Os melhores locais para visitar
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Calçada do Mogo
- património
Mogo de Malta
5140, Carrazeda de Ansiães
Crê-se que este era o caminho que ligava Mogo de Malta a Freixel. O caminho atravessava um vale fértil e irrigado, conforme pode ler-se na inscrição explicativa que figura no início deste percurso.
Estação Arqueológica do Cabeço da Bruxa
- património
Alpiarça
2090, Alpiarça
Estação arqueológica que apresenta vestígios que se estendem do Calcolítico à Época Romana. Destaca-se a necrópole da Idade do Bronze Final, pela diversidade e o estado de conservação dos recipientes cerâmicos que a integravam.
Cova do Finfas
- restauração
Rua de São João, 6
3060-687, Tocha
Pode chamar-se a este restaurante A Cova do Finfas, na Tocha em Cantanhede, ou de uma forma mais intimista, chamar-lhe apenas Finfas. Seja qual for a escolha, este é um restaurante muito perto da praia que não se esquece que está num concelho com grande área de campo. Não deixe de provar as entradas que podem andar pelas amêijoas ou pelos enchidos, para depois encontrar uma enorme variedade de pratos de peixe. Destacam-se as caldeiradas e o peixe grelhado, mas também o cabrito assado.
Fonte de Aveiras de Baixo
- património
Rua 25 de Abril - EN366
2050-018, Aveiras de Baixo
Fonte constituída por uma só bica, que jorra para um pequeno tanque, que por sua vez transborda para outro tanque maior.
Repentina
- restauração
Rua da Mó - Lugar da Mó
5050-346, Poiares
No Restaurante Repentina, em Peso da Régua, é conveniente marcar antes de partir, sendo garantido que mal se chega á mesa, o que se vai comer é caseiro e verdadeiramente tradicional. Gabam-se de ter o melhor cabrito assado de Portugal, e as romarias ao fim de semana assim o deixam parecer. Mas há muito mais para apreciar na ementa. Desde a vitela assada ao pica no chão, terminando nas sobremesas, onde se destaca o leite-creme queimado ao momento.
Quinta de La Rosa
- hotéis
EM590, 215
5085-241, Covas do Douro
Localizada no coração da região demarcada do Douro, a dois passos do Pinhão, esta quinta do século XVII, propriedade da família Bergqvist estendeu a atividade de produção de vinho do Porto à área do turismo, que hoje conta com 14 alojamentos que se distribuem entre a casa da família - que tem aqui o seu poiso de verão - e uma ala mais moderna, com uma vista magnífica para o rio. Na zona mais alta da quinta, a piscina envolvida por um imenso relvado e árvores de fruto, é ponto de paragem obrigatória para apreciar a paisagem, que dali se …
Rossio Hotel
- hotéis
Rua 31 de Janeiro, 6
7300-211, Portalegre
Hotel de quatro estrelas localizado no centro da cidade de Portalegre. Dispõe de 18 quartos diferentes, incluindo um quarto adaptado para pessoas com mobilidade reduzida. Todos os quartos são temáticos e inspirados na região e nos concelhos que fazem parte do distrito. Respira-se o verdadeiro espírito da região para que o hóspede sinta a experiência do Alentejo dentro de portas.
Capela de Santo Amaro
- património
Rua da Capela
5460-350, Coimbró
Dedicada a Santo Amaro, a capela principal de Coimbró está implantada dentro do núcleo habitacional da aldeia, com um pequeno adro na parte frontal onde se encontra o cemitério. No interior merece especial destaque o altar-mor, em talha dourada, que ocupa a totalidade da parede da cabeceira albergando as devoções locais. Para além das missas, que semanalmente reúnem a comunidade, é nesta capela que se celebram os ofícios religiosos da Festa em honra de Santo Amaro.
Museu do Chocalho
- património
Rua da Esperança, 152-154
7090-029, Viana do Alentejo
Os chocalhos de Alcáçovas são de origem muito antiga, feitos à mão através de uma técnica complicada com o intuito de se obter o som, o que depende da espessura da folha e da quantidade do metal utilizado. Cada um possui um desenho que representa a marca do artesão (o chamado brasão). Utilizam-se no pescoço de alguns animais – como vacas ou ovelhas – que servem de guias para os outros enquanto pastam.
Forte e Bateria do Zavial
- património
EN1257
8650-404, Raposeira
Pequeno forte retangular construído no século XVIII perto do local onde já existira outro forte, dedicado a Santo Inácio. Com o terramoto de 1755 este último foi destruído, desmoronando-se com a falésia. Isto levou a que este novo forte fosse construído num local mais recuado em relação ao de Santo Inácio. A presença de um forte neste sítio era necessária para a proteção das almadravas que se dispunham na costa. Encontra-se em ruínas.