamento.

Mamoa 2 do Poço de Grou

  • património

Sendim
5470-342, Padornelos

Montalegre

Trata-se de um dos dois monumentos megalíticos localizados junto à estrada que liga Montalegre à fronteira, a cerca de 400 metros antes do último cruzamento para Sendim, numa chã aplanada. A mamoa 2 do Poço de Grou, ou Campo das Motas, localizada a apenas 50 metros da segunda, é um monumento com “tumuli”, com cerca de 14 metros de diâmetro e cerca de um metro de altura máxima. Apresenta uma depressão central, sendo visível apenas um esteio.

Monumento Primeira Travessia Lisboa-Rio de Janeiro 1922

  • património

Largo dos Aviadores
4430, Vila Nova de Gaia

Vila Nova de Gaia

Construído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia em honra a Gago Coutinho e Sacadura Cabral, o monumento pretende homenagear os dois aviadores portugueses que fizeram pela primeira vez a travessia aérea do Atlântico-Sul (Lisboa - Rio de Janeiro) no hidroavião monomotor "Lusitânia". O monumento é representado pela esfera armilar no topo e uma base em pedra com inscrições comemorativas dessa travessia. Encontra-se localizado perto do centro da cidade, num largo também ele denominado "dos aviadores".

Núcleo de Palheiras das Cimalhinhas

  • património

Cabanas de Viriato
3430, Cabanas de Viriato

Carregal do Sal

O Núcleo de Palheiras das Cimalhinhas encontra-se integrado no Percurso Patrimonial das Cimalhinhas. O Percurso Patrimonial das Cimalhinhas, em Carregal do Sal, é um projeto local de salvaguarda, valorização e musealização do património arqueológico que visa preservar e recuperar testemunhos do passado. É composto por um aglomerado de construções toscas, feitas em pedra e cobertas com madeira e telha canelada e serviam para arrumar alfaias, recolher animais ou armazenar palhas, na época pós-medieval.

Paço Episcopal do Porto

  • património

Terreiro da Sé
4000-603, Porto

Porto

O Paço Episcopal do Porto é um imóvel do século XVIII da autoria de Nicolau Nasoni. O edifício tem uma construção elegante. É um edifício com três andares de enormes tamanhos. O andar inferior é composto por doze janelas com grades de ferro No primeiro e segundo andar repete-se o mesmo número de janelas, tendo as do andar superior um estilo rococó e varandas de ferro. Lateralmente as janelas têm molduradas com aparatosos frontões.

Paço de Gominhães

  • património

Lugar do Paço
4815-438, Caldas de Vizela

Vizela

Solar datado de 1280, objeto de remodelações e transformações ao longo dos séculos, referenciadas documentalmente nos reinados de D. João I, D. João III e D. Afonso VI. Composto por dois corpos com rés-do-chão e andar nobre, possui um portão de acesso com uma pedra de armas na parte superior. A capela encontra-se afastada do edifício, sendo visível, na verga, uma inscrição que diz ter sido construída por Pedro Vaz C. de Sousa.

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